<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411</id><updated>2012-02-16T12:11:32.253-08:00</updated><category term='Handebol'/><category term='Natação'/><category term='Educação Física'/><category term='Squash'/><category term='Judô'/><category term='Dvds'/><category term='Voleibol de Praia'/><category term='Atletismo'/><category term='Aquecimento'/><category term='Skate'/><category term='Merchan / Jabá'/><category term='Iniciação'/><category term='Treinamento Físico'/><category term='Livro'/><category term='Curso'/><category term='Alongamento'/><category term='Lesões'/><category term='Alto Rendimento'/><category term='Nutrição'/><category term='Fundamentos'/><category term='Exercicíos'/><category term='Preparação Física'/><category term='Futebol'/><category term='Técnico'/><category term='GRD'/><category term='Fisiologia'/><category term='Treinamento Tático'/><category term='Voleibol'/><category term='Futsal'/><category term='Basquete'/><category term='Tênis'/><category term='Video'/><category term='Treinamento técnico'/><title type='text'>Treinamento em Esportes</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Dani Souto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/--D-PIeV-Ftk/Thsa5G0dhgI/AAAAAAAAFNU/vtbKNJMSrh8/s220/DaniEmManausI%2B043.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>208</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-8364526585456877093</id><published>2012-02-15T10:49:00.001-08:00</published><updated>2012-02-15T10:49:21.086-08:00</updated><title type='text'>Treinamento de Defesa no Voleibol</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;div id="attachment_5397" class="wp-caption alignleft" style="width:310px"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Defesa-na-PRAIA3.jpg"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-5397   " title="Defesa na PRAIA3" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Defesa-na-PRAIA3-300x203.jpg" alt="" width="300" height="203"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="wp-caption-text"&gt;A brasileira Maria Antonelli realiza uma defesa com sucesso. Foto: FIVB/DIVULGAÇÃO.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Segredos do Ensino&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aprendizagem ativa. &lt;/strong&gt;O matemático húngaro George  Pólya nos dá boas lições a respeito de ensino e aprendizagem que bem  podemos aplicar ao nosso dia a dia: "O que o professor diz na sala de  aula não é de forma alguma pouco importante. Mas, o que os alunos pensam  é mil vezes mais importante. As ideias deviam nascer na mente dos  alunos e o professor devia agir apenas como uma parteira. Este é o  clássico preceito socrático e a forma de ensino que a ele melhor se  adapta é o diálogo socrático". E conclui com sabedoria: "Não partilhe o  seu segredo todo de uma vez só – permita que os alunos o adivinhem antes  que o diga – deixe que descubram por si mesmos, tanto quanto for  possível".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Detalhes que fazem a diferença&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há algum tempo, desde que dei início a treinos de Vôlei de Praia por  volta de 1993 venho batalhando num dos aspectos do fundamento defesa que  considero básico para qualquer atleta adquirir tal técnica. Nas poucas  incursões que fiz a jogos ou mesmo treinos das grandes estrelas –  masculino ou feminino – nunca percebi este que é para mim um detalhe  fundamental para uma boa defesa. As fotos foram colhidas na Internet por  ser um bom exemplo para divagarmos sobre o assunto que será dividido em  dois aspectos: a aproximação (&lt;em&gt;chegada&lt;/em&gt;) e o toque propriamente  dito. Reparem que na primeira foto está suprimida parte da mão esquerda  da atleta, impossibilitando a sua leitura, isto é, estaria com a mão  aberta ou fechada? Um segundo detalhe, a atleta está em processo de  queda, tendo se &lt;em&gt;lançado&lt;/em&gt; para interceptar a bola no tempo  (altura) que elegeu. Como estamos diante de algo estático (a foto),  podemos realizar conjecturas a respeito: 1º) a bola ainda não chegou à  mão da atleta; 2º) a atleta já tocou na bola.&lt;/p&gt; &lt;div id="attachment_5406" class="wp-caption alignleft" style="width:310px"&gt;&lt;a href="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DEFESA-na-praia-4.jpg"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-5406    " title="DEFESA na praia 4" src="http://www.procrie.com.br/wp-content/uploads/2010/07/DEFESA-na-praia-4-300x228.jpg" alt="" width="300" height="228"&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt; A alemã Laura ludwig, 28 anos e 1, 80m, em mais uma intervençao. Foto: FIVB/DIVULGAÇÃO.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;p&gt;Uma segunda apreciação está colocada pela foto ao lado. Ela nos  sugere que a atleta efetuou um movimento em direção à trajetória da bola  e, percebendo que não teria a melhor posição para efetuar o seu toque,  lançou-se com o apoio de ambas as pernas (joelhos) e, em um esforço  inaudito, efetua o toque em manchete. Conjectura-se: 1º) Se há tempo  para tocar a bola a mais de 1m de altura, inclusive com ambos os braços,  por que a queda? 2º) em situações &lt;em&gt;limites&lt;/em&gt;, de esforço extremo,  em que altura deve-se procurar tocar a bola? Conclamo meus visitantes  para conversarmos sobre o assunto, colocando nossas percepções e, dessa  forma, aprendermos juntos o melhor caminho para o ensino. Estarei  aguardando-os. Enquanto isto relembrem o texto a seguir, uma vez que é  muito esclarecedor para o tema atual.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Exercícios e bons hábitos. &lt;/strong&gt;Uma atleta para chegar a  tal nível certamente passou, e deve estar passando, por um treinamento  exaustivo. A escolha adequada, a qualidade, a forma de execução e o  nível de exigência dos exercícios vão determinar a expressão de seus  gestos e, sem dúvida, seu nível técnico neste ou outro fundamento.  Assim, cabe ao treinador e à própria atleta decidirem o que treinar,  como treinar e avaliar as mudanças de comportamento sem o que os  exercícios tornam-se meras repetições. Além disso, se mal formulados ou  executados, voltam-se contra a executante. Tanto no voleibol &lt;em&gt;indoor&lt;/em&gt;,  como no de praia, as atitudes dos protagonistas são similares, isto é,  treinadores e atletas se descuidam quanto à necessidade de aprimoramento  – Nível de Exigência e Qualidade– das principais deficiências técnicas.  Já me entrevistei com vários deles, inclusive de seleções nacionais, e a  alegação é sempre a mesma: "Não há tempo para corrigir". O tempo passa e  as consequências parecem não serem notadas. No alto nível do vôlei de  praia, em que os atletas são "donos do próprio nariz" (tudo decidem, são  os patrões), a figura do treinador é bastante delicada, uma vez que  pode ser descartado a qualquer momento. Assim, quase sempre funciona  como um "mordomo" de luxo. Como pode ele exigir aprimoramento, busca da  perfeição, treinamento exaustivo do seu patrão? Durante treinamento de  uma campeã olímpica na Praia de Ipanema (Rio de Janeiro), presenciei o  treinador repetir que a sequência de saques em execução estava ótima  numa evidente mensagem de puro agrado, embora a técnica empregada pela  atleta deixasse muito a desejar. Como ela não errara nenhum dos  serviços, para eles estava tudo bem! Em outro caso, eu era o treinador,  uma das atletas desculpava-se comigo de não poder atender às minhas  exigências, pois já era mãe, "trabalhava fora" e ainda tinha que  treinar… Deixei-a brincar de faz-de-conta. Pouco tempo após, já com um  jovem treinador, queixava-se de que pouco era exigida.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Antes de dar início às minhas razões, relembro alguns detalhes  ditados pela Psicologia a respeito da formação de bons hábitos que fui  buscar na obra de David Wood.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mistério da vontade. &lt;/strong&gt;Para entender os mistérios da  vontade e do comportamento seria de bom alvitre não deixar de considerar  o significado pedagógico dos exercícios a serem propostos na formação  de bons hábitos. Para a aquisição de um comportamento consciente  tenha-se em mente que antes de cometer algum ato temos sempre uma reação  inibida, não revelada, que antecipa o seu resultado e serve como  estímulo em relação ao reflexo subsequente: "Todo ato volitivo é  antecedido de certo pensamento, isto é, acho que pego um livro antes de  estender a mão para ele". O fato básico é que a noção anterior do  objetivo corresponde ao resultado final. Não estaria implícito aqui todo  o mistério da vontade? "Pode-se afirmar que 99% dos nossos atos são  executados de modo automático ou por hábito. Todos os nossos atos e até  mesmo as falas comuns consolidaram-se em nós graças à repetição em forma  tão típica que podemos vê-los quase como movimentos reflexos: para toda  sorte de impressões temos uma resposta pronta, que damos  automaticamente". Por isso o objetivo do professor é infundir no aluno  hábitos que na vida possam trazer proveitos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Primeiro movimento. &lt;/strong&gt;Reportando-nos à foto,  imaginemos o que teria passado na cabeça da atleta antes de ela decidir  se movimentar em direção à bola. E o quanto é importante o treinador ou  professor saber para melhor avaliar e construir os ensaios necessários  ao apuramento da técnica do atleta: "Quando penso em apanhar uma bola o  estágio conclusivo depende do primeiro passo: de preparar-me em  expectativa. A execução do primeiro movimento determina se toda a ação  será executada. Logo, na minha consciência deve haver a noção sobre o  primeiro movimento como réplica efetiva para todo o processo. Essa  concepção do primeiro movimento que antecede o próprio movimento é o que  constitui o conteúdo daquilo que se costumou denominar "sentimento do  impulso".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sentimento do impulso.&lt;/strong&gt; É uma modalidade de concepção  antecedente sobre os resultados do primeiro movimento físico que deve  ser executado. Noutros termos, toda a vivência consciente e o desejo,  incluindo o sentimento de decisão e de impulso, são constituídos pela  comparação das concepções sobre os objetivos que competem entre si. Uma  dessas concepções chega a dominar, associa-se à concepção sobre o  primeiro movimento que deve ser executado. E esse estado de espírito  passa ao movimento. Temos a sensação de que esse movimento foi suscitado  pela nossa própria vontade, porque o resultado final obtido corresponde  à concepção anterior sobre o objetivo. Os primeiros ensaios que vi a  esse respeito me transportam ao ano de 1975 durante o curso  internacional com o técnico campeão olímpico Yasutaka Matsudaira. Na  época foi exibido um filme sobre o sucesso japonês em que relata a  metodologia e nuances do treinamento. Creio ser o único no Brasil que  possui uma cópia telecinada, só não sei em que estado se encontra.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Trabalho pedagógico.&lt;/strong&gt; Quem praticou algum desporto  sabe que a mente tanto pode nos ajudar como derrotar. Além disso,  especialmente os rapazes, poucos se interessam pelos treinamentos de  defesa – cumprem-nos curricularmente sem grande empenho – optando por  desperdiçar mais energias nas provas de ataque, em que dão vazão à  demonstração de sua virilidade: "Quanto mais forte a cortada, mais  'macho' é o homem". Ao treinador cabe a tarefa de desmistificar essa  concepção, tal qual fizeram japoneses e americanos, em cujos jogos a  plateia valoriza e aplaude efusivamente as grandes defesas, atualmente  coisa rara nas equipes masculinas. Imagine quantas vezes deixou de  promover algum movimento – especialmente de defesa – quando achava que a  bola estava demasiadamente longe e, então, seria pura perda de tempo e  desperdício de energia aventurar-se em seu encalço. Esse pensamento  negativo certamente se tornará um hábito para o indivíduo não só no  voleibol, mas em sua vida cotidiana. Relembre um de seus despertares em  dia frio e os momentos que antecedem sua saída da cama: com certeza já  travou um diálogo interno – o famoso &lt;em&gt;mais um minutinho&lt;/em&gt; – que o  faz adiar o ato de se levantar. Ou, então, realize o seguinte  experimento com um dos seus atletas: coloque-se a 3m dele segurando a  bola numa das mãos, tendo o braço esticado na horizontal. Repentinamente  deixe a bola cair para que ele tente alcançá-la antes que toque o solo.  Inicialmente todos acham impossível alcançá-la; posteriormente tem  início alguma reação; e, com a continuidade dos exercícios, todos  alcançarão sucesso. Conclusão: abandonam o pensamento negativo ("Não vou  conseguir") para o sucesso da investida: "Eu consigo!"&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esta é sem dúvida uma ação capaz de formar novas reações no organismo  do indivíduo e à sua própria experiência – a base principal do trabalho  pedagógico: "Não se pode educar o outro, mas a própria pessoa  educar-se. Isto implica modificar as suas reações inatas através da  própria experiência – os ensaios, as resoluções de problemas. Afinal,  não duvide, toda riqueza do comportamento individual surge das  experiências".&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Finalmente, indaga-se: "Qual o primeiro movimento físico que deve ser  executado pelo atleta logo após o sentimento de impulso"? Algumas  observações simples podem ser realizadas, por exemplo, a partir de  lançamentos sucessivos da bola para um indivíduo que a recolherá ou  rebaterá sem deixar tocar o solo. Dependendo da posição que ocupam em  dado momento (frente um para o outro, ao lado ou atrás) a distância  entre eles, a trajetória e a velocidade do lançamento, podemos criar um  novo hábito a partir de novos motivos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.procrie.com.br/2010/07/30/treinamento-de-defesa-5386"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-8364526585456877093?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/8364526585456877093/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/treinamento-de-defesa-no-voleibol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8364526585456877093'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8364526585456877093'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/treinamento-de-defesa-no-voleibol.html' title='Treinamento de Defesa no Voleibol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-1491163493388418981</id><published>2012-02-15T10:48:00.001-08:00</published><updated>2012-02-15T10:48:04.167-08:00</updated><title type='text'>Exercícios resistidos e emagrecimento</title><content type='html'>1.INTRODUÇÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;A obesidade é considerado um problema mundial, onde favorece o surgimento de doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, derrame cerebral, colesterol e muitos outros, além de que uma pessoa obesa sofre grandes preconceitos. Muitas vezes a obesidade acontece devido à má alimentação e a falta de exercícios físicos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Neste trabalho será abordado a importância dos exercícios resistidos no processo de emagrecimento, pois muitas pessoa acreditam que os exercícios com pesos são eficientes somente para ganho de massa muscular, e não compreendem que justamente por esta questão haverá alterações no metabolismo, promovendo o emagrecimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2. EXERCÍCIOS RESISTIDOS E OS EFEITOS SOBRE O METABOLISMO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Conforme Santarém (1997), as recomendações de 20 a 60 minutos de atividade contínua, com freqüência cardíaca entre 60 e 90% da FCM, três ou mais vezes por semana, embora necessária para levar a uma melhor capacidade aeróbia não é a única maneira para estimular a saúde das pessoas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os efeitos desejados são da mesma forma alcançados quando o exercício físico é interrompido e sem a manutenção de uma freqüência cardíaca alvo, isto se aplica diretamente aos exercícios com pesos. Esta atividade se identifica mais com os efeitos esperados através do gasto calórico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As novas recomendações indicam um mínimo de atividade física diária equivalente a 200 Kcal, independente do tipo de metabolismo energético e outros fatores.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Neste capítulo será abordado como as alterações fisiológicas e os processos de reações metabólicas acontecem através dos exercícios resistidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2.1 Taxa Metabólica Basal&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Mcardle et al (1998) é necessário certa quantidade de energia para manter as funções vitais do organismo. Essa necessidade de energia é chamada de taxa metabólica basal (metabolismo basal) ou TMB (MB).&lt;br&gt; &lt;br&gt;A TMB pode ser usada para estabelecer as importantes bases energéticas para montar um programa de controle ponderal com base na dieta e no exercício.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Muitos fatores afetam a TMB, entre eles estão incluídos:&lt;br&gt; &lt;br&gt;A idade diminui gradualmente a TMB, geralmente em decorrência de uma diminuição da massa magra. O estresse faz aumentar a atividade do sistema nervoso simpático, o qual aumenta a TMB. Os hormônios; a tiroxina, produzida pela tireóide e a adrenalina produzida pelas adrenais aumentam a TMB.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para Katch, McArdle (1996) a taxa metabólica basal representa aproximadamente 70% do consumo energético diário total.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Santarém afirma que a prática do exercício resistido é importante para o emagrecimento, pois além do ganho de massa muscular, essa adaptação fisiológica leva ao aumento do metabolismo basal, e com isso o organismo torna-se menos econômico, gastando mais calorias em repouso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Também para Powers e Howley (2000), o treinamento de força, cujo os objetivos incluem a manutenção da massa magra,  é muito importante na manutenção do balanço energético durante toda a vida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2.2 Taxa Metabólica em Repouso &lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Mcardle et al (1998) a taxa metabólica em repouso (TMR) refere-se à soma dos processos metabólicos da massa celular ativa relacionado com a manutenção das funções corporais normais e a regulação do equilíbrio durante o repouso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A TMR é responsável por aproximadamente 60 a 75% do dispêndio energético diário total (DEDT) enquanto os efeitos térmicos da alimentação são responsáveis por aproximadamente 10% e a atividade física pelos 15 a 30% restantes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A TMR pode ser prevista com bastante exatidão a partir das variações da massa corporal magra, livre de gordura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2.3 Gasto Energético de Várias Atividades&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Wilmore e Costill (1994) a quantidade de energia utilizada em diferentes atividades varia com a intensidade e com o tipo de exercício.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma atividade que gasta, por exemplo, 300 Kcal durante o período real do exercício pode gastar mais 100 Kcal durante o período de recuperação, portanto o gasto total dessa atividade é de 400 e não de 300 Kcal.&lt;br&gt;&lt;br&gt; Um corpo médio necessita de 0,20 a 0,35 L de oxigênio por minuto para satisfazer suas necessidades de energia em repouso. Isso representa 1,0 a 1,8 Kcal/min, 60 a 108 Kcal/h ou 1.440 a 2.592 Kcal/dia (WILMORE E COSTLL, 1994 pag.138).&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Portanto qualquer atividade acima do nível de repouso aumentará o gasto calórico diário. Esse gasto calórico é variável, pois dependem de muitos fatores: o nível da atividade, a idade, o sexo, o tamanho, o peso e a composição corporal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Neste mesmo contexto segue Mcardle et al (1998) que justifica que os esforços anaeróbios emagrecem tanto quanto ou mais que os esforços aeróbios, pois ambos necessitam de um balanço calórico negativo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2.4 Calorimetria&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para Wilmore e Costill (1994) a quantidade de energia gerada pelo corpo durante o repouso e na atividade física pode ser determinada utilizando vários métodos, que são classificados como calorimetria direta ou indireta.&lt;br&gt; &lt;br&gt; 2.4.1 Calorimetria Direta&lt;br&gt;&lt;br&gt;Somente 40% da energia liberada durante o metabolismo da glicose e das gorduras são utilizados para a produção de ATP, os 60% restantes são convertidos em calor e por isso, uma maneira de se medir a taxa e a quantidade de produção de energia é mensurar a produção de calor pelo corpo. Essa técnica é denominada calorimetria direta, que é uma câmara isolada e impermeável ao ar. O calor gerado no interior do corpo do indivíduo é transferido ao ar e às paredes da câmara. Esse calor produzido pelo indivíduo é então mensurado através do registro da alteração da temperatura no ar e na água que flui em volta da câmara. Essa alteração de calor é uma medida da taxa metabólica do indivíduo (WILMORE E COSTILL 1994).&lt;br&gt; &lt;br&gt;2.4.2 Calorimetria Indireta&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Wilmore e Costill (1994) este método de medida do gasto energético é denominado calorimetria indireta porque a produção de calor não é mensurada diretamente, ela é calculada a partir da troca respiratória de CO2 e O2.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O funcionamento do equipamento ocorre como descrito abaixo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A cada ciclo respiratório o aparelho mensura a quantidade de oxigênio e de dióxido de carbono. O gás que é expirado pelo indivíduo passa através de uma mangueira para o interior de uma câmara de mistura, onde amostras são bombeadas para analisadores eletrônicos de oxigênio e de dióxido de carbono. O equipamento computadorizado de registro utiliza as mensurações do volume gasoso inspirado e do volume do oxigênio e de dióxido de carbono expirados para calcular o consumo de O2 e a produção de CO2.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2.5 Efeitos do Metabolismo Pós-Exercício&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Wilmore e Costill (1994) durante a fase de recuperação de um exercício, apesar dos músculos não estarem mais trabalhando ativamente, a demanda de oxigênio não diminui de modo imediato, pois a freqüência respiratória permanece relativamente elevada após o exercício, em parte num esforço para eliminar o CO2 acumulado nos tecidos como um subproduto do metabolismo. A temperatura corporal também aumenta o que mantém a taxa metabólica e a freqüência respiratória elevadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O metabolismo basal permanece ativado durante várias horas após os exercícios anaeróbios, dependendo da intensidade desses exercícios (SANTARÉM, 2006).&lt;br&gt;&lt;br&gt;2.6 Termogênese&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Pires (2006) termogênese é a energia gasta durante e logo após a alimentação. Apesar de existirem uma variabilidade entre os indivíduos, a termogênese varia entre 10 e 35% do gasto de energia diário do nosso corpo, dependendo tanto da quantidade quanto do tipo de alimentos ingeridos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Também para Powers e Howley (2000), a termogênese é o calor gerado decorrente do alimento que consumimos e isto é denominado efeito da alimentação. Esse gasto energético é menor nos indivíduos obesos e maior nos indivíduos magros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3. EFEITOS HORMONAIS SOBRE O METABOLISMO E A ENERGIA&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Ghorayeb e Barros (1999), o exercício estimula uma série de reações metabólicas que degradam moléculas de carboidratos, gorduras e proteínas para obter compostos de adenosina trifosfato (ATP), fornecedores de energia para a contração muscular. Portanto, ocorre uma interação entre tecido muscular, fígado e tecido adiposo capaz de manter níveis adequados de glicose e ácidos graxos livres, e assim fornecer quantidade adequada de ATP durante o esforço.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Uma vez necessitando de ATP para contração muscular, moléculas de glicogênio são utilizadas no próprio músculo e no fígado, originando glicose através de um processo denominado "glicogenólise". No tecido adiposo, moléculas de gordura também são quebradas para formar ácidos graxos livres e glicerol pelo processo da "lipólise".  Ácidos graxos livres também fornecem compostos de ATP. O glicerol é convertido em moléculas de glicogênio através da "gliconeogênese".&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para a mobilização dessas fontes de energia, o exercício provoca alterações hormonais: reduz os níveis de insulina e estimula a produção e a liberação do glucagon, do hormônio do crescimento (GH), das catecolaminas e do cortisol.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para McArdle (1996) a grande reserva de triglicérides presentes no tecido adiposo é mobilizada a uma velocidade lenta durante o exercício Enquanto realizamos exercícios, vários hormônios como catecolaminas, o glucagon, hormônios do crescimento, entre outros são liberados na corrente sanguínea, e quando chegam aos adipócitos, provocam lipólise (quebra dos triglicérides) aumentando as concentrações sanguíneas de ácidos graxos&lt;br&gt; &lt;br&gt;          Os denominados hormônios hiperglicemiantes que sofrem elevação com o exercício são: glucagon, GH, catecolaminas e cortisol, onde serão apresentados separadamente neste capítulo, mas que os processos citados são controlados por mais de um hormônio e todos estão envolvidos na adaptação ao exercício.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3.1 Glucagon&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Ghorayeb e Barros (1999) a elevação de glucagon estimula e mantém a produção hepática de glicose por promover a glicogenólise e a gliconeogênese estimulando, ainda, a lipólise e inibindo a lipogênese.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Neste mesmo contexto segue Powers e Howley (2000) que relata que a insulina e o glucagon são discutidos conjuntamente, porque respondem aos mesmos estímulos, mas produzem ações opostas em relação à mobilização da glicose hepática e dos ácidos graxos livres do tecido adiposo. É a relação entre o glucagon e a insulina que mantém o controle da mobilização desses substratos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A insulina é o principal hormônio envolvido na captação e no armazenamento de glicose e de ácidos graxos livres e o glucagon como responsável pela mobilização desses substratos dos estoques, também pelo aumento da gliconeogênese (POWERS, HOWLEY 2000).&lt;br&gt; &lt;br&gt;3.2 Hormônio do Crescimento – GH&lt;br&gt;&lt;br&gt;O aumento do GH eleva a glicemia através do estímulo à lipólise e à glicogenólise e da redução na sensibilidade à insulina. Além de hiperglicemiante, o GH estimula a síntese protéica e, consequentemente, aumenta a massa magra.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para Mcardle et al (2002), a liberação de GH deprime a utilização de carboidratos, enquanto aumenta a utilização de gorduras para a obtenção de energia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ocorre uma maior secreção hormonal poucos minutos após o início do exercício. Um aumento na intensidade do exercício acarreta uma maior produção e secreção de GH, pois a secreção do hormônio do crescimento está relacionada mais intimamente à intensidade máxima do exercício que à sua duração ou volume total.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Além de seu efeito geral de promover o crescimento, o hormônio do crescimento exerce também muitos efeitos metabólicos específicos. O aumento da síntese protéica em todas as células corporais, maior mobilização de ácidos graxos a partir do tecido adiposo e sua maior utilização para fins energéticos e redução da utilização de glicose em todo o corpo (GUYTON e HALL 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Assim, o hormônio do crescimento aumenta efetivamente as proteínas corporais, consome as reservas adiposas e conserva os carboidratos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O GH tem efeito específico de provocar liberação de ácidos graxos pelo tecido adiposo, aumentando assim a concentração dos ácidos graxos nos líquidos corporais. Além disso, ele aumenta nos tecidos a conversão dos ácidos graxos em acetil-CoA, com a utilização subseqüente desse produto para fins energéticos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Guyton e Hall (1998) afirmam que sob a influência do hormônio do crescimento, os lipídios são mais utilizados para fins energéticos do que os carboidratos e as proteínas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;3.3 Catecolaminas&lt;br&gt;&lt;br&gt;Assim como o glucagon e o GH, as catecolaminas também se elevam com o esforço e antagonizam os efeitos da insulina, estimulando a glicogenólise hepática e muscular, a gliconeogênese e lipólise.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Powers e Howley (2000) citam que embora a noradrenalina plasmática consiga aumentar de dez a vinte vezes durante o exercício e atingir uma concentração plasmática que pode exercer um efeito fisiológico, a principal forma de atuação da noradrenalina se dá quando ela é liberada dos neurônios simpáticos sobre a superfície do tecido em consideração. O nível plasmático de noradrenalina costuma ser utilizado como indicador da atividade nervosa simpática global. A adrenalina, liberada pela medula adrenal, é considerada a principal catecolamina na mobilização da glicose hepática.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A adrenalina e noradrenalina plasmáticas aumentam linearmente com a duração do exercício, essas alterações estão relacionadas com os ajustes cardiovasculares ao exercício, também com a mobilização de substrato. Essas respostas favorecem a mobilização da glicose e dos ácidos graxos livres para manter a concentração plasmática de glicose.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3.4 Cortisol&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Ghorayeb e Barros (1999), a mobilização das fontes energética depende ainda do cortisol que promove aumento da lipólise, glicogenólise, gliconeogênese e proteólise, efeitos esses que lhe confere um caráter de hormônio catabólico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para Powers e Howley (2000) o cortisol estimula a mobilização de ácidos graxos livres do tecido adiposo, mobiliza as proteínas teciduais para fornecer aminoácidos à síntese hepática da glicose (gliconeogênese) e diminui a taxa de utilização da glicose pelas células.&lt;br&gt; &lt;br&gt;         As alterações nos hormônios de crescimento GH, glucagon, cortisol e na adrenalina e noradrenalina favorecem a mobilização doa ácidos graxos livres do tecido adiposo que poupará os carboidratos e auxiliará na manutenção da concentração plasmática de glicose.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4. FONTES ENERGÉTICAS&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para McArdle et al (1998), os nutrientes carboidratos, gorduras e proteínas fornecem a energia necessária para manter as funções corporais em repouso e durante o exercício físico. Além de ser o combustível para o organismo, esses nutrientes são muito importantes na manutenção da integridade estrutural do organismo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4.1 Gorduras&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo McArdle et al (1998) as gorduras são sintetizadas por vegetais e animais. Podem ser classificadas em três grupos: gorduras simples (glicerol mais três ácidos graxos), gorduras compostas (fosfolipídios, glicolipídeos e lipoproteínas) e gorduras derivadas tipo colesterol, que são sintetizadas a partir de gorduras simples e compostas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As importantes funções das gorduras no organismo são: fonte e reserva de energia, proteção e isolamento e carreador de vitaminas e depressor da fome.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4.1.1 A Gordura como Fonte e Reserva de Energia&lt;br&gt;&lt;br&gt;A gordura constitui o combustível celular ideal, pois é transportada e armazenada facilmente e transformada em energia. A gordura é um combustível concentrado e relativamente isento de água, diferente do glicogênio que é hidratado e muito pesado em relação ao seu conteúdo energético.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O conteúdo de gordura do corpo constitui 15% do peso corporal em homens e 25% em mulheres.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As reservas corporais de energia provenientes da gordura podem fornecer combustível por muito mais tempo do que a reserva de carboidratos (KATCH E MCARDLE 1996).&lt;br&gt; &lt;br&gt;4.1.2 A Gordura como Proteção e Isolamento&lt;br&gt;&lt;br&gt;Até 4% da gordura corporal protege contra os traumatismos de órgãos vitais, como o coração, fígado, rins, cérebro e medula espinhal. As gorduras existentes nos depósitos de armazenamento imediato debaixo da pele (gordura subcutânea) desempenham uma importante função de isolamento, determinando a capacidade das pessoas em tolerar os extremos de exposição ao frio.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4.1.3 A Gordura como Carreador de Vitaminas e Depressor da Fome&lt;br&gt;&lt;br&gt;A gordura funciona como meio de transporte para as vitaminas lipossolúveis (vitaminas A, D, E e K), mas para essa função é preciso a ingestão de aproximadamente 20g por dia de gordura. Sendo assim, uma redução significativa de gordura pode causar uma hipovitaminose.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A gordura contribui para a sensação de saciedade após uma refeição e ajuda a retardar o início das dores de fome, pois, a saída de gordura do estômago só é processada cerca de 3,5 horas após a ingestão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;4.2 Carboidratos&lt;br&gt; &lt;br&gt;Existem três tipos de carboidratos: monossacarídeos (açúcares tipo glicose e frutose), oligossacarídeos (dissacarídeos tipo sacarose, lactose e maltose) e polissacarídeos que contêm três ou mais açúcares simples para formar amido, fibras e o glicogênio.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os carboidratos são armazenados em quantidade limitada no fígado e nos músculos e desempenham quatro funções importantes relacionada ao metabolismo energético e à realização dos exercícios. (MCARDLE et al, 1998).&lt;br&gt;&lt;br&gt; 4.2.1 O Carboidrato como Fonte de Energia&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Katch e Mcardle (1996) os carboidratos têm a função principal de funcionar como combustível de energia, principalmente durante o exercício.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A ingestão diária de carboidratos deve ser suficiente para manter as reservas corporais de glicogênio, depois de alcançada a capacidade da célula para armazenar glicogênio, os açúcares em excesso são transformados em gordura e armazenados desta forma, por isso os autores, afirmam que o aumento de gordura corporal ocorre quando se consome calorias em excesso sob forma de carboidratos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4.2.2 O Carboidrato como Preservação das Proteínas &lt;br&gt;&lt;br&gt;Conforme McArdle et al (1998) a ingestão adequada de carboidratos ajuda a preservar as proteínas teciduais. A proteína desempenha um papel vital na manutenção, no reparo e no crescimento dos tecidos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando as reservas de glicogênio são reduzidas e os níveis de glicose caem, existem vias metabólicas para a síntese de glicose a partir da proteína. Essa opção metabólica aumenta a disponibilidade de carboidratos na vigência de reservas depletadas de glicogênio, e isso pode acarretar numa redução temporária nas reservas corporais de proteínas (proteína muscular). Em condições mais extremas pode ocorrer uma redução na massa tecidual magra.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4.2.3 O Carboidrato como Ativador Metabólico &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os carboidratos funcionam como ativador para o metabolismo lipídico. Certos produtos da desintegração dos carboidratos devem estar disponíveis para facilitar o metabolismo das gorduras. Se o metabolismo de carboidratos for insuficiente, o corpo irá mobilizar uma quantidade de gordura maior que aquela que consegue metabolizar. O resultado é a desintegração incompleta das gorduras e o acúmulo de corpos cetônicos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4.2.4 O Carboidrato como Combustível para o Sistema Nervoso Central&lt;br&gt;&lt;br&gt; Em repouso e durante o exercício, o glicogênio hepático é o meio primário para manter níveis normais de glicose sanguínea. Com a diminuição do glicogênio hepático e a utilização contínua de grandes quantidades de glicose sanguínea pelo músculo ativo, a glicose sanguínea acaba caindo para níveis inferiores do que o normal. Com isso ocorre a hipoglicemia, onde os sintomas incluem sensações de fraqueza, fome e vertigens. Essa condição prejudica o desempenho físico e uma queda persistente na glicemia pode causar perda da consciência e dano cerebral irreversível. Tudo isso por causa do importante papel da glicose no metabolismo do tecido nervoso. (MCARDLE, KATCH E KATCH 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;4.3 A Proteína como Fonte de Energia&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Brooks (2000) as três principais fontes de proteína corporal são o plasma, o tecido visceral e o músculo. Entretanto não existem depósitos ou reservas corporais desse macronutriente, pois toda a proteína faz parte das estruturas teciduais ou existe na forma de importantes componentes dos sistemas metabólicos, de transporte e hormonal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As proteínas são formadas por 20 aminoácidos, oito não podem ser sintetizados no corpo, que são conhecidos como aminoácidos essenciais e deverão ser fornecidos na dieta. As proteínas são encontradas nas células de todos os animais e plantas. As proteínas que contêm todos os aminoácidos essenciais são chamadas de proteínas completas e são encontradas nos ovos, leite, queijo, carnes, peixes e nas aves.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Durante um treinamento de força, as proteínas são elementos vitais para o processo de hipertrofia muscular. E é isso que diferencia as proteínas dos carboidratos e lipídios, uma vez que sua principal contribuição não ocorre durante o exercício, mas sim, no período de recuperação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5. EXCESSO DE PESO E OBESIDADE&lt;br&gt;&lt;br&gt;O excesso de peso e a obesidade é atualmente um dos problemas de saúde mais sérios no mundo. O excesso de peso é simplesmente definido como aquele em que o peso do indivíduo excede ao da média da população, determinada segundo o sexo, a altura e o tipo de estrutura física (POLLOCK; WILMORE, 1993).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Guedes e Guedes (2003) obesidade refere-se à condição na qual as quantidades de gordura corporal excedem os padrões considerados normais para um mesmo sexo. Neste sentido, padrões exatos admissíveis para a quantidade de gordura não tem sido universalmente convencionados, embora através da literatura observa-se mais comum que estão classificados como obesos, homens com 20% do peso corporal como gordura e mulheres com mais de 30%. Assim a obesidade, pelo seu acúmulo de gordura, ira provocar obrigatoriamente um aumento no peso corporal; entretanto pode ser o peso corporal excessivo não reflita uma condição de obesidade, considerando que aumento de peso possa ser ocasionado por um elevado desenvolvimento da massa magra e não da quantidade de gordura.  &lt;br&gt; &lt;br&gt;5.1 Fatores que Contribuem para o Acúmulo de Gordura Corporal&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos últimos anos sofreram grandes modificações, as horas de trabalho foram diminuídas, foram instaladas máquinas em fábricas e casas, o transporte ficou mais fácil. Portanto devido à alta tecnologia, grande parte da população tem uma vida sedentária, o que as levam a um acúmulo de gordura corporal.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Howley e Franks (2000), registraram evidências de que a hereditariedade é um fator que contribui no desenvolvimento de gordura excessiva. Portanto a predisposição hereditária sofre influências do ambiente familiar, do meio-econômico, dos pais e impulsos da própria criança.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo McArdle et al (1998) qualquer pessoa terá acúmulo de gordura se a quantidade de calorias ingeridas superar a quantidade de calorias gastas. O acúmulo de gordura corporal, portanto, representa o resultado final de uma interação complexa de numerosos fatores e influências.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5.2 Relação entre Nutrição, Gasto Calórico e Peso Corporal&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Ramos (1997) existe uma relação íntima entre calorias (energia ingerida), peso corporal e gasto energético (quantidade de caloria utilizada pelo organismo).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ao se ingerir mais energia do que o necessário utilizado pelo organismo, o peso corporal aumenta, e quando for gasta a mesma quantidade de energia em relação à que foi ingerida, o peso corporal se mantém constante.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Sem nutrição adequada até mesmo o mais completo programa de atividade física tenderá a falhar nos seus objetivos (BITTENCOURT ,1986 pag.126).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Ramos (1997),quando o único método utilizado para emagrecer for a dieta, obteremos perda de peso, mas esse emagrecimento será de forma "doentia", porque haverá muita perda de massa muscular. A diminuição do peso muscular acarreta uma diminuição do metabolismo basal, que é um grande aliado no combate à obesidade, onde é importante ressaltar que as duas formas principais em que o organismo gasta energia são o metabolismo basal e exercício físico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Quando se associa atividade física com uma dieta balanceada resultará em um emagrecimento "sadio", pois o peso corporal tende a se manter estável, uma vez que estará se ganhando massa magra à medida que se perde gordura, promovendo grandes alterações na composição corporal (RAMOS 1997).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Ghorayeb e Barros (1999) a condição indispensável para que ocorra mobilização da gordura corporal é o balanço energético negativo, cujo principal mecanismo é a redução da ingestão alimentar. Sendo o tecido adiposo a principal forma de reserva de energia do organismo, compreende-se que, quando faltam calorias na alimentação para suprir a demanda energética, ocorre a mobilização de gordura corporal. Então balanço calórico negativo é quando se ingere menos calorias do que vai ser gasto.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5.3 Componente da Massa Magra Corporal &lt;br&gt;&lt;br&gt; Para Barbanti (1997) a massa corporal magra é a massa corporal restante após subtrair a gordura corporal, e o tecido ativo disponível (ossos, músculos, tecidos conectivos e orgânicos).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Guedes e Guedes (1997), os programas de exercícios físicos podem provocar importantes modificações em relação à composição corporal, gordura e massa magra, tornando-se assim um importante fator na regulação e na manutenção do peso corporal. Maiores mudanças na quantidade de gordura corporal estão associadas a um programa de exercícios nos quais se existir um predomínio de atividade envolvendo força  deverá ocorrer modificações mais acentuadas nos componentes da massa magra.&lt;br&gt; &lt;br&gt;6. FORÇA MUSCULAR&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Weineck (1999), não é possível obter um bom desempenho individual sem que haja um mínimo de força adequada à idade e a capacidade de desempenho. A força já disponível tem um efeito imediato sobre a eficácia de um treinamento num processo a longo prazo e serve de apoio ou de limitações para o desenvolvimento da capacidade. Sendo assim, classifica-se em três tipos de força, força máxima, força rápida e resistência de força.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A força máxima representa a maior força disponível que o sistema neuromuscular pode mobilizar através de uma contração máxima voluntária. E distinguida em força máxima estática e dinâmica.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A força rápida compreende a capacidade do sistema neuromuscular de movimentar o corpo ou parte do corpo (braços, perna) ou ainda objetos (bolas, pesos, discos, etc.) com uma velocidade máxima (WEINECK, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Resistência de força segundo Weineck (1999) é a capacidade de resistência à fadiga em condições de desempenho prolongado de força. Os critérios para a resistência de força são, a intensidade do estímulo e o volume do estímulo e da duração. &lt;br&gt; &lt;br&gt;6.1 Função Muscular e Tipos de Fibras Musculares&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Powers e Howley (2000), os músculos representam cerca de 40% a 50% do peso corporal no corpo humano, desempenhando diferentes funções como, gerar força para movimentar, respirar, sustentar postura e produzir calor durante alguns períodos de exposição ao frio.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Segundo Mcardle (1992), os músculos são formados por milhares de células cilíndricas denominadas fibras. Estas fibras de tecido muscular por serem fusiformes possuem o comprimento do músculo e podem ser classificadas em: fibras musculares de contração lenta e fibras musculares de contração rápida.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As fibras musculares de contração lenta, oxidativas, vermelhas ou tipo I, possuem alta concentração de mioglobina, grande número de capilares e alta atividade enzimática mitocondrial, isto se faz com que estas fibras possuam grande capacidade de metabolismo aeróbio sendo resistente à fadiga.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As fibras de contração rápida, brancas apresentam dois tipos diferentes, tipo II B e tipo II A, com maior adequação ao trabalho anaeróbio.&lt;br&gt;&lt;br&gt;As fibras do tipo II B são rápidas, glicolíticas e menos resistente à fadiga, sendo recrutadas na atividade de forte velocidade; e apresenta-se menos eficiente do que todos os outros tipos de fibras, devido a alta atividade da ATPase  que acarreta maior consumo energético.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As fibras do tipo II A oxidativas, glicolítica ou intermediária são bem adaptáveis. Portanto as fibras musculares variam em características bioquímicas e físicas e são recrutadas de acordo com a exigência do exercício.&lt;br&gt; &lt;br&gt;7. EXERCÍCIOS RESISTIDOS: DEFINIÇÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Fleck (2003), o treinamento com pesos passou por uma extraordinária evolução nos últimos 50 anos. Antigamente era realizado por um grupo pequeno da sociedade, hoje tornou-se popular entre uma grande camada da população devido aos muitos benefícios que propicia ao fitness e a saúde.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Esse treinamento era realizado na grande maioria das vezes por atletas, principalmente os levantadores de pesos, pois na verdade as pessoas tinham medo desse tipo de treinamento, porque acreditavam que além de não trazer benefícios, o exercício com pesos poderia lesionar os ossos e causar encurtamento dos músculos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nos anos 90, em conseqüência dos muitos benefícios para a aptidão física e para a saúde, pessoas de praticamente todas as faixas etárias passaram a envolver-se no treinamento com pesos, pois os benefícios que oferece não podem ser facilmente obtidos pelo treinamento aeróbio ou de flexibilidade (FLECK 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Atualmente já está confirmado que o treinamento com pesos desempenha um papel importante na manutenção da taxa do metabolismo basal, e dessa forma ajuda a controlar o peso corporal durante toda a vida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Santarém (2006) o chamado exercício resistido é tudo o que oferece resistência à contração muscular, ele conceitua como musculação o termo mais utilizado para designar o treinamento com pesos, fazendo referência ao seu efeito mais evidente, que é o aumento da massa muscular. Assim sendo, musculação não é uma modalidade esportiva, mas uma forma de treinamento físico. Os exercícios com pesos constituem a base do treinamento do culturismo e dos levantamentos de peso (básico e olímpico), além de participarem da preparação de atletas de diversas outras modalidades.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pelas suas qualidades, a musculação passou a ocupar lugar de destaque nas academias, onde o objetivo é a preparação física das pessoas, independentemente de objetivos atléticos. Além de induzir o aumento da massa muscular, os exercícios com pesos estimulam a redução da gordura corporal e o aumento de massa óssea, levando a mudanças extremamente favoráveis na composição corporal. Homens e mulheres de todas as idades podem mudar favoravelmente a forma do corpo com a ajuda do treinamento com pesos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para Santarém (2006) uma das características mais marcantes dos exercícios com pesos é a facilidade com que podem ser adaptados à condição física individual, possibilitando até mesmo o treinamento de pessoas extremamente debilitadas. Pela ausência de movimentos rápidos e desacelerações, os exercícios com pesos apresentam também baixo risco de lesões traumáticas. Por todas as suas qualidades, e pela documentação da sua segurança geral, o treinamento com pesos ocupa hoje lugar de destaque em reabilitação geriátrica e em terapêutica por exercício.&lt;br&gt; &lt;br&gt;7.1 Exercícios Resistidos e Diminuição do Tecido Adiposo&lt;br&gt;&lt;br&gt;Segundo Santarém (2006) os exercícios resistidos são reconhecidos como os mais eficientes para modificar favoravelmente a composição corporal. Para esse efeito, contribuem o aumento de massa muscular, o aumento da massa óssea calcificada, e a redução da gordura corporal. O principal determinante do processo de mobilização da gordura corporal é o balanço calórico negativo. Sendo o tecido adiposo a principal forma de reserva de energia do organismo, compreende-se que quando faltam calorias na alimentação, para suprir a demanda energética, ocorre mobilização de gordura corporal. A contribuição dos exercícios físicos em geral para o processo de emagrecimento decorre do aumento no gasto calórico diário, e do estímulo ao metabolismo, cujos níveis de atividade tendem à redução durante dietas hipocalóricas. No caso dos exercícios resistidos, além desses efeitos, ocorre o aumento da taxa metabólica basal devido ao aumento da massa muscular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Acredita-se que a tendência das pessoas engordarem com a idade sejam em grande parte devido à redução da taxa metabólica basal decorrente de perda progressiva de massa muscular. A redução do tecido adiposo estimulada pelos exercícios com pesos são nos mesmos níveis dos que ocorrem com os exercícios aeróbios.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para Santarém (1997) um aspecto que pode ser mal interpretado quando se comparam os efeitos dos exercícios com pesos e dos exercícios aeróbios na redução da gordura corporal, é que o aumento de massa muscular pode compensar em peso (peso corpóreo total) a diminuição do tecido adiposo. Nesse caso, deve-se ter a consciência de que a composição corporal está mudando favoravelmente no sentido da saúde, da aptidão física e da modelagem do corpo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Gentil (2006), um dos maiores problemas que se encontra é diminuição do metabolismo de repouso, ou seja, passa-se a utilizar menos energia, facilitando a recuperação da gordura perdida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Atividades intensas produzem maiores gastos calóricos e elevações na taxa metabólica de repouso por tempo e magnitude proporcionais a intensidade da atividade, isto se refere a atividades com pesos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O fato de se ter um bom condicionamento aeróbio em nada ajuda o metabolismo, o condicionamento aeróbio em si nada tem a ver com o gasto de energia no metabolismo de repouso. Já o treino com sobrecargas, a capacidade de reduzir a gordura corporal e simultaneamente manter ou até mesmo aumentar a massa muscular, o que evita o ganho futuro de peso, melhora a estética e parâmetros funcionais, principalmente na força (GENTIL, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Neste mesmo contexto Fleck (2003) relata que o treinamento com pesos faz parte de um programa de controle de peso corporal para pessoas de qualquer idade, através da taxa metabólica basal que têm relação direta com a massa magra. Isso significa que, quanto maior a massa magra maior a taxa do metabolismo basal. Muitas pessoas passam a maior parte do dia dentro ou nas proximidades da faixa do metabolismo basal. Assim um pequeno aumento na taxa do metabolismo basal pode fazer significativo impacto no total de calorias metabolizadas, e dessa forma ajudar a controlar o peso corporal e causar mudanças na aparência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;7.2 Benefícios do Treinamento com Peso&lt;br&gt;&lt;br&gt;        Para Fleck (2003) a maioria das pessoas que seguem um programa de treinamento com pesos tem como principal objetivo mudar a aparência, o que significa ter um corpo magro e definido, o que geralmente implica em perda de gordura corporal, ganho no volume dos músculos ou a combinação dos dois fatores.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fleck apud Staron e colaboradores (1994); Staron e colaboradores (2000) relatam que algumas pessoas acreditam que quanto menor for o percentual de gordura corporal, mais saudável será o indivíduo, mas o que não é verdade. Para que o corpo apresente funcionalidade e forma saudável, deve existir um percentual mínimo de gordura corporal, denominado de gordura essencial, que está contida nas membranas celulares, nos tecidos nervosos e em blocos de proteção localizados ao redor dos órgãos internos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ter 0% de gordura é fisiologicamente impossível; a percentual de gordura essencial nos homens é de 5 a 6%, e nas mulheres é de 8 a 10%.Muitas mulheres cujo nível de gordura se aproxima do limite mínimo ocorrem distúrbios no ciclo menstrual, como amenorréia (falta de menstruação) e oligomenorréia (menstruação rara ou infrequente).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Fleck (2003) relata que algumas pessoas acreditam que só é possível perder peso com um treinamento aeróbio, e não com uso de pesos, pois a atividade aeróbia utiliza mais calorias e resulta em maior perda de gordura corporal. Mas essa linha de raciocínio ignora que o treinamento com pesos, realizado como complemento de um programa de emagrecimento, ajuda a evitar a perda de massa corporal magra.&lt;br&gt; &lt;br&gt;7.3 Hipertrofia Muscular&lt;br&gt;&lt;br&gt; Ribeiro (1992) relata que uma pessoa bem ou mal treinada, sujeito a cargas superiores àquelas que diariamente utiliza, vai sofrer uma adaptação muscular traduzida por aumento de força e por aumento do volume muscular. Esta hipertrofia das fibras musculares deve-se ao aumento da captação de aminoácidos e subseqüente síntese protéica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Parece ser a tensão que se desenvolve dentro do músculo, quando sujeito a uma carga elevada, o estímulo para esta hipertrofia (RIBEIRO 1992 pag.83).&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Para Ghorayeb e Barros (1999) o principal mecanismo da hipertrofia é a multiplicação das miofibrilas protéicas com capacidade contrátil, que ocorre como adaptação á sobrecarga tensional nos músculos em atividade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A hipertrofia muscular estimulada pelo treinamento com pesos ocorre tanto com repetições baixas com pesos grandes, quanto com repetições mais altas com pesos menores. A faixa entre uma e 20 repetições é considerada útil para a hipertrofia. Pesos que permitam repetições entre 6 e 12 (entre 75% e 85% de carga máxima), com intervalo de descanso entre um e dois minutos, é considerado esquema mais eficiente para estimular o aumento do volume dos músculos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Ghorayeb e Barros (1999) relatam que com o aumento da massa muscular por intermédio dos exercícios resistidos, ocorre o aumento da taxa metabólica basal, que propicia o emagrecimento no período pós-exercícios, em repouso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Conforme Neiva (2006) a partir dos 25 anos, com a diminuição gradual do ritmo do metabolismo, os músculos tendem a perder força, ao mesmo tempo em que a gordura se acumula com mais facilidade A partir dos 45 anos, a perda média é de 1% ao ano para quem não faz exercícios com regularidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;8. CONSIDERAÇÕES FINAIS&lt;br&gt;&lt;br&gt;O excesso de gordura corporal além de ser fator de risco para diversas doenças, limita os movimentos e induz a fadiga precoce devido à sobrecarga que impõe ao organismo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sendo assim, por mais que as pessoas façam dietas, o que elas perdem é muito peso e pouca gordura, pois diminuem muito a massa muscular, e é por essa razão a importância do exercício físico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os exercícios resistidos contribuem para o processo de mobilização da gordura corporal, pois ocorre a hipertrofia muscular, assim acelerando o metabolismo basal e aumentando o metabolismo lipídico, onde o que determina o processo de emagrecimento é o gasto calórico diário total e o aumento do metabolismo, não importando se ocorre à queima de gordura durante a atividade física. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Por essas razões a prática do exercício resistido proporciona o emagrecimento, pois ocorre o aumento da taxa metabólica em repouso (TMR), ajudando a controlar o peso corporal durante toda a vida.&lt;br&gt;&lt;br&gt;E mais ainda, os exercícios com pesos, favorecem em muito o processo de capacidade funcional, e uma boa qualidade de vida é a condição das pessoas não se sentirem limitadas para tarefas que desejam realizar por falta de condição física. Evidentemente uma pessoa que tenha bem desenvolvidas todas as qualidades de aptidão estará preparada para qualquer tipo de esforço.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pode-se concluir que os exercícios com pesos, além de favorecer o processo de emagrecimento, aumenta consideravelmente a capacidade funcional das pessoas que realizam esse método de treinamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Luís Cláudio Paolinetti Bossi &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-1491163493388418981?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/1491163493388418981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/exercicios-resistidos-e-emagrecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1491163493388418981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1491163493388418981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/exercicios-resistidos-e-emagrecimento.html' title='Exercícios resistidos e emagrecimento'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-6600788746083793609</id><published>2012-02-09T04:57:00.001-08:00</published><updated>2012-02-09T04:57:50.745-08:00</updated><title type='text'>Treinamento de base no Handebol</title><content type='html'>&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="verdana" size="2"&gt;&lt;p&gt;O treinamento de base tem início por  volta dos 10 anos de idade e em nossa opinião se constitui no período  ideal para o início dos trabalhos com os fundamentos técnicos da  modalidade esportiva praticada, no caso do presente estudo, o handebol. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Guerra (2003) os principais objetivos do treinamento de base são: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Apresentar os conteúdos técnicos e táticos do esporte, através da combinação de pequenos grupos (3 pessoas no máximo). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Desenvolver a capacidade tática individual do aluno no sentido  de enfatizar que o mesmo deve compreender a ação tática, independente do  seu nível de rendimento pessoal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Desenvolver a capacidade de jogo básica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesta etapa de sua vida esportiva o aluno executará uma resposta  motora que requer um plano motor parcialmente definido pelo professor. A  principal característica neste momento é que a ênfase do praticante  deve ser na correção da resposta motora. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Normalmente se afirma que uma sessão de treinamento de base é  dividida em 3 fases distintas: jogos motores, fase de fundamentos e jogo  de aplicação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na fase de jogos motores, como o próprio nome indica, são  utilizados jogos que estimulem o desenvolvimento das habilidades motoras  específicas do esporte, através de um trabalho que priorize a  ludicidade e recreação no intuito de despertar a motivação dos alunos  para aquela sessão de treinamento. Esta fase contribui com o  aquecimento, com o exercício do pensamento cognitivo e com o exercício  dos comportamentos técnicos/táticos/normativos do esporte praticado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fase de fundamentos é aquela onde são trabalhadas as técnicas  específicas do esporte. No caso do handebol, os passes, recepções,  progressões, arremessos e dribles são as técnicas básicas desenvolvidas.  Nesta fase tanto podem ser usados jogos como também exercícios. O  importante é que o aluno vivencie os fundamentos trabalhados. Também  deve se ressaltar a importância em desenvolver atividades que explorem  comportamentos ofensivos e defensivos, sempre respeitando as condutas  normativas do esporte, assim como também introduzindo paulatinamente os  principais elementos táticos da modalidade esportiva em questão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por último temos a fase do jogo de aplicação, cujo objetivo é  desenvolver jogos-teste no próprio treinamento, os quais deverão ser  construídos em função das técnicas básicas trabalhadas na fase de  fundamentos. Cada jogo deverá ser desenvolvido para que o praticante  crie suas próprias opções estratégicas de conduta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Distinguindo estas 3 fases durante a elaboração de sua aula,  existe grande possibilidade do professor desenvolver um trabalho de  excelente qualidade e que atingirá os objetivos propostos pelo processo  ensino-aprendizagem. &lt;/p&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-6600788746083793609?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/6600788746083793609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/treinamento-de-base-no-handebol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/6600788746083793609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/6600788746083793609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/treinamento-de-base-no-handebol.html' title='Treinamento de base no Handebol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-251909379601625447</id><published>2012-02-07T02:49:00.001-08:00</published><updated>2012-02-07T02:49:32.033-08:00</updated><title type='text'>A importância do treino recuperação</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;br&gt;Se você treina continuamente e seu corpo não tem tempo para se recuperar dos esforços feitos durante sua rotina de exercícios, o risco de lesões e problemas de saúde podem comprometer seu organismo. Para evitar o chamado overtrainning, o ideal é fazer os chamados repousos em movimento ou treino de recuperação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O overtrainning (leia mais AQUI) é o principal responsável pelas interrupções prolongadas nos treinos de uma atividade esportiva. Muitas vezes, além das dores é possível que o esportista (profissional ou amador) tenha ainda de fazer sessões de fisioterapia para voltar à sua normalidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"A importância de um treino de recuperação é evitar que a repetição de certos movimentos leve a um problema de saúde. Em vez de treinar exaustivamente o mesmo conjunto de movimento – o que é a base para se tornar um bom atleta ou esportista – o melhor é espaçar esses treinos, sem sobrecarregar o corpo", explica André Pedrinelli, chefe do setor de Medicina Esportiva do Hospital Santa Catarina, em São Paulo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pedrinelli explica que o treino de recuperação não interrompe os ganhos com as rotinas mais fortes. Ao contrário, é justamente ter uma variação nessas quantidades ou cargas de exercícios que vai garantir que o treino seja uma rotina de evolução.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"O corpo se desenvolve com sobrecarga. Então, com o passar do tempo, todo esportista tem de aumentar seus treinos e, portanto, seus limites. Mas intercalar com rotinas mais leves, que alternem os conjuntos de músculos usados e o tempo de exercício, auxilia o organismo para estar sempre pronto para o próximo nível no treino de evolução", diz o especialista.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Esse tipo de treino é especialmente necessário após uma competição, por exemplo. "Depois de um estresse físico – ou mesmo emocional – como aqueles enfrentados em competições, é preciso fazer que o metabolismo volte a um nível ideal (que varia entre os indivíduos) ao mesmo tempo em que não se perde o treino feito anteriormente nem sobrecarregue o corpo que está se recuperando do excesso de atividade", diz.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Treino de recuperação ajuda a manter a qualidade do treino&lt;br&gt;&lt;br&gt;O treino de recuperação é, portanto, um profilático para o overtrainning. Mas se mesmo assim as dores ou problemas continuarem, o especialista indica que é bom observar se o indivíduo não está desenvolvendo o chamado "overuse" do corpo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;"O overtrainning é algo relacionado ao treino em si. Se a pessoa – especialmente os esportistas eventuais – não excedeu seu limite, faz o treino de recuperação e não tem outros problemas extrínsecos ao esporte, como uso de calçado ou equipamentos de segurança inadequados, então o problema pode ser o overuse", explica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Basicamente, o overuse é o uso excessivo de um conjunto de músculos e articulações, mas que pode ter origem fora do esporte, como no trabalho. Corredores que ficam muito tempo no trânsito podem ter dores nos calcanhares, mas isso não é relacionado com a corrida em si, mas aos problemas causados por movimentos repetitivos (como o uso do acelerador no automóvel).&lt;br&gt; &lt;br&gt;"Por isso, se o indivíduo se cuida, faz a recuperação adequada, tem uma boa alimentação e mesmo assim tem problemas e dores durante a atividade física, é bom observar essas questões também. O ideal é procurar um especialista em medicina esportiva e verificar o que está acontecendo", finaliza Pedrinelli.&lt;br&gt; &lt;br&gt;por Enio Rodrigo&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-251909379601625447?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/251909379601625447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/importancia-do-treino-recuperacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/251909379601625447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/251909379601625447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/02/importancia-do-treino-recuperacao.html' title='A importância do treino recuperação'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-2786995466331069047</id><published>2012-01-26T08:28:00.001-08:00</published><updated>2012-01-26T08:28:30.012-08:00</updated><title type='text'>Lesão esportiva x emoção do atleta</title><content type='html'>    A lesão esportiva é um problema comum no cotidiano esportivo, desta forma deve ser amplamente estudada por profissionais da saúde, dentre os mesmos estão os psicólogos, os quais devem compreender como a mesma pode influenciar o rendimento do atleta e sua qualidade de vida. São diversos os fatores que estão atrelados a uma lesão e cada atleta possui suas particularidades que precisam ser entendidas pelo psicólogo que deseja tornar ótimo o tratamento a fim de recuperar o atleta lesionado visando sua melhora integral, portanto é preciso dissecar este tema de forma cautelosa e bem apurada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Atualmente, a participação nos mais diversos esportes, sejam estes de alto rendimento, lazer ou recreação, vem aumento de forma significativa e concomitante a esta crescente adesão das pessoas as atividades desportivas observa-se o aumento de lesões esportivas dos mais variados tipos (SMITH, 1996). Portanto, torna-se imprescindível que os profissionais da saúde possam estudar o tema com o intuito de auxiliar em todos os esportes para que os sujeitos possam lidar da melhor forma possível com a problemática que os acomete. Para tanto, o profissional precisa estar ciente que a grande maioria dos atletas, sejam estes de esportes de rendimento, lazer ou recreação buscam nos eventos competitivos ou recreativos seu rendimento máximo que somada com uma carga excessiva de trabalho nos treinamentos tem aumentado de forma significativa o número de lesões em desportistas (MENDO, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No que se refere às lesões esportivas sabe-se que há fatores psicológicos fortemente atrelados à predisposição a mesma, bem como ao tempo de reabilitação e ao retorno às atividades desportivas. Os fatores psicológicos também podem interferir no nível de sucesso dos processos de reabilitação (WEINBERG; GOULD, 2001). Outra questão que deve ser considerada e avaliada pelo profissional da saúde ao se deparar com uma lesão esportiva é que quando o atleta se lesiona, este problema é considerado pelo desportista de alto nível como um dos maiores fatores de stress esportivo (DE ROSE JR., 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Buceta (1995) afirma que três tipos de avaliações psicológicas são essenciais a fim de garantir um adequado acompanhamento psicológico de um atleta após a lesão esportiva, são estas: a avaliação da lesão propriamente dita, a avaliação do impacto emocional da lesão esportiva, bem como a avaliação da adesão, do rendimento e do progresso do tratamento. Sabe-se que a avaliação da lesão propriamente dita é competência do médico esportivo, desta forma, cabe ao psicológico trabalhar de forma integrada com o mesmo para que possa obter informações essenciais para o seu trabalho. Além do médico, fisioterapeuta e outros profissionais também poderão ser importantes neste momento para que possam trocar informações e trabalhar de forma interdisciplinar visando uma ótima evolução do processo e o bem-estar do atleta. As informações advindas do técnico são de suma importância e permitem mapear a situação do atleta no contexto de treinamento e competições.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O psicólogo juntamente com a equipe que atua com o atleta lesionado deve compreender que a lesão é um dano causado por traumatismo físico sofrido pelos tecidos do corpo humano, as quais podem ser acompanhadas de experiências psicológicas que afetam o bem-estar do esportista lesionado e podendo vir a afetar, em algum nível, todos os que estão a sua volta. (ANDREOLI, WAJCHENBERG; PERRONI, 2003)&lt;br&gt; &lt;br&gt;    É fundamental compreender a classificação das lesões esportivas com o intuito de desenvolver o trabalho de acordo com o grau e intensidade do problema, ou seja, individualizar ao máximo o processo nos aspectos psicológicos. Guerrero (2001) classifica os tipos de lesão em leves, moderadas, graves, incapacidade desportiva e incapacidade funcional. As lesões leves são caracterizadas por traumatismos que necessitam de tratamento, mas não chegam a afetar o comportamento do atleta nos treinamentos nem mesmo nas competições. Já as moderadas chegam a provocar algum desconforto no treinamento e diminuem o rendimento do esportista em competições. As lesões graves, por sua vez, são caracterizadas por um período considerável de disfuncionalidade que esta diretamente relacionada com um ou mais meses de afastamento dos treinos e competições. O atleta pode precisar de internação hospitalar e, em alguns casos intervenção cirúrgica. A incapacidade desportiva refere-se às lesões que têm como conseqüência de sua gravidade, um tempo muito longo de recuperação, o que desfavorece que o esportista recupere o seu nível anterior a lesão de rendimento no esporte. Por fim, a incapacidade funcional caracteriza as lesões muito graves que são assinaladas pela permanente disfuncionalidade motora do atleta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A contribuição de Andersen e Williams (1998) sobre a explicação do papel que os fatores psicológicos desempenham em lesões esportivas, sendo tal relação vista a partir de situações desportivas estressantes. Os autores observam que é importante complementar que o "estresse, entretanto não é o único fator que influencia lesões esportivas", junto com outros fatores como "de personalidade, história de estressores e recursos de controle influenciam o processo estresse e, por sua vez, a probabilidade de lesão" (WEINBERG; GOULD, 2001, p.420). Desta forma, a entrevista psicológica é um dos instrumentos importantes para que este possa mapear a real situação que o atleta vivencia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O começo de uma lesão ocasiona, na maioria das vezes, conseqüências negativas tanto para a participação quanto para o rendimento do atleta no seu esporte. Desta forma, não é raro que o esportista apresente medo, tensão, fadiga, incredulidade, depressão, queixas somáticas (enjôos, perda de apetite, insônia, entre outras) e também dificuldade com o período longo de reabilitação e a restrição de atividades podendo a sentir uma sensação de ser dominado pela lesão esportiva. (BECKER JUNIOR, 2008; MAY, CAPURRO; STUOPIS, 1999).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    De acordo com Becker Junior (2008) é preciso compreender que a lesão é um fator negativo e é um problema que pode acometer o desportista a qualquer momento. A lesão é uma das dificuldades que mais tende a preocupar a equipe técnica e, até mesmo, os torcedores. Em alguns esportes são permitidas jogadas mais fortes e violentas fazendo com que tenham maior risco de lesão do que outros.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Machado (2006) afirma que o medo é um aspecto interligado ao processo emocional do atleta, isto porque é uma emoção presente freqüentemente nos desportos e que pode ser decorrente de diversas causas, dentre elas o desportista pode estar com medo que do "fracasso que ameaça sua performance e carreira" (p.32). Além disso, não são raros atletas que possuem medos relacionados com contusões que poderão ameaçar suas carreiras, seja temporária ou definitivamente, por movimentos mal executados ou por jogadas de impacto.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A incidência repetitiva de lesões esportiva demonstra ser um fator indicativo da existência de necessidade de intervenção psicológica para com o atleta acometido pelo problema (MADDISON; PRAPAVESSIS, 2005). Desta forma, Rúbio (2007), afirma que o psicólogo do esporte tem como uma de suas funções acompanhar os atletas lesionados durante a sua reabilitação com o intuito de favorecer este processo e promover um melhor entendimento dos sentimentos experiênciados, assim como se busca vivenciar o problema de uma forma mais proativa.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Becker Junior (2000) assinala que algumas mudanças ocorrem na vida do desportista após a lesão, as quais englobam os aspectos desportivos, físico e psicossocial. Dentre as principais mudanças destacam-se no bem-estar físico a lesão física, a dor, o tratamento e a reabilitação, bem como as restrições físicas temporárias podendo existir mudanças físicas permanentes. Já no bem-estar emocional é comum observar trauma psicológico, ansiedade, depressão, sentimento de perda e ameaça à performance no futuro. O atleta também precisa lidar com as demandas emocionais do tratamento e da reabilitação. O bem-estar social, de acordo com Becker abarca possíveis perdas de importante papel social, separação da família, amigos e companheiros de time, um novo relacionamento com os profissionais do departamento médico e, em alguns casos, a necessidade de depender dos outros. O autor também engloba o autoconceito do desportista, no qual a sensação de perda de controle, alteração da auto-imagem, ameaça de metas futuras e até mesmo questionamento de valores morais, ameaça de perda da posição na equipe, necessidade de tomar de decisões sobre circunstâncias estressantes como fatores que podem sofrer mudanças após uma lesão esportiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A reação emocional de um atleta a uma lesão esportiva é similar àquela de pessoas que encaram a morte iminente, as quais são desenvolvidas por Kübler-Ross (1997). De acordo com essa visão da psiquiatra e abordada por Samulski (2009), atletas que se deparam com uma lesão geralmente seguem cinco fases: 1)Negação, 2) Raiva, 3) Barganha, 4) Depressão e 5) Aceitação. Embora, os esportistas possam apresentar diversas destas emoções em resposta à lesão esportiva, elas não seguem um padrão estereotipado pré-estabelecido. Nem todos os indivíduos passam pelos cinco estágios ou fases após a lesão, por isto é importante observar cada indivíduo na sua individualidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Segundo Becker Junior (2010) psicólogos estão ampliando seu trabalho com atletas utilizando técnicas com o intuito de recuperá-lo da falta de motivação, bem como da falta de energia, de estresse e com os próprios procedimentos do processo de reabilitação visando o retorno do atleta as competições. O autor afirma que as técnicas que estão sendo utilizadas são: manejo da dor e técnicas de imaginação e visualização visando diminuir a dor do atleta no período de recuperação. As técnicas de preparação psicológica e relaxamento também são utilizadas e objetivam o rendimento do desportista durante o período de recuperação. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-2786995466331069047?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/2786995466331069047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/lesao-esportiva-x-emocao-do-atleta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2786995466331069047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2786995466331069047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/lesao-esportiva-x-emocao-do-atleta.html' title='Lesão esportiva x emoção do atleta'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-5739965080347962458</id><published>2012-01-25T12:38:00.001-08:00</published><updated>2012-01-25T12:38:51.320-08:00</updated><title type='text'>Técnica de treinamento é um salto para a saúde</title><content type='html'>&lt;span class="fotografo"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.jornalacidade.com.br/img/materia/35715z.jpg" title="Exercícios pliométricos são inseridos em aulas funcionais para coordenação, resistência e força Foto: Tiago de Brino / Especial" class="zoom"&gt;&lt;em style="width:293px"&gt;&lt;/em&gt;&lt;img src="http://www.jornalacidade.com.br/img/materia/35715c.jpg" alt="Exercícios pliométricos são inseridos em aulas funcionais para coordenação, resistência e força"&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;                &lt;/div&gt;&lt;div class="materia"&gt;&lt;p&gt;O treinamento de pliometria  trabalha o desenvolvimento da força explosiva e é indicado para melhorar  a perfomance de atletas em diversas modalidades esportivas. O treino,  que tem como base exercícios de salto e arremesso, consiste em um ciclo  de alongamento e encurtamento da musculatura. &lt;br&gt; &lt;br&gt; &amp;quot;Ativa o músculo  em uma fase de pré-alongamento e, em seguida, acontece de forma natural  a contração. Ele trabalha força e velocidade,  desenvolvendo a potência  do movimento&amp;quot;, explica Gislaine Satyko Kogure, personal trainer da  Clínica Corpore.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De acordo com o personal João Zanetti, da  Wellness Sport Club, a pliometria gera fortalecimento da musculatura  porque recruta tanto as fibras de contração rápida, quanto as lentas.  &amp;quot;Desenvolve a agilidade, coordenação, explosão rápida, ou seja, melhora a  impulsão e a performance do atleta&amp;quot;, cita Zanetti.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Esportistas&lt;br&gt;  A pliometria é voltada a atletas que precisam ter bom arremesso,  impulsão e força nos saltos, como os praticantes de corrida, vôlei,  atletismo, basquete, handebol e futebol.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&amp;quot;Acabam sendo exercícios  próximos aos movimentos que se vão executar no esporte. Na corrida, que  é uma sucessão de saltos, o treino de pliometria melhora a performance  do corredor, ao passo que dá mais explosão, força e resistência&amp;quot;,  explica Gislaine.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;E embora seja voltada a esportistas de  condicionamento médio a avançado, o conceito de pliometria também é  aplicado a crianças, de uma forma lúdica. &amp;quot;Entra nas atividades infantis  como pular corda, amarelinha, corridas e jogos de salto. Não como umo  um treino específico&amp;quot;, ressalta a personal trainer.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Treino exige postura correta no &amp;#39;aterrissar'&lt;/p&gt;&lt;p&gt;  O treino de pliometria deve ser programado dentro da condição física do  aluno. A personal trainer Gislaine Satyko Kogure explica que existe uma  progressão no treinamento, apesar de os mais difíceis serem  desafiadores. &amp;quot;É necessária  essa progressão para permitir a  aprendizagem do exercício. Existe a forma correta de aterrissar. É  preciso aprender a postura durante a queda nos movimentos do salto para  que a musculatura das coxas absorva o impacto e não a articulação do  joelho&amp;quot;, detalha a personal.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A fase inicial é montada com saltos  no mesmo lugar ou com pequenos deslocamentos e em pequenas alturas.  &amp;quot;Para fazer o treino de pliometria são precisos coordenação, nível de  condicionamento de força e flexibilidade, de nível intermediário a  avançado&amp;quot;, alerta. E, devido a sua intensidade, ele tem restrições. Não  pode ser praticado por pessoas sedentárias ou iniciantes, que tenham  sofrido uma lesão de joelho sem a recuperação total, e deve ser sempre  realizado em superfícies  lisas e antiderrapantes.&lt;/p&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-5739965080347962458?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/5739965080347962458/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/tecnica-de-treinamento-e-um-salto-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5739965080347962458'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5739965080347962458'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/tecnica-de-treinamento-e-um-salto-para.html' title='Técnica de treinamento é um salto para a saúde'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-3336027204971076641</id><published>2012-01-25T02:37:00.001-08:00</published><updated>2012-01-25T02:37:52.045-08:00</updated><title type='text'>Como Melhorar o Salto Vertical</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p&gt;A definição do salto  vertical é o alcance do salto  menos o alcance ereto. O &amp;quot;alcance  ereto&amp;quot; é quão elevado você pode  estender um braço acima de sua cabeça ao  manter os pés juntos e  completamente apoiados no chão. O alcance do salto, para  um verdadeiro  teste do salto vertical, é saltar em linha reta para cima sem dar   passada e tocar no ponto o mais elevado possível. Eu ouço falarem sobre  saltos  verticais acima de 40 polegadas (1 metro), mas aqueles não são  saltos verticais  verdadeiros. A maioria dos jogadores da NBA tem saltos  verticais na escala de 28 a 34 polegadas (70 a 85 centímetros). O mais  elevado que eu já testei foi de 361/2  polegadas (93 centímetros).  Ironicamente, não era um jogador de basquete,  mas um atleta olímpico de  salto triplo da Grécia.&lt;br&gt;                   Já que o salto vertical é  um movimento de explosão, a força e a potência necessitam ser desenvolvidos.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;FORÇA&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;                   Os exercícios de força são  movimentos lentos e controlados.&lt;br&gt;                   Os melhores exercícios de  força para aumentar o salto  vertical são: levantamento de peso (squats),  agachamento (lunges) e  degrau (step ups). Estes são os melhores porque são  movimentos  compostos, que trabalham as articulações do joelho e do quadril ao   mesmo tempo. Vamos examinar cada um destes exercícios.  É muito  importante que você compreenda como  cada um é executado, como descrito  abaixo.&lt;/p&gt;                 &lt;strong&gt;SQUATS (Agachamento com Peso)&lt;br&gt;                 &lt;/strong&gt;                 &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bolar.com.br/imagens/ce_sv_squats.jpg" width="130" align="left" height="162" hspace="10"&gt;Os  Squats representam o melhor exercício que um atleta pode fazer para  a  força se for executado corretamente. Se não, pode se tornar o exercício  mais  perigoso. Ao trabalhar com atletas jovens, eu vejo que 9 de 10  executam squats  incorretamente. Isto conduzirá a lesões musculares, não  à melhoria do  desempenho atlético. Antes de tentar squats, mande um  profissional  especializado analisar a sua técnica para certificar-se de  que está basicamente  correta. Concentre-se na técnica, não em quanto  peso você pode levantar.&lt;br&gt;                     &lt;br&gt;                     &lt;br&gt;                 &lt;/p&gt;                 &lt;p class="tit_prod_index"&gt;&lt;strong&gt;STEP UPS (Degrau)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bolar.com.br/imagens/ce_sv_stepsups.jpg" vspace="5" width="129" align="left" height="81" hspace="10"&gt;STEP  UP é executado com anilhas e uma caixa ou um banco (geralmente  com 16    a 18 polegadas de altura - 40 a 45 centímetros). Estando em uma  posição ereta e segurando as  anilhas, você pisa sobre a caixa ou o  banco numa altura que ponha o seu joelho  em um ângulo de 90 graus. Faça  10 repetições com uma perna e repita com a  outra.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;                       &lt;br&gt;                   LUNGES&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;    &lt;br&gt;   &lt;img src="http://www.bolar.com.br/imagens/ce_sv_lunges.jpg" width="94" align="left" height="98" hspace="10"&gt;Os  lunges podem ser feitos segurando anilhas ou com uma barra com  anilhas  na parte superior das costas. Estando em uma posição ereta, dê uma   passada tão distante para frente quanto possível sem qualquer inclinação  da parte  superior do corpo para frente até seu joelho dianteiro estar  em um ângulo de 90  graus. Então retorne à posição original com uma  passada.  Faça isto 10 vezes com uma perna, então 10  com a outra.  Os  steps e os lunges  complementam os squats porque trabalham cada perna  independentemente.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;                   EXERCÍCIOS DE POTÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;                   Os exercícios de potência  envolvem movimentos rápidos  explosivos. Incluem o POWER CLEANS (levantamento de  peso), PLYOMETRICS  (exercícios pliométricos) e WEIGHTED BOX JUMPS (saltos na  caixa com  peso). Vamos examinar cada um destes exercícios.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;strong&gt;POWER CLEANS (Levantamento de Peso)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bolar.com.br/imagens/ce_sv_powercleans.jpg" width="123" align="left" height="77" hspace="10"&gt;O  Power Cleans é um exercício técnico muito avançado. É uma parte do   levantamento olímpico, o levantar e arremessar. Eu recomendo  expressamente o  auxílio de um especialista certificado de força e  condicionamento antes de  tentar levantar pesos.&lt;/p&gt;                 &lt;p&gt; &lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;PLYOMETRICS (Exercícios de Salto)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bolar.com.br/imagens/ce_sv_plyometrics.jpg" width="96" align="left" height="132" hspace="10"&gt;Pliometricos  são exercícios muito explosivos de saltitar, pular e  saltar. Trazem  juntos os componentes da força e da velocidade para o aumento da   potência. Pliométricos devem ter o esforço máximo para se obter  resultados. A  prática do salto vertical máximo aumentará o salto  vertical.&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;                       WEIGHTED BOX JUMPS (Salto em Plataformas)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p&gt;&lt;img src="http://www.bolar.com.br/imagens/ce_sv_weighted_box_jumps.jpg" width="82" align="left" height="67" hspace="10"&gt;Os  saltos em plataformas cada vez mais altas são uma forma de pliometria.   Uma caixa de salto de qualidade deve ser resistente e possuir área de   aterrizagem de 2 x 2 pés (60 x 60 centímetros). A caixa deve ser de 16 a  32 polegadas de altura, dependendo da habilidade do praticante.  Você  segura pesos leves em suas mãos (comece com 5 a 10 libras - 2 a 4  Kilogramas) com seus braços esticados durante  todo o exercício. Fique  na frente da caixa e salte tão alto quanto possível,  aterrizando o mais  suave possível. Desça e repita por 3 vezes conjuntos de 10  saltos.  Isto deve ser feito duas vezes por semana. Nunca aterrize com seu   quadril mais baixo do que seus joelhos e sempre se concentre em cada   salto.  (Músculos das coxas contundidos  doem!).&lt;br&gt;                   Com treinamento  consistente e apropriado, eu vi  atletas jovens aumentarem seu salto vertical em  até 6 polegadas (15  centímetros) em um verão.&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-3336027204971076641?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/3336027204971076641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/como-melhorar-o-salto-vertical.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3336027204971076641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3336027204971076641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/como-melhorar-o-salto-vertical.html' title='Como Melhorar o Salto Vertical'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-2268735738081221454</id><published>2012-01-18T05:06:00.001-08:00</published><updated>2012-01-18T05:06:19.142-08:00</updated><title type='text'>Fundamentos do Treinamento de Força Muscular</title><content type='html'>&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nesta edição atualizada, revisada e ampliada de &lt;b&gt;Fundamentos do Treinamento de Força Muscular&lt;/b&gt;,  dois dos maiores especialistas mundiais em treinamento de força  exploram a utilização do conhecimento científico no desenvolvimento de  programas de treinamento personalizados. Os autores cobrem o treinamento  de força, a bioenergética e as adaptações dos sistemas muscular,  nervoso e cardiovascular e discutem os sistemas básicos de treinamento e  as prescrições de programas com o objetivo de melhorar a força, a  potência e a resistência aeróbia. Este livro o auxiliará a: &lt;p&gt;    &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Elaborar, com base científica, programas de treinamento de força individualizados.    &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Modificar e adaptar programas para atender às necessidades de populações especiais.    &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Compreender como a prescrição de exercício funciona na prática.&lt;p&gt;            Esta é uma ferramenta fundamental para treinadores,  professores e estudantes que desejam ampliar seu conhecimento e obter  sucesso na elaboração de programas de treinamento de força. 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Artmed 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;STEVEN J. FLECK &amp;amp; WILLIAM J. KRAEMER 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8536306459 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2006 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;3 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;375 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Grande 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/231315/fundamentos+do+treinamento+de+forca+muscular/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  			&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-2268735738081221454?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/2268735738081221454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/fundamentos-do-treinamento-de-forca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2268735738081221454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2268735738081221454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/fundamentos-do-treinamento-de-forca.html' title='Fundamentos do Treinamento de Força Muscular'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-3708524403782883893</id><published>2012-01-16T04:14:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T04:14:51.048-08:00</updated><title type='text'>Flexibilidade na natação</title><content type='html'>&lt;br&gt;É na natação, sem dúvida, que se pode encontrar a maior quantidade de trabalhos demonstrando evidências de como a flexibilidade pode influenciar no desempenho de uma modalidade esportiva. Cureton (1941), já na década de 30, documentava a grande associação entre flexibilidade e nadadores de uma forma geral. Em 1932, realizou diversas medidas nas equipes olímpicas do Japão e Estados Unidos, observando nítida vantagem para os primeiros, donos dos melhores resultados na competição realizada naquela ocasião. Comparando, ainda, nadadores olímpicos com universitários, constatou que estes últimos eram, em média, 11,4% menos flexíveis na articulação do tornozelo e 7,7% menos flexíveis nos ombros. Corroborando essas observações, Araújo (1999) comparou atletas de diversas modalidades entre si e com não atletas, evidenciando que os praticantes de natação encontravam-se entre os mais flexíveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Em 1976, com os Jogos Olímpicos de Montreal, a atenção dos pesquisadores foi despertada novamente pela natação, devido aos resultados alcançados pelas nadadoras da então República Democrática Alemã. Métodos sofisticados de medida e avaliação de nadadores foram desenvolvidos, objetivando discriminar potencialidades e orientar o praticante segundo suas características fisiológicas e antropométricas (Marino, 1984). A flexibilidade, invariavelmente, toma parte nesses instrumentos (Colman, Desmet, Daly &amp;amp; Persyn, 1989a). &lt;br&gt; &lt;br&gt;Um bom exemplo pode ser encontrado no sistema de avaliação do Leuven Evaluation Center (Bélgica) para predizer o sucesso do nadador, com base em parâmetros como somatotipo e condição atual, aliada ao treinamento de qualidades como a força, a resistência e a flexibilidade (Persyn, 1984; Persyn, Tilborgh, Daly, Colman, Vijfvinkel &amp;amp; Verhetsel, 1988; Daly, Persyn, Van Tilborgh &amp;amp; Riemaker, 1988). Esta última e os tipos de treinamento que se propõem a melhorá-la têm um peso ponderado de quase 30% no valor de predição. Assim, a flexibilidade aparece como fundamental para o bom rendimento do nadador, desejável por permitir um melhor aproveitamento de sua força, velocidade e coordenação.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O tipo específico de mobilidade vai depender do estilo do nado. Geralmente, encontramos maiores graus nos tornozelos e ombros (Sprague, 1976; Rodeo, 1985). Tornozelos flexíveis significam uma maior possibilidade de aplicação efetiva de força na fase propulsiva da Flexibilidade e esporte pernada em todos os estilos. Nos nados 'crawl', borboleta e costas, a boa flexão plantar permitirá que os pés do nadador fiquem em boa posição para impelir a água para trás e para baixo ('crawl' e borboleta) ou para cima (costas), em uma angulação mais favorável à propulsão. Já no estilo de peito, o movimento do tornozelo é mais importante na flexão dorsal, uma vez permitindo um posicionamento mais precoce e eficiente dos pés para a aplicação da força (Marino, 1984).&lt;br&gt; &lt;br&gt;No nado de peito isso ainda é mais crítico, pelo fato da pernada ser a fase mais importante da propulsão. Vervaecke &amp;amp; Persyn (1979) sugerem que, entre os melhores nadadores, a capacidade de execução do gesto de forma tecnicamente eficiente parece resultar de uma flexibilidade particularmente desenvolvida nas articulações de tornozelos, aliada ao tamanho da superfície dos pés. Ainda com relação a esse estilo, Colman, Daly, Desmet &amp;amp; Persyn (1989b) propõem ser a flexibilidade a principal determinante da ondulação característica que lhe é característica. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Hay (1978) acrescenta que a flexibilidade dos tornozelos, em muitos aspectos, pode ser mais importante para a propulsão na natação que a própria força muscular. O autor justifica essa proposição pelo fato de que a potência da pernada seria muito mais definida pela técnica de execução e pela boa angulação de aplicação da força, do que pela potência muscular em si. A vantagem de uma boa técnica de execução de movimento de pernas, aliada a uma boa flexibilidade poderia equivaler a mais de 50% da propulsão obtida. No uso de braços, ombros e tronco, a maior mobilidade articular auxiliaria porque os movimentos poderiam ser realizados mais facilmente, sem perturbar a posição do corpo na água. Como exemplo, temos a fase de recuperação da braçada no nado 'crawl' – para recuperar o braço e passá-lo por cima da água, sem tocá-la, um nadador com pouca flexibilidade seria obrigado a realizar uma rotação maior de seu corpo, efetuando um percurso de braço mais longo do que faria um nadador maior flexibilidade de ombros. Isso resultaria em uma maior reação – empuxo lateral – de suas pernas, dificultando sua progressão e diminuindo a eficiência da pernada. Uma boa flexibilidade de ombros também facilita a recuperação da braçada no nado borboleta, além de ser crucial no nado de costas durante a fase de puxada (Marino, 1984).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O valor da flexibilidade para a natação de forma geral pode ser percebido em vários outros estudos. Vervaecke &amp;amp; Persyn (1981), por exemplo, compararam homens e mulheres em relação a variáveis que consideraram importantes para o bom desempenho. A comparação partiu da premissa de que as mulheres seriam relativamente mais eficientes do que os homens na natação, uma vez que as diferenças de rendimento entre os dois sexos são menores do que em outras atividades esportivas. Os autores concluíram que, se os homens revelam-se mais fortes e com maiores superfícies de mãos e pés, teriam flutuabilidade equivalente, enquanto seriam menos flexíveis do que as mulheres, especialmente na articulação do tornozelo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Pode-se, ainda, citar os estudos de Persyn, Daly &amp;amp; Vervaecke (1983), sobre a influência dos padrões de flexibilidade nas variações de execução do nado 'crawl' em nadadores de elite ou de Chatard, Lavoie &amp;amp; Lacour (1990), examinando a economia de gestos na execução dos diversos estilos, ou de Skipka, Rader &amp;amp; Wilke (1986), propondo que problemas de simetria na execução das técnicas de natação poderiam, na maior parte dos casos, ser creditados a perfis de flexibilidade igualmente assimétricos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://portalsaudebrasil.com/artigos/artigo0131.pdf"&gt;Retirei daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-3708524403782883893?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/3708524403782883893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/flexibilidade-na-natacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3708524403782883893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3708524403782883893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/flexibilidade-na-natacao.html' title='Flexibilidade na natação'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-1971152169539981314</id><published>2012-01-16T04:05:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T04:05:28.892-08:00</updated><title type='text'>Saiba tudo sobre a qualidade física: velocidade</title><content type='html'>A velocidade é uma característica neuromuscular que está presente em todas as situaçoes nos vários esportes. Popularmente, diz-se que a velocidade é uma capacidade de realizar movimento no menor espaço de tempo. Na física, diz-se que é a distância percorrida na unidade de tempo, e expressa-se pela fórmula:&lt;br&gt; &lt;br&gt;A velocidade é bastante específica e também relativa. Certas pessoas podem executar um movimento bem rápido e outro bem lento. Segundo diversos autores, citados por BARBANTI (1979), a transferência de velocidade somente ocorre quando os movimentos apresentarem coordenaçoes semelhantes. Em movimentos de coordenaçoes diferentes nao existe correlaçao entre suas velocidades. Isto, contudo, nao está bem definido, pois em certas pessoas destreinadas verificou-se uma grande transferência da velocidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A velocidade se constitui na base de vários esportes e mais precisamente no atletismo. Tudo se orienta pela velocidade, onde, pela diversificaçao de movimentos, a mesma pode ser diferenciada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2. CONCEITOS&lt;br&gt;&lt;br&gt; &amp;quot;É a máxima velocidade de movimento que pode ser alcançada&amp;quot;(Hollmann &amp;amp; Hettinger apud BARBANTI, 1979).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Capacidade de realizar um esforço de máxima freqüência amplitude de movimentos durante um tempo curto&amp;quot;(Chanon apud BARBANTI, 1979).&lt;br&gt; &lt;br&gt;&amp;quot;Qualidade que permite a execuçao de um movimento de intensidade máxima (rapidez), num mínimo de tempo -curta duraçao&amp;quot;. (ROCHA, 1978).&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;quot;Capacidade que temo o músculo de contrair-se ante a um estímulo e no menor tempo possível&amp;quot;(Risco apud BARBANTI, 1979).&lt;br&gt; &lt;br&gt;3. CLASSIFICAÇAO&lt;br&gt;&lt;br&gt;VELOCIDADE MOTORA&lt;br&gt;&lt;br&gt;Velocidade de movimentos cíclicos ou acíclicos&lt;br&gt;&lt;br&gt;VELOCIDADE DE BASE&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com partes do corpo&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com movimentos do corpo todo&lt;br&gt;&lt;br&gt;Velocidade de movimentos com partes do corpo&lt;br&gt; &lt;br&gt;Velocidade de progressão (com movimentos do corpo todo)&lt;br&gt;&lt;br&gt;RESISTENCIA DE VELOCIDADE&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os movimentos acíclicos se caracterizam por nao apresentarem nenhuma repetiçao de partes de fases em seu processo de movimento. As atividades básicas de lançar, saltar, empurrar, levantar, sao exemplos típicos de movimentos acíclicos. No esporte temos diversos exemplos como o drible, o soco, o saque, a prática do tênis de mesa, que sao realizados com velocidade. Estes movimentos nunca se repetem da mesma forma.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os movimentos cíclicos sao aqueles que mostram repetiçoes de fases. A maioria dos movimentos de locomoçao sao cíclicos, como o andar, correr, nadar, remar, andar de bicicleta, etc.. Em alguns esportes exige-se uma rapidez de movimentos cíclicos com partes do corpo. Por exemplo: canoagem, ciclismo, no trabalho à manivela ergométrica, etc.. Em outros esportes há uma característica de velocidade de progressao, que é a velocidade de todo o corpo ou organismo ao percorrer uma distância, como, por exemplo, no remo, nas corridas de velocidade no gelo, na nataçao, etc..&lt;br&gt; &lt;br&gt;O fator comum entre todos os tipos de velocidade é a velocidade de base. Segundo Hill apud BARBANTI (1979), a velocidade de base se caracteriza pela máxima capacidade de deslocamento na unidade de tempo sem perdas aparentes de energia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para o mesmo autor, na corrida, essa velocidade alcança uma distância de aproximadamente 60m. Acima desta distância entra o fator resistência, que já denominamos de resistência de velocidade ou velocidade prolongada, ou, somente, velocidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para GIRALDES (1978), a velocidade de base depende dos seguintes fatores ou condiçoes:&lt;br&gt;&lt;br&gt;- força pura;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- coordenaçao;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- velocidade de contraçao da musculatura;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- viscosidade das fibras musculares;&lt;br&gt; &lt;br&gt;- relaçao das alavancas tronco-extremidades;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- capacidade de reaçao ante a um estímulo apropriado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A velocidade de base é um fator herdado, portanto, um indivíduo nasce com ou sem uma boa velocidade de base, mas nunca se nasce um velocista.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Existem outras classificaçoes de diversos autores, entretanto, definiremos à seguir, alguns tipos de velocidade que consideraremos importantes para nosso conhecimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Velocidade de reaçao é o tempo decorrido entre um sinal até o movimento muscular solicitado (Steinbach apud FERNANDES, 1981).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Velocidade de deslocamento- é a máxima velocidade que tem o atleta para se deslocar dentro de um espaço (FERNANDES, 1981).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Velocidade dos membros- é a máxima capacidade que tem o atleta para movimentar com rapidez seus braços e pernas (FERNANDES, 1981).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Velocidade de sprint- é a capacidade de executar movimentos cíclicos com bastante rapidez (BARBANTI, 1979).&lt;br&gt;&lt;br&gt;4. CARACTERíSTICAS FISIOLOGICAS&lt;br&gt;&lt;br&gt;A velocidade depende da perfeita relaçao do sistema neuromuscular. O sistema nervoso central (SNC) regula os processos que acionam as diferentes musculaturas com o seguinte procedimento: os nervos sensitivos ou receptores recebem os estímulos e, através dos nervos aferentes, transferem o estímulo para o SNC , onde se processa a ordem a ser transmitida às massas musculares correspondentes. Esta ordem é enviada pelos nervos eferentes aos fascículos musculares através da placa motora terminal, havendo uma excitaçao do músculo, originando uma atividade muscular, realizando, entao, o movimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Do ponto de vista bioquímico, a velocidade depende da quantidade de ATP no músculo e da rapidez da sua decomposiçao sob influência de impulsos nervosos, ou, ainda, do tempo de ressíntese do ATP. Como os movimentos sao rápidos, a ressíntese do ATP só se dá, quase que exclusivamente, por mecanismos anaeróbios, ou seja, o fosfato creatina (CP) e o metabolismo glicolítico(Jacolew apud BARBANTI, 1979).&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com Volkov apud BARBANTI (1979), nas corridas de até 200m e em nataçao até 50m, os mecanismos anaeróbios participam com mais de 90%. Forma-se, entao, um grande débito de oxigênio, que só é removido após um longo tempo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A velocidade independe do biótipo. Há indivíduos bastante altos e velozes e outros baixos e com grande grau de velocidade. Contudo, os indivíduos dotados de membros grandes, especialmente as pernas, devem ser mais rápidos, como conseqüência de condiçoes de trabalho mais favoráveis das alavancas ósseas((Cureton apud BARBANTI, 1979).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Karpovich apud BARBANTI (1979), argumenta que, nas atividades de destreza, a velocidade depende principalmente do estabelecimento de reflexos condicionados, mas nas corridas, depende simplesmente do fato da reduçao do tempo necessário para uma contraçao e um relaxamento muscular completos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Um aumento de 20% na velocidade de contraçao é causado por um aumento de 2 graus centígrados na temperatura corporal. Forte queda do valor do PH intracelular pode diminuir a velocidade de contraçao (Hill apud BARBANTI, 1979).&lt;br&gt; &lt;br&gt;O comprimento da fibra muscular também é importante. Segundo LEIGHTON (1987), uma fibra muscular mais longa pode contrair-se mais rapidamente do que a fibra de tamanho menor.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Sabemos que o músculo, órgao que tem a propriedade de contrair-se sob a influência de estímulos, está constituído por dois tipos básicos de fibras, conforme a menor ou maior quantidade de mioglobina.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As fibras oxidativas, vermelhas ou escuras, que sao ricas em mioglobina,; sao de contraçao mais lenta, assim como seu estímulo; possuem uma ramificaçao nas terminaçoes nervosas e sao encontradas em maior volume nos indivíduos com tendência à resistência (trabalho aeróbio em geral).&lt;br&gt; &lt;br&gt;As fibras glicolíticas, claras ou brancas, sao pobres em mioglobina; fatigam-se rapidamente; provêm de ramos nervosos relativamente mais grossos; o número de estímulos por minuto é maior e sao encontradas em indivíduos com tendência à velocidade (trabalho anaeróbio).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Está constatado entao, que pessoas com tendência à resistência possuem maior quantidade de fibras vermelhas ou tônicas do que aquelas que tem tendência à velocidade, que possuem maior quantidade de fibras brancas ou fásicas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Baseado neste fenômeno, há duas correntes:&lt;br&gt;&lt;br&gt;a. uma que parece-nos contar com uma grande parte dos estudiosos, defende a hipótese de que o indivíduo nasce com determinado tipo de fibra muscular com predominância do tipo tônica ou fásica ou, até mesmo, pode ter uma igualdade do tipo de fibras, permanecendo assim em toda a sua existência, nao havendo métodos de treinamento capazes de modificar esta estrutura inata.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Desta maneira, uma biópsia muscular orientaria um atleta para sua especialidade, dependendo da predominância do tipo de fibra muscular.&lt;br&gt;&lt;br&gt;b. outra, defende o fato de que através do treinamento é possível transformar a constituiçao dos elementos da fibra muscular. Dizem que um tipo de fibra muscular pode transformar-se em outro, dependendo da atividade física.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5. VELOCIDADE EM RELAÇAO A IDADE E SEXO&lt;br&gt;&lt;br&gt;HOLLMANN &amp;amp; HETTINGER (1983), segundo os resultados das medidas da velocidade máxima afirmam que, tanto para um movimento segmentar como para a velocidade de corrida de 30m (máxima), com tensao prévia em saídas de bloco, a velocidade em movimentos aumenta ininterruptamente dos 7 aos 17 anos de vida, mas sobretudo, entre os 8 e os 14, 15 anos. GIRALDES (1978) comenta que as diferenças específicas do sexo se manifestam na puberdade e que é o menino que apresenta maiores possibilidades de rendimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;HOLLMANN &amp;amp; HETTINGER (1983) acrescentam ainda que, depois dos 14, 15 anos surge uma estabilizaçao ou até mesmo um ligeiro decréscimo da velocidade de movimento, ao passo que a freqüência de movimentos aumenta sensivelmente entre os 8 e os 11 anos. O aumento da velocidade básica nesta idade é condicionado, sobretudo, devido ao aumento da potência e da força estática. Assim sendo, adquire-se a velocidade entre os 7 e 12 anos, pela utilizaçao de métodos de treinamento da elevaçao da freqüência de passos e da velocidade de movimentos. Em se tratando de pessoas de 12 a 15 anos, o treinamento subsequente de velocidade deveria ser feito aumentando-se a freqüência e a força estática.&lt;br&gt; &lt;br&gt;De acordo com, Thorner apud GIRALDES (1978), a velocidade de reaçao se aperfeiçoa até os 25 anos, permanecendo constante até, aproximadamente, os 60 anos, para depois decrescer. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-1971152169539981314?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/1971152169539981314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/saiba-tudo-sobre-qualidade-fisica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1971152169539981314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1971152169539981314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/saiba-tudo-sobre-qualidade-fisica.html' title='Saiba tudo sobre a qualidade física: velocidade'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-265712857186947490</id><published>2012-01-16T04:02:00.001-08:00</published><updated>2012-01-16T04:02:43.724-08:00</updated><title type='text'>Manual do Técnico Desportivo - M. Guarino</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;img alt="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/128929.jpg" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/128929.jpg"&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Manual do Técnico Desportivo - traz importante análise sobre o tema abordado.    Excelente fonte de pesquisa. 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Ícone 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;M. GUARINO 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8527403943 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;1996 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;1 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;138 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Médio 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/128929/manual+do+tecnico+desportivo/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-265712857186947490?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/265712857186947490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/manual-do-tecnico-desportivo-m-guarino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/265712857186947490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/265712857186947490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/manual-do-tecnico-desportivo-m-guarino.html' title='Manual do Técnico Desportivo - M. Guarino'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-3407884526232889460</id><published>2012-01-08T13:11:00.001-08:00</published><updated>2012-01-08T13:11:27.780-08:00</updated><title type='text'>Algumas caracteristicas do goleiro no futebol</title><content type='html'>&lt;br&gt;O goleiro talvez tenha um dos papéis que mais exigem de um jogador de  futebol. A área de pênalti é de seu domínio e ele tem que decidir como  responder aos desafios. O goleiro faz muito mais do que deter os chutes,  ele é parte fundamental da equipe. Ele deve então, nos treinamentos  diários e ao longo do decorrer de sua atividade tem que desenvolver sua  técnica.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O goleiro em grande importância do ponto de vista tático, por estar de  frente para o jogo o goleiro possui o privilégio de ter ampla visão da  partida, sendo assim, tem a incumbência de comandar sua defesa e se  possível à equipe toda para isso deve ter um grande entrosamento com os  colegas de equipe .O goleiro deve dominar totalmente sua área de meta,  sua presença deve impor respeito e confiança a seus companheiros, ele  deve estar em condições de defender todas as bolas que forem sobre a sua  área, sob pena de fracasso total na sua função.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://urub.us/719"&gt;Veja DVD de TREINAMENTO PARA GOLEIROS&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; Numa abordagem específica, a técnica é a primeira e mais importante  dentre todos os requisitos para um bom goleiro, os fundamentos técnicos  devem estar sempre prontos a serem exigidos em condições favoráveis .&lt;br&gt;&lt;br&gt;Algumas convicções citadas pelos mais graduados treinadores e atletas  devem ser consideradas para que o goleiro possa ter a sua carreira  coroada de êxito.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; A relação do goleiro com o futebol deve ser tão íntima como um grande caso de amor;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Qualquer carreira dependerá sempre da força de um desejo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; O objetivo definido vence todas as dúvidas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Ter muita paciência, pois sucesso leva tempo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Escolher grandes homens como exemplo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Acreditar e confiar sempre no seu treinador;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Não se resignar nas más fases;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Conhecer primeiramente as suas fraquezas;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Saber que toda realização tem o seu preço;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Escolha e cuide você mesmo do seu equipamento de jogo;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Aproveite todos os momentos para observar e aprender;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Acredite em si, mas não subestime o seu adversário;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; A segurança inspira confiança;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Uma perfeita colocação simplifica a defesa;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Os músculos e os reflexos devem sempre ser cuidados;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Não negligenciar na forma física;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Seja sóbrio, não enfeite a jogada;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Tenha sempre um perfeito domínio de si;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Treine muito as bolas rasteiras;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; O trabalho consciente é mais importante que a inspiração;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Não hesite em decidir, faça o mais rápido possível;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; Contar com a sorte, sim, mas, antes de tudo, treinar muito, sempre e seriamente. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-3407884526232889460?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/3407884526232889460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/algumas-caracteristicas-do-goleiro-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3407884526232889460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3407884526232889460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/algumas-caracteristicas-do-goleiro-no.html' title='Algumas caracteristicas do goleiro no futebol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-8281093523760291033</id><published>2012-01-07T03:05:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T03:05:46.521-08:00</updated><title type='text'>Treinamento Funcional no Futebol</title><content type='html'>&lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;Com o passar  dos anos a ciência aliada ao treinamento desportivo vem buscando  aperfeiçoar mecanismos de aplicação de treinamentos que busquem a  excelência em rendimento através de métodos específicos de cada  modalidade. Os esportes individuais no decorrer dos anos alcançaram&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; resultados mais diretos na busca pela especificidade da manipulação das&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; cargas de treinamento comparado aos esportes coletivos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;O futebol, dos esportes coletivos, sempre foi a modalidade que mais&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; impõe barreiras para a implantação de técnicas novas de treinamento que&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; visam não somente alto rendimento individual e coletivo, mas geram uma&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; adaptação ao organismo do atleta, proporcionando uma maior equilíbrio&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; muscular e com isso um menor risco de lesões muscular e articular.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;O treinamento funcional tem como foco dentro do futebol dois objetivos&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; claros e interdependentes:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; 1- Melhora do movimento específico do futebolista durante as fases&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; mais intensas e decisivas do jogo;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;span style="color:#000000"&gt; 2- Um maior equilíbrio das cadeias musculares, minimizando com isso&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; as chances de dores e lesões inerentes ao futebolista.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;As vertentes que compõe o treinamento funcional dentro do futebol são:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;Treinamento de Força, core e Propriocepção.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0)"&gt;&lt;img class="alignright size-full wp-image-2152" src="http://fisiologistas.files.wordpress.com/2010/10/dsc01405-copia.jpg?w=560" alt=""&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt; &lt;span style="color:#000000"&gt;A força é aplicada com o principal objetivo de melhora da resposta&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; muscular aos movimentos mais intensos e específicos do jogo. O treinamento&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; de força tem como função primária melhorar a ação motora do futebolista&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; dentro dos treinamentos e jogos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;O futebol é um esporte misto e intermitente,&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; onde o atleta realiza diversas ações musculares intensas e curtas com longas&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; pausas para as novas ações. As ações motoras na fase ativa da partida, na&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; maior parte das vezes, são realizadas através de movimentos rápidos e&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; intensos com ação específica dos grandes grupos musculares.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;A manipulação dos exercícios de força pretende dentro do futebol, criar&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; uma adaptação ao atleta, para poder realizar os movimentos com mais&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; intensidade e segurança, prorrogando ou diminuindo a chance de fadiga&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; muscular. As manifestações de força do futebolista são força máxima, força&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; explosiva e resistência de força explosiva.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; Para o futebolista poder desempenhar o seu melhor desempenho&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; através do treinamento de força, o fortalecimento das suas articulações e bem&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; como seu centro de equilíbrio e controle deve ser treinado e aprimorado&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; através do treinamento do core e da propriocepção.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;A região do core pode ser entendida com a conexão entre os membros&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; superiores e inferiores, se tornado a base do movimento de cada indivíduo,&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; pode ser entendido como o produto de um controle motor e da capacidade&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; muscular do complexo quadril-lombar-pelve.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; Os movimentos realizados pelos membros são iniciados e&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; posteriormente equilibrados pela região do core. Com o core bem equilibrado e&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; fortalecido, o futebolista conseguirá realizar as ações musculares com maior&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; segurança, gerando mais força com menos gasto de energia e&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; conseqüentemente uma menor possibilidade de fadiga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;Contudo por mais força que o atleta conseguir realizar pelos membros e&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; por mais fortalecido e equilibrado estiver a região do core, de pouco adianta se&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; as articulações específicas não forem treinadas e fortalecidas da forma pontual&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; e correta. A propriocepção tem como principal característica o fortalecimento&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; das articulações correspondentes ao futebolista (tornozelo, quadril e joelho).&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0)"&gt;&lt;img class="alignleft size-full wp-image-2153" src="http://fisiologistas.files.wordpress.com/2010/10/dsc01720-copia.jpg?w=560" alt=""&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt; &lt;span style="color:#000000"&gt;A propriocepção não age isoladamente na articulação, ela fortalece&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; também a musculatura que compõe cada articulação. O fortalecimento articular&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; através da propriocepção acontece através da estimulação dos receptores&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; (especialmente os mecanorreceptores), da estimulação ao fuso muscular e ao&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; órgão tendinoso de Golgi.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;O treinamento funcional dentro do futebol é realizado dentro dessas três&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; vertentes (força, core e propriocepção). A principal diretriz para a aplicação&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; treinamento funcional dentro do futebol é conseguir aplicar cada uma das&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; vertentes de forma específica, simulando os exercícios com gestos iguais ou&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; parecidos com os realizados pelos futebolistas dentro dos treinos e jogos.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;Os exercícios para serem específicos devem ser realizados pelos&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; grupamentos musculares específicos dos futebolistas, com a alta intensidade,&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; com a velocidade de movimento parecida com a de jogo, e com a freqüência&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; de movimentos próxima a da realidade encontrada em uma partida de futebol.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; É possível o treinamento de forma integrada, com as três vertentes do&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; treinamento funcional estimuladas ao mesmo tempo, ou isolando cada uma das&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; vertentes em cada sessão de treino, essa divisão é pedagógica e pode evoluir&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; de acordo com aceitação e evolução dos atletas.&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;O treinamento funcional dentro do futebol não prioriza a prevenção de&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; lesões em detrimento ao alto rendimento, ele contribui para os dois objetivos&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; agirem em conjunto proporcionando ao futebolista moderno um maior&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt; fortalecimento e equilíbrio muscular, potencializando o rendimento de forma&lt;/span&gt;&lt;span style="color:rgb(0,0,0)"&gt; complexa e específica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;Por Sandro Sargentim&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:left"&gt;&lt;span style="color:#000000"&gt;&lt;a href="http://fisiologistas.wordpress.com/colunas/colunas-sandro-sargentim/futebol-e-o-treinamento-funcional/"&gt;FONTE&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-8281093523760291033?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/8281093523760291033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/treinamento-funcional-no-futebol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8281093523760291033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8281093523760291033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/treinamento-funcional-no-futebol.html' title='Treinamento Funcional no Futebol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-7214314059040524024</id><published>2012-01-07T03:03:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T03:03:18.046-08:00</updated><title type='text'>Processo de ensino-aprendizagem-treinamento nos jogos esportes coletivos</title><content type='html'>&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;As discussões relacionadas aos processos de EAT nos jogos esportivos coletivos (JEC) têm aumentado consideravelmente nos últimos anos. Muitos são os contrapontos existentes entre as diversas correntes pedagógicas. Alguns autores defendem o modelo tradicional, centrado nas técnicas (BORSARI, 1989; KÄSLER, 1978; PAULA, 1994). Outros (BAYER, 1994; GRAÇA E OLIVEIRA, 1998; GRIFFIN &lt;a href="http://et.al"&gt;et.al&lt;/a&gt;., 1997) defendem uma pedagogia de ensino relacionada ao modelo situacional- ativo centrado nas formas jogadas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Giménez (1999) enfatiza que o modelo tradicional centra-se em progressões de exercícios, tanto de assimilação como de aplicação no desenvolvimento das técnicas esportivas fundamentais, antes de abordar os aspectos táticos e de praticar o jogo em situação real. Já o modelo situacional-ativo associa-se à pedagogia do descobrimento e está fundamentada na proposta de experiências lúdicas vinculada ao contexto real de jogo desde o primeiro momento.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Os JEC ocupam um lugar importante no quadro da cultura desportiva contemporânea (GARGANTA, 1998b). O esporte, por meio dos JEC, se estabeleceu como um fenômeno cultural, sua presença é assídua em clubes, escolinhas e principalmente nas aulas de Educação Física (EF). Porém, a dimensão sob a qual ele é ensinado, tem deixado algumas lacunas a serem preenchidas no que diz respeito à sua dimensão tática.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Read e Devis &lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; Graça (1998) apontam que:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;blockquote style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      [...] O ensino dos jogos esportivos coletivos tem sido concebido   predominantemente como um processo de transmissão das técnicas básicas do   jogo, apresentadas normalmente de uma forma descontextualizada e privilegiando   os aspectos da realização motora dos gestos em detrimento dos aspectos do   seu uso em situação [...] (p. 27)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Muitos professores de EF e treinadores baseiam seu ensino centrado nas técnicas, fragmentadas em partes, do simples ao complexo, não vivenciando situações reais de jogo. Para Griffin et. al.(1997) esta abordagem focaliza o ensino das habilidades como um meio para responder à pergunta "como é feito?".&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    De acordo com a natureza intrínseca dos JEC e a utilização, por parte dos praticantes, não apenas de certas habilidades (reprodução de gestos técnicos), torna-se necessário o esclarecimento das concepções de ensino. Constantemente o praticante necessita responder às incertezas produzidas no ambiente de jogo e para isto ele sempre deverá apresentar atitudes tático-estratégicas. Neste sentido este trabalho tem como objetivo esclarecer aspectos que promovam uma reflexão nas intervenções dos professores, capazes de auxiliar o processo de EAT destes esportes.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;2.     O que se ensina?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    No intuito de identificar características comuns dentro das práticas motoras em geral e nos jogos esportivos em particular, diversos autores, dentre os quais Bayer (1994), Moreno (1998 e 2000), Oliva (1995), Parlebas (2001) e Riera (1989), estabeleceram critérios para classificar as tarefas esportivas. Com essas classificações havia a intenção de apontar quais os princípios operacionais, a estrutura funcional e a lógica interna que regulam todas estas atividades.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Para estabelecer uma aproximação entre a metodologia de ensino a ser adotada e elaborada pelo professor de EF, assim como das características estrutural-funcionais do esporte, é que apresentamos a seguir um conjunto de critérios de classificações das práticas motoras. Para tanto, Gonzalez&lt;i&gt; &lt;/i&gt;(2004&lt;i&gt;)&lt;/i&gt; apresenta um sistema de classificação desenvolvido com base nos critérios de cooperação e relação de oposição com o adversário. Ao combinar estes dois critérios, o autor apresenta as seguintes categorias:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/b&gt;&lt;ul style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;Esportes     individuais em que não há interação com o oponente&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font&gt;:     são atividades motoras em que a atuação do sujeito não é condicionada     diretamente pela necessidade de colaboração do colega nem pela ação     direta do oponente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;Esportes   coletivos em que não há interação com o oponente&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font&gt;:   são atividades que requerem a colaboração de dois ou mais atletas, mas que   não implicam a interferência do adversário na atuação motora.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;Esportes   individuais em que há interação com o oponente&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font&gt;:   são aqueles em que os sujeitos se enfrentam diretamente, tentando em cada ato   alcançar os objetivos do jogo evitando concomitantemente que o adversário o   faça, porém sem a colaboração de um companheiro.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;Esportes   coletivos em que há interação com o oponente&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font&gt;:   são atividades nas quais os sujeitos, colaborando com seus companheiros de   equipe de forma combinada, se enfrentam diretamente com a equipe adversária,   tentando em cada ato atingir os objetivos do jogo, evitando ao mesmo tempo que   os adversários o façam.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;b&gt;Quadro 1&lt;/b&gt;. Classificação em função da relação de cooperação e oposição&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;table style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" border="1" cellpadding="4" cellspacing="1" width="569"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="15%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Esporte&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="42%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Com       interação com o adversário&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="44%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Sem       interação com o adversário&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="15%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Coletivo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="42%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Basquetebol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Futebol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Softbol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Voleibol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="44%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Acrosport&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Ginástica       rítmica desportiva (grupo)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Nado       sincronizado&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Remo&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="15%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Individual&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="42%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Badminton&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Judô&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Paddle&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Peteca&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Tênis&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td valign="MIDDLE" width="44%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Atletismo       (provas de campo)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Ginástica       olímpica&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Natação&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td colspan="3" valign="MIDDLE"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Fonte:       Gonzalez (2004)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Referindo-se exclusivamente aos esportes sociomotores é que Parlebas (1981) e Blasquez Sanchez (1983) &lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; Moreno (1998) apresentam uma classificação destes esportes relacionados ao uso do espaço (comum ou separado) e a forma de participação dos jogadores sobre o implemento do jogo (simultânea ou alternada).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Polton (1956) e Gentil (1972) &lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; Magil (1998, p.9) apresentam outra classificação de acordo com as demandas sobre as habilidades motoras, na qual as características do contexto/ambiente influenciam na execução dessas:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/b&gt;&lt;ul style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;Habilidades     motoras predominantemente fechadas:&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font&gt;     o ambiente é estável, ou seja, não muda enquanto a pessoa estiver     desempenhando a habilidade. O objeto sobre o qual se age não muda durante o     desempenho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;font&gt;Habilidades   motoras predominantemente abertas:&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font&gt; é   uma habilidade desempenhada em um ambiente não-estável, onde o objeto ou o   contexto varia durante o desempenho da habilidade.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Dentre todas estas classificações apresentadas para os JEC, destaca-se a realizada por Almond (1986) &lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; Griffin, &lt;a href="http://et.al"&gt;et.al&lt;/a&gt;. (1997). Nesta classificação estabelecem-se subcategorias para os JEC com interação que permitem agrupar as modalidades em função da semelhança dos princípios táticos básicos e da natureza dos problemas do jogo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;b&gt;Quadro 2.&lt;/b&gt; Categorias dos JEC com interação&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;table style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" border="1" cellpadding="7" cellspacing="1" width="389"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;     &lt;td height="21" valign="MIDDLE" width="33%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Invasão&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="21" valign="MIDDLE" width="33%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Rede/Parede&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="21" valign="MIDDLE" width="33%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Campo/Rebater&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;     &lt;td height="154" valign="MIDDLE" width="33%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Basquetebol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Handebol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;PóloAquático&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Futebol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Hóquei&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Rúgbi&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Futebol       Americano&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="154" valign="MIDDLE" width="33%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Voleibol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Badminton&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Tênis&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Tênis       de Mesa&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Squash&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td height="154" valign="MIDDLE" width="33%"&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Beisebol&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Softball&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;       &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0;margin-bottom:0" align="center"&gt;&lt;font&gt;Críquete&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;font style="font-family:arial,helvetica,sans-serif" face="tahoma" size="2"&gt; &lt;/font&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    As classificações apresentadas aqui têm duas grandes finalidades: a primeira delas está relacionada à compreensão de que os esportes possuem diferentes estruturas funcionais, o que desta forma, coloca exigências sobre os seus praticantes que não são comuns entre eles. Não se pode considerar que as exigências colocadas ao lançador de dardo são as mesmas impostas ao atleta que realiza um arremesso ao gol no handebol.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Já a segunda finalidade está centrada na compreensão de que o esporte, não tendo estruturas funcionais e exigências similares sobre a ação dos praticantes, necessite de um processo de EAT apropriado às demandas (motoras, cognitivas, regras, lógica interna, processamento de informação) que o esporte solicita. Não obstante, não se pode incorporar a mesma metodologia de ensino ao praticante de atletismo e a outro praticante de basquete. Então, ao falarmos em processo de EAT nos JEC, faz-se pertinente desenvolver o significado do que representa, enquanto natureza intrínseca, um esporte coletivo com interação de invasão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;    &lt;font&gt; &lt;/font&gt; &lt;/b&gt;&lt;blockquote style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;b&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;2.1.       Que esporte se está ensinando?&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    As especificidades atribuídas aos JECI, pelas suas classificações, exigem de seus praticantes atitudes inteligentes, na tentativa de solucionar os problemas que surgem nas inúmeras situações no transcorrer do jogo. "A aleatoriedade, a imprevisibilidade e a variabilidade de comportamentos e ações são fatores que concorrem para conferir a esse grupo de esportes características únicas, alicerçadas na inteligência e na capacidade de tomada de decisão" (GARGANTA E OLIVEIRA, 1996).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Muito mais do que a execução de habilidades motoras específicas, o aluno/praticante necessita, devido às características desses esportes (em particular os JECI), confrontarem os seus pensamentos com as situações problemas que surgem durante o jogo.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Oliva (1995) expressa que:&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      [...] em todos eles e desde o ponto de vista tático, são esportes onde o   meio ambiente sempre é instável e isto possibilita uma necessária   adaptação a esse meio, demandando uma atenção constante sobre o entorno e   sobre si mesmo, além de ser necessário tomar decisões que afetam o tipo de   execução e tendo que realizar em um curto período de tempo [...] (p. 86)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Nos JECI desencadeiam–se a todo momento situações diferentes e imprevisíveis. O fator interação está constantemente presente, surgindo entre os jogadores que disputam a partida um sentido de cooperação/comunicação (jogadores com o mesmo objetivo/companheiro) e oposição/contra-comunicação (defrontamento de objetivos/adversário).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    São fatores fundamentais dentro desse grupo de esportes o apelo à &lt;b&gt;cooperação &lt;/b&gt;entre os elementos da mesma equipe para vencer a oposição dos elementos da equipe adversária e o apelo à &lt;b&gt;inteligência&lt;/b&gt;, entendida como a capacidade de adaptação a novas situações, isto é, enquanto capacidade de elaborar e operar respostas adequadas aos problemas colocados pelas situações aleatórias e diversificadas que ocorrem no jogo (noção de adaptabilidade) (GARGANTA, 1998a). Pelo fato de serem atividades coletivas situacionais de interação direta, ricas em acontecimentos imprevisíveis, elas exigem do praticante uma gama de variabilidades, não somente nas respostas motoras, como principalmente nas demandas cognitivas (leitura da situação, escolha e seleção da ação a ser realizada).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Metzler (1987) &lt;i&gt;apud&lt;/i&gt; Garganta (1998a) aborda que nos JEC, um dos problemas fundamentais que se coloca ao indivíduo que joga é primeiramente tático. Isso significa que o praticante precisa resolver sucessivamente e simultaneamente nas situações, cascatas de problemas não previstos &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; na sua ordem de ocorrência, freqüência e complexidade. Além disso, ele deve confrontar esses problemas em ambientes altamente subjetivos, em que a leitura e interpretação dos estímulos que demandam sobre cada jogador tornam a realização de uma ação aparentemente "simples", como um passe, em algo complexo a ser realizado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Seqüencialmente os jogadores devem adaptar suas ações e comportamentos às situações apresentadas. Os sujeitos, por atuarem em um espaço de jogo comum, elevam o grau de incerteza nas situações apresentadas. Portanto, esses praticantes são levados a constantes ajustes em suas ações.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Uma categoria de esportes de habilidades preponderantemente abertas exige dos participantes adaptações regulares aos fatores externos no ambiente de jogo. O contexto se mostra instável na realização da ação motora, sendo marcado pela ação dinâmica e não repetitiva, onde as habilidades perceptivas e cognitivas assumem um destaque especial (REZENDE e VALDÉS, 2004).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;3.     Processando informações e tomando decisões&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Pelas classificações apresentadas e por sua natureza intrínseca podemos considerar que os JECI apresentam dentro do seu contexto interno, uma variabilidade de situações-problemas que estão recheadas de informações a serem filtradas e interpretadas. A riqueza de situações que surgem neste grupo de jogos requer dos seus praticantes a atenção a todo tipo de informação (motora, verbal, visual, sinestésicas), para conseguir tirar proveito sobre seus adversários na efetivação de uma ação motora. Pérez e Bañuelos (1997, p.47) apontam que "o ambiente esportivo está cheio de informações que devem ser captadas, selecionadas e interpretadas pelo atleta, para que possa aplicá-las na elaboração de seus projetos motores."&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A conferência da elaboração destes projetos motores acontece desde a captação da informação até o resultado motor. Nesse sentido, uma série de processos internos são ativados (consciente ou inconscientemente), para que o atleta consiga concretizar uma ação motora.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Na decorrência desses processos senso–motor, para uma regulação das condutas motoras, alguns autores (ABERNETHY, WANN e PARKS, 2000; MEINEL, 1987; SCHIMDT e WRISBERG, 2001) apresentam três mecanismos gerais que indicam o modo de funcionamento do planejamento mental, ou seja, como se manifestam estes processos internos na realização de uma ação motora. Estes mecanismos são: Mecanismo de Percepção que está relacionado à leitura ambiental da situação de jogo (posição dos companheiros, adversários, móvel, propriocepção), mecanismo de Tomada de Decisão, a escolha mental da ação a ser realizada (passo para este, me desmarco para receber, etc.) e Mecanismo de Execução, a realização motora propriamente dita.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;b&gt;Figura 1.&lt;/b&gt; Modelo de processamento de informação&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd157/ensino-nos-esportes-coletivos-de-invasao-01.jpg" border="0" height="199" width="595"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;Fonte: Adaptado de Pérez e Bañuleos (1997)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Estas demandas sobre o comportamento motor não são exigidas da mesma forma em todas as atividades. De acordo com o ambiente e as características das tarefas, a utilização destes mecanismos difere. Ou seja, ao realizar um passe no handebol, ao sujeito executante é necessário não somente coordenar os movimentos para a execução deste passe, mas também antes da realização desta ação, ele irá passar por um processo de percepção para avaliar qual é a melhor opção para passar a bola e de decidir de que forma e em que momento fará isto.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Diferentemente de um lançamento de dardo no atletismo, onde o mecanismo execução é o mais exigido, devido às características estrutural-funcionais dessa tarefa, a situação se apresenta estável, desde o início da preparação para o lançamento até o seu final, não precisando o sujeito tomar decisões, ou seja, alterar o seu planejamento inicial para realizar a ação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    As informações captadas, selecionadas, interpretadas e armazenadas influenciam significativamente a regulação dos movimentos. A ação de cada jogador está condicionada pela forma como ele recolhe as informações do ambiente e as utiliza. Este processamento informativo é o que dotará o atleta da compreensão da situação e favorecerá que aplique os recursos técnicos mais adequados à mesma situação (PÉREZ e BAÑUELOS, 1997).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A forma como a informação é tratada pelo jogador nos JECI irá influenciar a maneira como este atuará. Neste sentido é que o sistema senso–perceptivo ganha importância, ou seja, o jogador consegue decodificar mais rapidamente as informações presentes no ambiente, podendo acelerar os processos de tomada de decisão e execução sem que ocorra um déficit na escolha/ seleção e realização do ato tático.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Sabendo que os diferentes esportes reclamam de maneira diferente a participação dos mecanismos comentados, isto já deveria ser mais do que suficiente para considerar a maneira em que são treinados os desportistas nas múltiplas modalidades desportivas que conhecemos (PÉREZ e BAÑUELOS, 1997). Evidenciando que os JECI constantemente requerem uma grande demanda sobre o mecanismo de Tomada de Decisão, devido ao planejamento do jogador em relação a ação a ser realizada. O trabalho com este grupo de esportes deve estimular a capacidade de agir inteligentemente, não ignorando o comportamento cognitivo do sujeito.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Os JEC, por serem atividades ricas em situações imprevistas às quais o indivíduo que joga tem que responder (GARGANTA, 1998a), atribui um papel fundamental na capacidade decisional do atleta que, por conseguinte, precisa tomar constantemente inúmeras decisões, para solucionar os problemas que surgem devido a esta imprevisibilidade. As situações de jogo apresentadas não possuem uma previsibilidade, o que acaba exigindo do praticante que constantemente regule suas ações, pois, necessita ajustá-las as situações e fazendo-as de uma forma inteligente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;blockquote style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;   &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;      "A tomada de decisão joga um papel importante nas ações do atleta, pois a   realização de movimentos conscientes é sempre precedida de uma decisão"   (TAVARES, 1996, p.34). O praticante dos JECI se depara a todo o momento com   perguntas relativas a o que fazer? "Para quem passo a bola?" "Como vou   fazer para receber um passe?" "Qual o comportamento que devo ter para   tirar vantagem sobre a ação do meu adversário?" São algumas das   questões que os praticantes se defrontam constantemente durante uma partida.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/blockquote&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Abernethy, Wann e Parks (2000) consideram que o processo de tomada de decisão é a seleção do modo correto de agir, de acordo com as atuais circunstâncias, com o atual contexto e com as experiências passadas. No decorrer da elaboração da ação o atleta seleciona, dentro das inúmeras soluções mentais, qual será o produto final a ser visualizado.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Portanto, "a qualidade das decisões tomadas (em termos de velocidade e precisão) será obviamente influenciada pela qualidade da informação sensorial recebida e também pelo conhecimento do indivíduo acerca do contexto e das expectativas da experiência passada" (ABERNETHY, WANN e PARKS, 2000, p. 62). A maneira como o jogador capta e seleciona essas informações ambientais, reflete na qualidade da sua tomada de decisão e no tempo gasto para emitir uma resposta a tal situação.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Ao tomar decisões nos JECI, muitos são os fatores que influenciam esta seleção de qual ação realizar. Schimidt e Wrisberg (2001) exemplificam o número de alternativas estímulo-resposta; compatibilidade estímulo-resposta e quantidade de prática como alguns dos fatores que influenciam a reação na tomada de decisão.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Subjacente a pergunta sobre "como fazer", o jogador necessita saber "o que fazer", "quando fazer" e "porque fazer". Na constatação que os JECI requerem uma grande demanda sobre o mecanismo de Tomada de decisão, o jogador precisa processar as informações ambientais que lhe são colocadas para então organizar, programar e controlar a sua ação motora.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;4.     Conteúdos táticos&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Considerando as características atribuídas aos JECI, não obstante, se estabelece uma grande valorização sobre as demandas cognitivas (processamento de informação, tomada de decisão, tática individual, geral, grupal e coletiva). Nesse sentido, não se está atribuindo à centralidade no desenvolvimento das técnicas pertencentes a cada esporte, mas sim, com o desenvolvimento de um comportamento tático dos praticantes frente às situações-problema.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Griffin &lt;a href="http://et.al"&gt;et.al&lt;/a&gt;. (1997) afirmam que, embora a execução de habilidades motoras seja imprescindível para o desempenho no jogo, decisões apropriadas com relação ao "que fazer" nas situações de jogo são igualmente importantes. As habilidades motoras são específicas para cada esporte, contudo os problemas e princípios táticos podem ser transferíveis a todos os JECI.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Neste processo de EAT para uma consciência tática dos praticantes, Bayer (1994) apresentou os princípios operacionais que são comuns e idênticos a todos os esportes coletivos. Para esse mesmo autor, esses princípios constituem o ponto de partida, a base, pois representam a origem da ação, e definem as propriedades invariáveis. É por meio destes princípios que os jogadores conseguem organizar as suas ações no momento do jogo (objetivos parciais).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;b&gt;Quadro 3.&lt;/b&gt; Princípios operacionais dos JEC&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd157/ensino-nos-esportes-coletivos-de-invasao-02.jpg" border="0" height="298" width="597"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;Fonte: Bayer (1994 p.47)&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Seguindo essa linha, Lopez Leon (1997) e Lassierra et. al. (1993), especificamente com relação ao esporte handebol, e Griffim &lt;a href="http://et.al"&gt;et.al&lt;/a&gt;. (1997) para o futebol, apresentam comportamentos deliberados que cada jogador deveria ter para resolver os problemas táticos que surgem durante o jogo. Nessas intenções táticas se encontram os papéis e sub-papéis que os jogadores assumem aleatoriamente, de acordo com a situação de jogo: atacante com posse de bola (ACPB); atacante(s) sem posse de bola (ASPB); defensor direto do atacante com posse de bola (DACPB) e defensor(es) do(s) atacante(s) sem posse de bola (DASPB).&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Dentro de cada sub-papel encontram-se inúmeros comportamentos táticos que o jogador deve realizar quando se localizar, em virtude ao indeterminismo característico dos JECI, em cada um deles.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;b&gt;Quadro 4:&lt;/b&gt; Comportamentos táticos dos jogadores&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;margin-top:0pt;margin-bottom:0pt;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="center"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd157/ensino-nos-esportes-coletivos-de-invasao-03.jpg" border="0" height="277" width="591"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    A categoria das combinações táticas é outra etapa importante no processo de ensino aprendizagem para uma consciência tática nos JECI. Dois ou três jogadores coordenam as suas ações (soma de ações), para conseguir os objetivos de ataque ou de defesa. Em situações específicas, conseguem reconhecer e sincronizar as suas ações com as dos companheiros, a fim de superar os adversários. Especificamente no basquetebol, têm-se no ataque os bloqueios diretos, indiretos, estáticos e dinâmicos, passe e vai ou passar e seguir e triangulação, entre outras. Na defesa teríamos a ajuda e a troca defensiva como as mais simples.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Sobre a dimensão tática, ainda tem-se nos JECI, os sistemas de jogo que se constitui enquanto a organização/coordenação do comportamento de todos os jogadores de uma equipe dentro de um determinado tempo/espaço. Os JECI possuem três sistemas básicos de jogo: ataque, defesa e transição. O ataque pode ser posicional, de permuta ou livre. A defesa pode ser individual, zona ou mista e a de transição de defesa para o ataque pode ser direto ou indireto e do ataque para a defesa pode ser de pressão na 1ª linha ou na 2ª linha. São nos sistemas de jogo que surgem as especializações das funções onde cada praticante irá atuar.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    No que diz respeito à dimensão tática, esses conteúdos apresentados, em linhas gerais, são os conteúdos que necessitam serem ensinados. Dentro dessa dimensão, a tática individual, enquanto intenções táticas, as combinações táticas e os sistemas de jogo surgem como os conteúdos principais, visto que, contribuem diretamente no desempenho do jogador no momento em que atua dentro dos JECI.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Dois pontos neste momento surgem como importantes na elaboração do processo de EAT. O primeiro deles centra-se no como ensinar esses conteúdos, enquanto metodologia de ensino a ser utilizada, e o segundo focaliza-se no âmbito do quando ensiná-los, ou seja, um programa marco de aproximação progressiva para o ensino desses conteúdos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;5.     Considerações finais&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Pode-se evidenciar que um dos maiores problemas enfrentados pelos jogadores de JECI está na produção de incerteza do adversário sobre as ações táticas no jogo. No instante em que o jogador consegue eleger os sinais subjetivos e interpretá-los, cria-se a possibilidade de "decifrar" as ações do adversário, ou prever uma situação, permitindo-lhe antecipar seu comportamento. Assim, pode-se anular uma ação contrária ou tirar proveito de uma situação. Ao processar corretamente as informações aleatórias, múltiplas e inconstantes, presentes nos JECI, possibilita-se um melhor rendimento por parte do atleta sobre o jogo, isto na tentativa de facilitar, perante a seleção das informações que chegam a tomada de decisão a ser executada.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Para ensinar este grupo de esportes, em um processo no qual se estimule a capacidade de agir inteligentemente deve-se desenvolver no praticante uma consciência tática de pensar na ação a ser realizada. Que ele possa interpretar os estímulos que são apresentados e buscar a solução mental para então colocar em prática a ação motora. Jogar coletivamente de forma inteligente requer do praticante a capacidade de agir conscientemente.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    O que precisamos é encontrar um equilíbrio entre esta aprendizagem tática e a técnica. Lassierra &lt;a href="http://et.al"&gt;et.al&lt;/a&gt;. (1993) concluem que a técnica deve estar subordinada a tática, porém, sendo necessário como suporte dela. Os autores exemplificam que para haver uma atuação tática permanente enquanto se quica a bola, é imprescindível ter um controle unicamente sinestésico sobre a execução do movimento, a fim de utilizar-se o campo visual para as funções superiores da ação tática.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    O equívoco que aqui a maioria dos professores faz é considerar somente a técnica como necessária para jogar estes esportes excluindo completamente a dimensão tática. Muitos professores acreditam que o resultado é mais eficiente se permanecerem trabalhando nos modelos tecnicistas.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="line-height:150%;font-family:arial,helvetica,sans-serif" align="justify"&gt;&lt;font&gt;    Por meio deste artigo, buscou-se apontar subsídios (sinais relevantes) que direta ou indiretamente influenciem o processo de ensino treinamento nos JECI. Algumas considerações que devem ser relevantes ao se programar os conteúdos didáticos que serão ensinados por professores e treinadores, sejam em escolas, clubes e escolinhas. Ao apresentar as classificações que podem ser atribuídas aos esportes, à natureza intrínseca, o processamento de informação e a influência da tomada de decisão nos JECI, evidencia-se alguns argumentos que podem predicar a prática de intervenção para o EAT nessa categoria de jogos.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;Referências bibliográficas&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/b&gt; &lt;ul style="font-family:arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;ABERNETHY,     B. WANN, J. PARKS, S. Treinamento das habilidades perceptivo-motoras no     esporte. In: ELLIOT, B. &amp;amp; MESTER, J. (org.). &lt;i&gt;Treinamento no Esporte:     aplicando ciência no esporte. &lt;/i&gt;Guarulhos: Forte Editora, 2001.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;BAYER,     C. &lt;i&gt;O Ensino dos Desportos Colectivos. &lt;/i&gt;Lisboa: Dinalivro, 1994.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;BORSARI,     J. R. &lt;i&gt;Futebol de campo&lt;/i&gt;. São Paulo: GEU, 1989.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GARGANTA,     J. e OLIVEIRA, J. Estratégia e Táctica nos Jogos Desportivos Colectivos.     In: OLIVEIRA, J. e TAVARES, F. (org.).&lt;i&gt; Estratégia e Táctica nos Jogos     Desportivos Colectivos.&lt;/i&gt; Centro de estudos dos Jogos Desportivos.     Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física. Universidade do     Porto, 1996&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GARGANTA,     J. Para uma Teoria dos Jogos Desportivos Colectivos. In: GRAÇA, A. e     OLIVEIRA, J. (ed.). &lt;i&gt;O Ensino dos Jogos Desportivos.&lt;/i&gt; 3 ed. Ed. Centro     de Estudos dos Jogos Desportivos, 1998a&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GARGANTA,     J. O Ensino dos Jogos Desportivos Colectivos: perspectivas e tendências. &lt;i&gt;Movimento,     &lt;/i&gt;v.8, p.19-27. 1998b.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GIMÉNEZ,     A.M. Los juegos de predominio táctico: una propuesta eficaz para la     enseñanza de los deportes de invasión. &lt;i&gt;EFDeportes.com, Revista Digital.&lt;/i&gt;     Buenos Aires, Ano 3, nº 11. Outubro, 1998. &lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd11a/jtact.htm"&gt;http://www.efdeportes.com/efd11a/jtact.htm&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GIMÉNEZ,     A.M. Modelos de enseñanza deportiva. Análisis de dos décadas de     investigación. In:&lt;i&gt; EFDeportes.com, Revista Digital. &lt;/i&gt;Buenos Aires,     nº 13, p. 9-12, 1999. &lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd13/amendez.htm"&gt;http://www.efdeportes.com/efd13/amendez.htm&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GONZALEZ,     F. J Sistema de classificação de esportes com base nos critérios:     cooperação, interação com o adversário, ambiente, desempenho comparado     e objetivos táticos da ação. &lt;i&gt;EFDeportes.com, Revista Digital&lt;/i&gt;.     Buenos Aires, Año 10 - N° 71 - Abril de 2004. &lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd71/esportes.htm"&gt;http://www.efdeportes.com/efd71/esportes.htm&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GRAÇA,     A. Os comos e os quandos no ensino dos jogos. In: GRAÇA, A. e OLIVEIRA, J. &lt;i&gt;O     Ensino dos Jogos Desportivos.&lt;/i&gt; 3 ed. Ed. Centro de Estudos dos Jogos     Desportivos, 1998.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GRAÇA,     A. e OLIVEIRA, J. O Ensino dos Jogos Desportivos. 3 ed. Ed. &lt;i&gt;Centro de     Estudos dos Jogos Desportivos&lt;/i&gt;, 1998.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;GRIFFIN,     L.; MITCHELL; OSLIN, J;&lt;i&gt; Teaching Sport Concepts and Skills: A Tactical     Games Approach.&lt;/i&gt; Champaing: Human Kinetics, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;KÄSLER,     H.&lt;i&gt; Handebol: do aprendizado ao jogo disputado. &lt;/i&gt;Rio de Janeiro: Ed. Ao     livro técnico, 1978.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;LASSIERRA,     G.; PONZ, J. M.; DE ANDRÉS, F. &lt;i&gt;1013 Ejercicios y juegos aplicados al     balonmano&lt;/i&gt;. Vol 1, Barcelona: Paidotribo, 1993.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;LÓPEZ     LEÓN, R.;&lt;i&gt; Iniciação as habilidades especificas: o Handebol.&lt;/i&gt;     Askesis, ano 1 vol. 2, 1997, traduzido e adaptado por Fernando J. Gonzalez.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MAGILL,     R. A. &lt;i&gt;Aprendizagem Motora: conceitos e aplicações&lt;/i&gt;. São Paulo:     Editora Edgard Blücher LTDA, 1998.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MEINEL,     K. &lt;i&gt;Motricidade I: teoria da motricidade esportiva sob o aspecto     pedagógico. &lt;/i&gt;Rio de Janeiro: Livro Técnico S/A, 1987.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MORENO,     J. H. &lt;i&gt;Análisis de las Estructuras del Juego Deportivo&lt;/i&gt;. 2 ed.     Barcelona: INDE Publicaciones, 1998.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;MORENO,     J. H. (org.).&lt;i&gt; La Iniciación a los Deportes desde su Estructura y     Dinámica: aplicación a la educación física escolar y al entrenamiento     deportivo.&lt;/i&gt; Zaragoza: INDE, 2000.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;OLIVA,     F. J. C.&lt;i&gt; Fundamentos de Iniciación Deportiva y Actividades Físicas     Organizadas.&lt;/i&gt; Madrid: Dykinson, 1995.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;PAULA,     R. S. &lt;i&gt;Basquete: Metodologia do ensino.&lt;/i&gt; Rio de Janeiro: Sprint, 1994.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;PARLEBAS,     P.&lt;i&gt; Juegos, Deportes y Sociedades: Léxico de praxiología motriz. &lt;/i&gt;Barcelona.     Ed. Paidotribo. Colección Deporte y Humanidades, 2001.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;PÉREZ,     L. M. R. e BAÑUELOS, F. S. &lt;i&gt;Rendimiento Deportivo: claves para la     optimización de los aprendizajes. &lt;/i&gt;Madrid: Gymnos, 1997.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;REZENDE,     A. e VALDÉS, H. Método de estudo das habilidades táticas (2). Abordagem     tomada de decisão.&lt;i&gt; EFDeportes.com, Revista Digital.&lt;/i&gt; Buenos Aires,     año 10 – nº 69 – febrero de 2004. &lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd69/tatica.htm"&gt;http://www.efdeportes.com/efd69/tatica.htm&lt;/a&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;RIERA,     J. R&lt;i&gt;. Fundamentos del Aprendizaje de la Técnica y la Táctica     Deportivas. &lt;/i&gt;Barcelona. INDE Publicaciones, 1989.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;SCHMIDT,     R. A. e WRISBERG, C. A.&lt;i&gt; Aprendizagem e Performance Motora&lt;/i&gt;. 2 ed.     Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;     &lt;p style="line-height:150%" align="justify"&gt;&lt;font&gt;TAVARES,     F. Bases Teóricas da Componente Táctica nos Jogos Desportivos Colectivos.     In: OLIVEIRA, J. e TAVARES, F. (org.).&lt;i&gt; Estratégia e Táctica nos Jogos     Desportivos Colectivos.&lt;/i&gt; Centro de estudos dos Jogos Desportivos.     Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física. Universidade do     Porto, 1996.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd157/ensino-nos-esportes-coletivos-de-invasao.htm"&gt;FONTE&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-7214314059040524024?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/7214314059040524024/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/processo-de-ensino-aprendizagem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/7214314059040524024'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/7214314059040524024'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2012/01/processo-de-ensino-aprendizagem.html' title='Processo de ensino-aprendizagem-treinamento nos jogos esportes coletivos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-563631240196045442</id><published>2011-12-21T03:25:00.001-08:00</published><updated>2011-12-21T03:25:53.668-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Video'/><title type='text'>Video falando sobre aprofissão de treinador desportivo</title><content type='html'>&lt;iframe width="530" height="389" src="http://www.youtube.com/embed/BoOVj9s4Ct4" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esporte está em alta no Brasil. Nosso país será sede da Copa do Mundo e das Olímpíadas, os dois maiores eventos esportivos do mundo. Qualquer atleta de rendimento sonha em pelo menos estar presente em competições como estas. Neste programa mostramos profissionais responsáveis pela formação e aperfeiçoamento dos atletas. São os treinadores e preparadores físicos. Trazemos a você exemplos do futsal, judô e da ginástica rítmica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-563631240196045442?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/563631240196045442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/video-falando-sobre-aprofissao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/563631240196045442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/563631240196045442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/video-falando-sobre-aprofissao-de.html' title='Video falando sobre aprofissão de treinador desportivo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/BoOVj9s4Ct4/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-4406693456931445596</id><published>2011-12-20T08:53:00.001-08:00</published><updated>2011-12-20T08:53:47.505-08:00</updated><title type='text'>Criatividade no futebol</title><content type='html'>    A ação de viver é uma sutil manifestação do fabuloso movimento do universo em permanente "expansão criativa" e a criatividade humana pode ser considerada como uma extensão dessa força biocósmica expressada através de cada indivíduo e grupos de indivíduos. Todos os seres-humanos estão aptos para serem criativos, mas poucos atingem a magnitude da criatividade de sua área específica, muitas vezes por falta de estímulos, persistência e entendimento conceitual da natureza complexa da criatividade (ALENCAR; MARTINEZ, 1998; CRAFT, 2003; CROPLEY, 2004).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Para Csikszentmihalyi (1990), a criatividade deve ser entendida pela complexidade, por meio da interação individual e coletiva com o ambiente específico. Esta tendência enaltece a importância da capacidade de interagir, inovar, resolver problemas, assumir riscos, em contextos marcados por mudanças constantes de ações, que requerem divergência e modificações de pensamento (WOODMAN; SCHOENFELD, 1990; LÓPEZ; NAVARRO, 2008).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Sendo o futebol um contexto complexo, é necessário que o jogador seja capaz de solucionar problemas, e é na formulação de uma organização não austera e nos planos de resolução dos problemas estabelecido pelos treinadores que reside à magnitude da criatividade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Infelizmente em nossa sociedade (futebol) tem-se observado cada vez mais canais de extrema rigidez gerenciados pelos treinadores; jogadores robotizados que não conseguem resolver seus próprios problemas através de sua criatividade individual e muito menos identificar e resolver os problemas coletivos em prol da criatividade coletiva da equipe.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Como o desenvolvimento da criatividade se articula com elementos que estimulam ou inibem o potencial criativo, observa-se que os elementos utilizados no processo de treino-competição nos últimos anos nitidamente vêm inibindo o potencial criativo dos jogadores e das equipes, tornando-os recursivos e monótonos (SOLER, 2003; JEFFREY, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Sendo assim, este artigo tem por objetivo descrever as dimensões que abrangem o entendimento da criatividade dentro do contexto complexo e específico do futebol.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A criação de contextos criativos&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A mudança de "face" do futebol está bloqueando o aparecimento de jogadores criativos, capazes de solucionar os problemas no jogo através de respostas originais, eficazes e imprevisíveis, porque as ações rotineiras treinadas são pouco inovadoras e facilmente bloqueadas pelos adversários (COCA, 1985).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Tem-se evidenciado prioritariamente uma crença no treino de futebol pela mecanização de gestos técnicos isolados, pela dependência de treinos físicos com moldes de esportes individuais e a utilização jogo 11x11, no espaço total do campo (WEIN, 2005). A degradação dos aspectos criativos ocorre quando os exercícios utilizados tornam-se radicalmente irreais ao contexto do futebol e sem referência ao jogo pretendido.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O jogo de futebol implica que o treino seja criativo, de forma a modelar o contexto a partir de ações organizacionais controláveis, imprevisíveis e alteráveis, já que a resolução das situações competitivas não será sempre única (ARAÚJO, 2005; WEIN, 2005).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A falta de qualidade criativa nos jogadores tem a ver com os estímulos onde os jovens aprendem a jogar futebol. Antigamente, a escola mais popular para descobrir os segredos do futebol era a rua, onde as carências eram supridas com imaginação e ilusão; atualmente essa tendência está cada vez menor e as escolas de futebol dos clubes não conhecem importância da criação de contextos criativos e passaram a formar trabalhadores mecânicos ao invés de jogadores de futebol (CRUYFF, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A construção de contextos criativos no processo de treino-competição implica reconhecer que a criatividade incorpora uma variedade de dimensões (construção de jogos, regras modificáveis, tamanho do campo, implementação de materiais, variabilidade de decisão), enfim, um conjunto de constrangimentos contextuais criativos (DILLON, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Com um adequado contexto de treino, as ações pretendidas para a equipe constituem-se com uma base para a atividade imaginativa, no qual permite criar novas possibilidades, relações, e explorar espaços desconhecidos. Quanto mais interativas as ações treinadas, mais rica é a rede relacional entre elas, contribuindo para a expansão da criatividade (CSIKSZENTMIHALYI, 1990).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Também as ações do processo de treino-competição idealizadas pelos contextos criativos devem proporcionar um ambiente de alegria, felicidade, serenidade, motivação e emotividade. A criatividade não apenas vincula-se com variáveis cognitivas e motoras, as emoções também possuem um papel relevante durante o processo criativo (MARINA, 1993). Da mesma forma, a criatividade é associada à amplitude de atenção do participante na tarefa. Amplitude de atenção é um termo usado para se referir à quantidade e variabilidade de estímulos que o participante é capaz de visualizar e absorver na tarefa proposta (MEMMERT, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Nesse contexto, a criatividade só é viável se for entendida como um complexo de dimensões, que formula e resolve problemas, sendo trabalhada na realidade criada, ou seja, em um processo de treino-competição de alta qualidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Organizar o jogo utilizando jogos para organizar a criatividade&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Para Gomes (2011), o jogo de futebol é uma dinâmica que emerge da interação dos jogadores e o modo como se relacionam é que faz com que haja uma dinâmica mais ou menos organizada, mais ou menos bonita e mais ou menos criativa. A dinâmica que os jogadores desenvolvem no jogo, transporta em si aquilo que o processo de treino-competição modela e um espaço potencial que não se conhece (GOMES, 2011). Deste modo, o jogo é uma dinâmica de interações modelada, que tem que comportar em si um espaço em aberto para o crescimento criativo dos jogadores e da equipe para que se possam constituir sistemas inteligentes (GOMES, 2011).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Como visto, o futebol é um jogo complexo e requer que as equipes modelem a sua forma de jogar. A modelação é uma antecipação coordenada da tomada de decisão individual e coletiva dos jogadores e só será plenamente eficaz se os jogadores sentirem através de treinos complexos. Talvez o maior equívoco no futebol contemporâneo seja não entender a cararterística complexa do jogo e a necessidade de modelar uma forma de jogar. Também contemporaneamente constata-se a pouca utilização do jogo como veículo principal em ensino no processo de treino-competição. Aqueles que não entendem essa premissa, deixam de estimular a interação, a resolução de prolemas, a comunicação e a criatividade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Neste contexto, o jogo funciona como um veículo de construção de uma determinada forma de jogar, como um veículo de expressão individual e coletiva e um instrumento efetivo de desenvolvimento das estruturas cognitivas, emocionais e motoras. Assim, na construção de jogos deve-se por um lado entender o caráter liberto e por outro seguir uma determinada conexão, criando uma organização, que não deve ser excessivamente rígida. É necessário entender que ao utilizar o jogo como veículo metodológico, o jogador não deve ter a ilusão de que tudo é livre. A liberdade será uma consequência de uma ordem intencional organizada pelo treinador; se for estritamente rígida e excessivamente liberta não dará assas a criatividade específica que o jogo requer. Essa ordem deve ser bem entendida e balanceada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Para Oliveira (2004), devem-se construir ambientes jogados com diversas possibilidades de resolução de problemas contextuais, indo de encontro ás ações específicas pertencentes à equipe. Os jogos proporcionam a descoberta e produção de algo estabelecido pelo técnico e de algo novo ou original. Ao jogar, os jogadores exploraram, divagam, sonham, corrigem erros, aperfeiçoam a capacidade para enfrentar problemas e mantém certas ligações sistemáticas com as ações pretendias pelo treinador. Por isso, não basta apenas jogar o jogo tradiconal 11 x 11, é necessário modelar uma forma de jogar utilizando jogos, e somente com criatividade o treinador configurará os "seus jogos" para o "seu jogo", mantendo o prazer, liberdade e a variabilidade de ações necessarias para efrentar a competição.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Desta forma, os jogos dão sentido à aprendizagem. Ao envolver os jogadores na resolução dos problema propostos, eles habiutam-se e memorizam uma série de ações que no contexto de jogo real serão antecipadas e colocadas em prática.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Enfim, a criatividade no jogo deve ser entendidada com uma ação que visa decidir, pensar e executar e solucionar o problema em função de determinados contextos, abrindo-se a possibilidade de inovar contantemente sem perda de identidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A criatividade individual e coletiva geradora da organização criativa&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Evidente que quanto mais rico o contexto, maior será o desenvolvimento da criatividade. Também é nítido que o desenvolvimento da criatividade depende do conhecimento sobre o ambiente que se está inserido. Fica difícil pensar que alguém poderá trazer contribuições significativas sem conhecer o contexto e as ações pretendidas para a realidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No caso do futebol, após os jogadores conhecerem as particularidades da realidade, são necessário estímulos criativos para fomentar a criatividade individual e interelacioná-los no projeto comum que desenvolverá a criatividade coletiva da equipe.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Popper (1995) afirma que, para evitar o anarquismo quando se vive em sociedade, a liberdade de cada indivíduo tem de estar organizada, de forma a permitir a emergência do individual. Transferindo essa ideia ao futebol, percebe-se que se criatividade individual não é especificamente organizada, as ações serão esporádicas e anárquicas, e não corresponderão à capacidade de criar uma intencionalidade prévia e um objetivo comum.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A criatividade individual pode se tornar uma inovação, sob certas condições específicas, quando a expressão criativa é permitida e quando o apoio ao desenvolvimento de ideias criativas é acompanhado por todos (GLYNN, 1996). Ao estar organizado por um núlceo comum, fica mais fácil de criar; é aí que reside o fato da criatividade individual tornar-se uma ação inovadora em que se processa por uma dinâmica que busca a resolução de determinados problemas (LIEBOWITZ,2000). De fato, a criatividade individual refere-se às decisões cotextualizadas e flexíveis que articula-se com as decisões de toda a equipe (MEMMERT, 2007). &lt;br&gt; &lt;br&gt;    Ao falar-se da criatividade coletiva, logo se pensa no somatório das diversas criatividades individuais. Na concepção complexa, ela baseia-se na interação de todas as criatividades, desenvolvida de forma contextual e aberta, guiada por um fio condutor. Essa criatividade coletiva é considerada a capacidade de se comunicar com os outros, trabalhar por uma ideia comum, para definir e resolver problemas, aprender e desaprender, formando uma organização.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Infelizmente, a palavra organização entendida no futebol de hoje prima pela rigidez e mecanicidade das ações e pela "robotização" dos jogadores. Ela reduz esta individualidade, impedindo a emergência do "eu" individual e, portanto, do "eu" coletivo criador (FONSECA, 2006). Qualquer noção de organização que procure diminuir ou eliminar o imprevisível e a criatividade, acentuando a mecanização das ações de jogo, limita a individualidade e a coletividade da equipe (FONSECA, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    É notório que no futebol é imprescindível perceber que os interesses do coletivo estão acima dos anseios pessoais. As equipes de futebol não existem para um jogador expor seus malabarismos descontextualizados. O jogo cresce tanto mais quanto mais a capacidade individual interferir positivamente no coletivo e quanto mais à organização coletiva possibilitar a firmação individual e, portanto, a criatividade coletiva (FONSECA, 2006).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No futebol, a criatividade é singular a cada jogador, a cada posição, a cada equipe e a cada jogo e serve para ser transformada em rendimento e conseqüentemente em vitórias. Por isso, seu entendimento deve ser complexo, pois ela se expressa de diversas maneiras e se inter-relaciona com variadas dimensões. Não há como definir um protótipo para cada posição, para cada equipe; há declaradamente a necessidade de originar estímulos desafiantes aos jogadores, em que a criatividade individual esteja inserida na coletiva e a coletiva na individual, pois a criatividade exprime-se nessas escalas e de diferentes maneiras (FRADE, 2007).&lt;br&gt; &lt;br&gt;Considerações finais&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Ao tentar desmistificar o conceito de criatividade apenas como um malabarismo ou um lance descontextualizado, não se pretendeu desvalorizar tais situações. É notório que a magia do futebol às vezes encontra-se nessas ocasiões, mas para tal ficar esplêndida, é necessário uma criatividade coletiva, em que todos (jogadores) estejam ligados ao mesmo cerne. Se conseguir-se interligar a criatividade individual com a coletiva e entender a interação entre ambas, certamente conseguirá se entender a complexidade inerente a expressão criatividade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Atualmente ainda visualiza-se a estranha rigidez da ordem e a malemolência descontextualizada do malabarismo sem objetivo como os extremos do pólo futebolístico. Para existir uma ponte entre a ordem e o malabarismo, um diferenciado juízo conceitual e metodológico da expressão criatividade e do processo de treino-competição torna-se imperativo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Nesse entendimento, a criação de contextos criativos entra em campo com o objetivo de formar jogadores e equipes criativas e com capacidade de resolver problemas, buscar novos desafios, conhecimentos e a diversidade que o futebol necessita. E o contexto só será criativo com o jogo, que incita os jogadores a pensar, aprender, descobrir, antecipar, reconhecer padrões, estimular as emoções e criar caminhos para a transformação. Como é necessário, os jogos devem ser estruturados visando a resolução de determinados problemas pertencentes à forma de jogar que a equipe aspira. Utilizando o jogo contantemente como veículo de treino-competição, a capacidade de estabelecer relações pré-estabelecidas e inusitadas para resolver problemas, além de identificar diversas alternativas para tais resoluções, se bem estruturados, constantemente oferecerão margem ao pensamento criativo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Ser criativo é uma condição permanente que dura toda a vida e criar no futebol é fabricar intencionalmente um forma de jogar com inovações que sejam eficazes e eficientes, o que conseqüentemente afetará a capacidade criativa dos jogadores e da equipe.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Referências&lt;br&gt;&lt;br&gt;ARAUJO,D. O contexto da decisão: a ação táctica no desporto. Lisboa: Visão e Contextos, 2005.&lt;br&gt;&lt;br&gt;COCA, S. Hombres para el fútbol. Gymnos, Madrid, 1985.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CRAFT, A. The limits to creativity in education. British Journal of Educational Studies, London, v 51, n.2, p. 113–127, ago.2003.&lt;br&gt; &lt;br&gt;CROPLEY, A. J. Creativity in education &amp;amp; learning. London: Routledge Falmer, 2004.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CRUYFF, J. Me gusta el fútbol. RBA Libros. Barcelona, 2002.&lt;br&gt;&lt;br&gt;CSIKSZENTMIHALYI, M. The domain of creativity. In: Theories of creativity. Sage Publications Inc. California, 1990.&lt;br&gt; &lt;br&gt;DILLON, P. Creativity, integrativism and pedagogy of connection. Thinking Skills and Creativity, 2006.&lt;br&gt;&lt;br&gt;FONSECA, H. Futebol de Rua, um fenômeno em vias de extinção? Contributos e Implicações para a aprendizagem. Monografia apresentada à Faculdade de Desporto da Universidade do Porto,2006.&lt;br&gt; &lt;br&gt;FRADE, V. Apontamento das aulas de Metodologia Aplicada I, Opção de Futebol. FCDEF-UP. Trabalho não publicado,2007.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Glynn, M. A. "Innovative Genius: a Framework for Relating Individual and Organizational Intelligence to Innovation", Academy of Management Review, v 21, pp.1081-1111, 1996.&lt;br&gt; &lt;br&gt;GOMES, M. O FC Porto Campeão através de UMA Organização de equipa. Disponível em: &lt;a href="http://www.zerozero.pt/coluna.php?area=0&amp;amp;id=386"&gt;http://www.zerozero.pt/coluna.php?area=0&amp;amp;id=386&lt;/a&gt;. Acesso em: 25 abr. 2011.&lt;br&gt; &lt;br&gt;JEFFREY, B. Creative teaching and learning: towards a common discourse and practice. Cambridge Journal of Education, Cambridge, v. 36, n. 3, p. 399–414, 2006.&lt;br&gt;&lt;br&gt;LIEBOWITZ, J. Building Organizational Intelligence – A Knowledge Management Primer. New York: CRC Press, 2000.&lt;br&gt; &lt;br&gt;LÓPEZ M. O; NAVARRO L. J. Estudo comparativo de medidas da criatividade: TTCT vs. CREA. Journal of Psychology, London, v. 24, n.1,p. 138-142, 15 jun.2008.&lt;br&gt;&lt;br&gt;MARINA, J. Teoria da inteligência criadora. Barcelona: Anagrama, 1993.&lt;br&gt; &lt;br&gt;MEMMERT, D. Can creativity be improved by an attention broadening training program? An exploratory study focusing on team sports. Creativity Research Journal, v. 19, p. 281–292, 2007.&lt;br&gt;&lt;br&gt;OLIVEIRA, G. Conhecimento específico em futebol. Contributos para a definição de uma matriz dinâmica do processo ensino aprendizagem - treino do jogo. Tese de Mestrado. FCDEF-UP,2004.&lt;br&gt; &lt;br&gt;POPPER, K. Sociedade aberta, universo aberto. Publicações Dom Quixote. Lisboa,1995.&lt;br&gt;&lt;br&gt;S., Alencar E. M. L.; M., Martinez A.. Barreiras à expressão da criatividade entre profissionais brasileiros, cubanos e portugueses. Psicologia Escolar e Educacional, Campinas, v. 2, n. 1, p.23-32, 05 jul. 1998.&lt;br&gt; &lt;br&gt;SOLER, M. I. Creatividad en el ámbito universitario: la experiencia de Chile. Creatividad y Sociedad, v.10, n.3, p. 39-45, 2003.&lt;br&gt;&lt;br&gt;WEIN, H. Requisitos necesarios para la formación de jugadores creativos. Revista Training Fútbol, 2005.&lt;br&gt; &lt;br&gt;WOODMAN, R.; Y, SCHOENFELD L. An interactionist model of creative behavior. Journal of Creative Behavior, New York, v. 2, N. 1, 1990.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd157/criatividade-para-um-futebol-de-qualidade.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-4406693456931445596?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/4406693456931445596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/criatividade-no-futebol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/4406693456931445596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/4406693456931445596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/criatividade-no-futebol.html' title='Criatividade no futebol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-1640960085699575407</id><published>2011-12-12T12:29:00.001-08:00</published><updated>2011-12-12T12:29:56.875-08:00</updated><title type='text'>Utilização do Treinamento Intervalado nos Esportes</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p style="text-align:center"&gt;&lt;img class="alignright size-medium wp-image-3312" src="http://fisiculturismo.com.br/imagens/treinamento-intervalado-212x300.jpg" alt="" height="300" width="212"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; O Treinamento intervalado (TI) consiste em um método de treino eficiente  no que diz respeito à transferência energética das vias metabólicas  utilizadas, utilizando uma relação programada de intervalo de  recuperação e exercícios. Este modelo de treinamento é excelente para  que se realize maiores cargas de trabalho (com maior intensidade) com um  mesmo nível de fadiga quando comparado com o treinamento contínuo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Isso de deve ao fato de que o TI utiliza intervalos de recuperação  entre as séries de exercícios intensos, podendo este intervalo ser no  formato de pausa ativa ou mesmo diminuindo drasticamente a intensidade  do exercício por um determinado período pré-estabelecido.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O TI pode ser definido basicamente como um método de treinamento de  curto período de tempo com alta intensidade. Por exemplo, quando você  trabalha com 90% do Vo2Max de seu atleta, este não consegue permanecer  durante muito tempo fazendo uma atividade nesta intensidade, então se  faz necessária uma pausa para que seu organismo possa recuperar-se  parcialmente, permitindo assim uma nova sessão de esforço com tal  intensidade. Estudos têm demonstrado que o treinamento intervalado  melhora o potencial oxidativo, estoque de glicogênio, capacidade de  tamponamento muscular, capacidade de resistência aeróbia, entre outros.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Atletas podem se beneficiar desta modalidade de exercício,  principalmente pela tolerância a fadiga que o TI pode oferecer.  Exercícios intervalados tem como características alta concentração de  lactato e metabólitos, sendo que quanto mais se treina em acidose  muscular, mais resistente a fadiga se fica. Isso para um atleta é  fundamental, principalmente em ambientes competitivos, em que são  normais altas concentrações de acidose muscular.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Não se tem definido ainda qual a melhor estratégia para estruturar um  treino intervalado. Sabe-se que o lactato é produzido em altas  intensidades, e que sua meia-vida fica entre 15-25 minutos, enquanto que  sua depuração plena fica entre 1 hora após a realização de uma  atividade intensa. Nesse sentido, indica-se que para aumentar a  tolerância à acidose, o ideal é intervalo de 90 segundos a 3 minutos,  sendo este intervalo o ideal para o restabelecimento do ATP-PC e da  Mioglobina com O2, permitindo a continuidade do treinamento de alta  intensidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O TI tem varias vantagens quando utilizado principalmente por atletas  de esportes que envolvam força, potência e alto grau de acidose, como é  o caso de lutadores de Jiu-Jitsu e MMA. O TI aumenta o EPOC (consumo de  oxigênio pós-exercício), o metabolismo basal, a tolerância à acidose,  melhora o recrutamento de fibras musculares rápidas, entre muitos outros  benefícios.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Prof. Mestrando Gustavo Barquilha&lt;br&gt; Instituto de Ciências da Atividade Física e Esporte – Universidade Cruzeiro do Sul&lt;br&gt; Preparador Físico de Atletas de Alto Rendimento&lt;br&gt; &lt;a href="http://www.gustavobarquilha.com.br"&gt;www.gustavobarquilha.com.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-1640960085699575407?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/1640960085699575407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/utilizacao-do-treinamento-intervalado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1640960085699575407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1640960085699575407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/utilizacao-do-treinamento-intervalado.html' title='Utilização do Treinamento Intervalado nos Esportes'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-6102708728972006268</id><published>2011-12-09T05:16:00.001-08:00</published><updated>2011-12-09T05:16:01.216-08:00</updated><title type='text'>Programa de treinamento físico</title><content type='html'>Dando continuidade, veremos os princípios básicos de treinamento da resistência através da atividade aeróbica orientados a partir dos diferentes grupos.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Programa de treinamento para iniciantes:&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Destinado para sedentários ou pessoas com baixo nível de resistência.&lt;br&gt; &lt;br&gt; O &lt;b&gt;tempo total de treinamento &lt;/b&gt;de resistência deve estar ao redor de 60 minutos. A &lt;b&gt;intensidade da carga &lt;/b&gt;deve ser ao redor de 50% da capacidade cardiovascular máxima. A &lt;b&gt;duração da carga &lt;/b&gt;deve variar entre um mínimo de 10 a 12 minutos e um máximo de 30 minutos. A &lt;b&gt;freqüência do treinamento &lt;/b&gt;deve estar entre duas sessões semanais (30 minutos de duração) a cinco sessões semanais (12 minutos de duração).&lt;br&gt; &lt;br&gt; Para pessoas sedentárias este programa pode estar intenso. Nestes casos recomenda-se trabalhar com intensidades menores, mas aumentando o volume de trabalho para 45 minutos a 1 hora de caminhada ativa por dia. Outra possibilidade é o fracionamento do trabalho com intervalos que chamamos de descanso ativo (não ficar quieto, sem caminhar) que irão sendo reduzidos à medida que o treinamento vai melhorando. &lt;br&gt; &lt;br&gt; As características deste programa atendem às recomendações do Colégio Americano de Medicina Esportiva (American College of Sports Medicine) no que se referem à exercícios de desenvolvimento e manutenção muscular e cardio-respiratórios em adultos saudáveis.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;strong&gt;Programa de treinamento com base ótima:&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;/strong&gt;Destinado a pessoas que têm mantido uma regularidade no treinamento de resistência, o que permite trabalharem em um nível mais elevado.&lt;br&gt; &lt;br&gt; A &lt;b&gt;carga semanal &lt;/b&gt;pode variar entre duas e quatro horas. A &lt;b&gt;intensidade da carga &lt;/b&gt;pode ser de cerca de 70% da capacidade cardiovascular máxima. A &lt;b&gt;duração da carga &lt;/b&gt;por sessão variará entre um mínimo de 30 minutos e um máximo de 60. A &lt;b&gt;freqüência de treinamento &lt;/b&gt;será de três a seis sessões por semana.&lt;br&gt; &lt;br&gt; Qualquer que seja o nível em que se trabalhe, é fundamental a regulação da intensidade do trabalho. Isto pode ser feito controlando-se a FC (freqüência cardíaca) durante um minuto para que se calcule qual a porcentagem da freqüência cardiovascular máxima na qual o trabalho está sendo realizado. A fórmula mais aceita para o &lt;a&gt;cálculo&lt;/a&gt; da mesma é a seguinte: &lt;b&gt;FC máx = 220 – idade.&lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-6102708728972006268?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/6102708728972006268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/programa-de-treinamento-fisico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/6102708728972006268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/6102708728972006268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/12/programa-de-treinamento-fisico.html' title='Programa de treinamento físico'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-5051206198978042938</id><published>2011-11-19T08:13:00.001-08:00</published><updated>2011-11-19T08:13:31.893-08:00</updated><title type='text'>Neurofeedback e Alta Performance nos Esportes</title><content type='html'>&lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;O  Neurofeedback não é usado exclusivamente por pessoas "com problemas",  como TDAH, hiperatividade ou outros transtornos psiquiátricos. Já se  sabe, há muitos anos, que o grande diferencial entre atletas e  executivos de alta performance é o domínio sobre os estados mentais. O  que está dentro de nossas cabeças é o último dos desafios. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;O  que poucas pessoas sabem é que os jogadores de futebol campeões da Copa  do Mundo de 2006 fizeram treinamento com Neurofeedback, antes da Copa.  Em 29 de Julho de 2006, o repórter Russell Adams escreveu um artigo para  um dos mais influentes jornais do mundo, o Wall Street Journal,  intitulado "Getting your head in the game" ou "Jogando coma cabeça". &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;Neste  artigo, Adams revela que vários atletas já incorporaram o Neurofeedback  aos seus treinamentos, como os jogadores de futebol do A.C.Milan,  tenistas, golfistas, ginastas olímpicos e esquiadores, entre outros. O  ganho trazido pelo Neurofeedback é a capacidade em permanecer, ao mesmo  tempo, concentrados e relaxados. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;No  Neurofeedback, a pessoa é conectada a eletrodos colocados sobre o  crânio, que medem as ondas cerebrais. Então, ela tenta aprender como  controlar as flutuações destas ondas, que podem indicar um momento de  distração ou preocupações e pensamentos obsessivos.&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;Em janeiro de 2006, meses antes da Copa, um grupo dos melhores jogadores italianos do A.C. Milan -  vários dos quais seriam escalados para  Seleção Italiana, começaram um  treinamento "secreto" no Laboratório de Ciência Esportica do A.C.Milan,  dirigido por Bruno de Michelis. A tela dos computadores mostrava que  alguns dos jogadores ficavam nervosos ao fazer exercíos mentalmente  exigentes na frente de seus colegas de time, enquanto outros tinham  maior dificuldade após uma sequência de tentativas fracassadas; outros  ainda perdiam a concentração após uma sequência de sucessos. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;Uma  das maiores preocupações de Bruno de Michelis é a queda de desempenho  em momentos críticos, como cobrança de penaltis. Uma grande quantidade  de energia e motivação, além da concentração, são perdidas nestas  situações. Um treinamento que ajudasse a manter a tranquilidade - e, ao mesmo tempo, níveis elevados de concentração e ativação -  traria uma tremenda vantagem competitiva. Disse De Michelis: "Eu chamo  isto de sofrimento inútil. Não podemos fazer mágica, mas há como ajudar"  - com o Neurofeedback. &lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div class="Normal-P0"&gt;         &lt;div style="border-top: 0px solid ;padding-top:0px;border-bottom: 0px solid ;padding-bottom:0px;"&gt;&lt;span class="Normal-C0"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;              &lt;span class="Normal-C0"&gt;A habilidade para evitar distrações durante uma competição - o que também é descrito como um "estado de quietude mental" é um dos maiores desejos dos esportistas -  e também de diversos outros profissionais em situações  de pressão ou  stress intenso. O Neurofeedback pode não ser o único caminho - mas é um dos mais promissores.  &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.dda-deficitdeatencao.com.br/artigos/restrito/milan.html"&gt;Com a ajuda daqui&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-5051206198978042938?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/5051206198978042938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/neurofeedback-e-alta-performance-nos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5051206198978042938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5051206198978042938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/neurofeedback-e-alta-performance-nos.html' title='Neurofeedback e Alta Performance nos Esportes'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-9001057407835078441</id><published>2011-11-10T05:06:00.001-08:00</published><updated>2011-11-30T03:15:01.879-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futsal'/><title type='text'>Importância da preparação física no Futsal</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font size="2"&gt;A preparação física  nos esportes de alto rendimento (ou alto nível como preferem alguns  autores) tornou-se algo tão indispensável na preparação do atleta quanto  à preparação técnica da modalidade esportiva. A mais de 20 anos o  professor Ivan Cavalcanti Proença afirmava &amp;quot;não dá mais para ignorar a  importância da fusão e do casamento entre as diversas preparações  física/tática/técnica&amp;quot;. E no futsal na perspectiva do alto rendimento  não é muito diferente dos demais esportes.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font size="2"&gt;O professor Sebastião Araújo ex-preparador físico do Fluminense Futebol Clube do Rio de Janeiro, em seu livro &lt;i&gt;O futebol e seus fundamentos – o futebol força a serviço da arte&lt;/i&gt;,  destaca que na preparação de uma equipe é necessário o treinamento  físico, com vistas à aquisição de uma preparação orgânica, muscular,  articular e desenvolvimento das capacidades físicas do atleta,  possibilitando condições físicas para a pratica do desporto.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font size="2"&gt;O futsal é um  desporto de intensa solicitação fisiológica tanto a nível  ósteo-muscular, quanto dos sistemas cardiovascular, respiratório e  demais sistemas funcionais. Isto ocorre devido à dinâmica de jogo aliada  as dimensões reduzidas (40 metros x 20 metros) em que é praticado. A  demanda fisiológica do futsal é elevada independentemente do nível no  qual se pratica o mesmo. Assim o nível de solicitação fisiológica por  parte do futsal no organismo dos praticantes dele em alto nível, denota a  necessidade em prover o atleta de condições físicas e psíquicas, para  que ele possa suportar as solicitações do jogo com quedas mínimas de  desempenho individual no decorrer de uma temporada. Alguns estranharão o  fato de aqui nesse artigo sobre preparação física estarem  correlacionadas as preparações física e psicológica, mas inúmeros  artigos científicos nos últimos anos tem mostrado que a influencia de  aspectos psicológicos inerentes e externos a prática do desporto de alto  nível, em alterações no desempenho dos atletas.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font size="2"&gt;A preparação física  desempenha um papel fundamental em possibilitar as adaptações  fisiológicas necessárias para a pratica do futsal de alto rendimento,  com variações mínimas mas performances individuais e coletivas  apresentadas pelo grupo (equipe de futsal) ao longo de uma temporada. O  objetivo da preparação física é aprimorar o nível de condicionamento  apresentado pela interação das capacidades físicas, com destaque para  resistência, velocidade, força, flexibilidade e coordenação ( aqui  representada pelas habilidades motoras. O desafio da preparação física  consiste em através dos meios e métodos de treinamento, propiciar que o  desempenho atlético aproxime-se ou ultrapasse os &amp;quot;limites&amp;quot; do atleta.&lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="color: rgb(0, 0, 0); background-color: transparent; text-align: left; text-decoration: none; border: medium none;"&gt; &lt;br&gt;Ler mais: &lt;a href="http://www.portaldofutsal.com/news/%20jogando%20apenas%20com%20o%20talento%3A%20a%20import%C3%A2ncia%20da%20prepara%C3%A7%C3%A3o%20fisica%20para%20o%20futsal%20de%20alto%20rendimento/?utm_source=copy&amp;amp;utm_medium=paste&amp;amp;utm_campaign=copypaste&amp;amp;utm_content=http%3A%2F%2Fwww.portaldofutsal.com%2Fnews%2F%2520jogando%2520apenas%2520com%2520o%2520talento%253A%2520a%2520import%25C3%25A2ncia%2520da%2520prepara%25C3%25A7%25C3%25A3o%2520fisica%2520para%2520o%2520futsal%2520de%2520alto%2520rendimento%2F"&gt;http://www.portaldofutsal.com/news/%20jogando%20apenas%20com%20o%20talento%3A%20a%20import%C3%A2ncia%20da%20prepara%C3%A7%C3%A3o%20fisica%20para%20o%20futsal%20de%20alto%20rendimento/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-9001057407835078441?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/9001057407835078441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/importancia-da-preparacao-fisica-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/9001057407835078441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/9001057407835078441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/importancia-da-preparacao-fisica-no.html' title='Importância da preparação física no Futsal'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-831356628375264812</id><published>2011-11-04T06:14:00.001-07:00</published><updated>2011-11-04T06:14:55.342-07:00</updated><title type='text'>Potencializar o lado mental no treinamento desportivo</title><content type='html'>Cada dia de esforço e tempo dedicado ao treino determina o retorno do resultado desportivo que o atleta irá alcançar no futuro. Isto acontece porque à medida que o atleta vai acumulando o trabalho dos vários dias de treino, vai condicionando a sua mente e o seu corpo para ter um determinado desempenho com uma postura ou abordagem específica, transformando-se na sua atitude em competição. Possivelmente existem atletas que treinam menos bem e nem tão pouco se preocupam se estão a ter uma atitude promotora de bons desempenhos ou não, e ainda assim conseguem bons resultados. Mas por cada um destes, existe um milhar que não consegue.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Você não tem que ser um atleta profissional ou um campeão olímpico para ser um atleta bem-sucedido. Nem tem que ter uma sala cheia de troféus, ganhar um campeonato nacional, ou fazer a primeira página da secção de desporto. Alguns dos atletas com sucesso com que tenho trabalhado na implementação de programas de preparação mental, incluem por exemplo, atletas de judo de nível regional, alguns de nível nacional e outros de nível internacional, alguns atletas da natação, campeões regionais, campeões nacionais, de nível internacional, no atletismo, alguns atletas que ainda não conseguiram mínimos para campeonatos nacionais, atletas de nível nacional e atletas já medalhados em campeonatos do mundo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O que estes atletas têm em comum é que o desporto é importante para eles. Todos estes atletas estão comprometidos em serem o melhor que conseguirem no âmbito das suas limitações. Eles estabelecem metas ambiciosas, mas realistas para si e para com o treino duro e exigente. Eles são bem sucedidos porque estão perseguindo os seus objectivos e a desfrutar ao máximo do seu desporto. A sua participação no desporto enriquece a sua vida, acreditando que vale a pena o esforço que colocam diariamente no treino.&lt;br&gt; Apresento em seguida 5 estratégias mentais que considero serem bastante relevantes  no contributo que dão para o sucesso dos atletas nos mais variados desportos. Podem todas ser aprendidas e melhoradas através de boas instruções e da prática regular e programada.&lt;br&gt; &lt;br&gt;1. TRABALHAR A ATITUDE&lt;br&gt;&lt;br&gt;Todos os dias o atleta deverá trabalhar no desenvolvimento de um atitude poderosa face ao treino duro e exigente que na grande maioria das vezes lhe causa dor e fadiga extrema. O objectivo aqui é não se focar no lado "negativo" do treino, mas sim focar-se sempre na recompensa que irá obter de todo o trabalho duro que realiza. Deverá focar-te nas emoções e sensações que irá ter quando alcançar o resultado desejado, e que o treino árduo é sem dúvida o caminho para o sucesso. Assim estará a construir uma atitude confiante – "isto é fantástico, farei tudo o que tiver ao meu alcance e enfrentarei os desafios e a dureza do treino com coragem e alegria". Este tipo de atitude irá "condicionar" e "programar" a mente e o corpo de forma implacável face às adversidades e dificuldades até que consiga atingir os resultados pretendidos. Com esta atitude consegue construir um bloqueio às auto-sabotagens e de uma vez por todas não inventar desculpas sem sentido. O atleta deverá focar-se a 100% na recompensa do seu treino, e não nos aspectos negativos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;2. TRABALHAR A TENACIDADE MENTAL&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por exemplo, se o corpo de um nadador consegue nadar uma determinada distância com facilidade mas a sua mente não, então estará com um grave problema para resolver – e isto é muito usual nos atletas. Terá então de desenvolver a sua resistência mental para que não se esteja a deitar a baixo constantemente, como de uma luta se trata-se entre o corpo e a mente sempre que o treino é exigente. O atleta deverá relembra-se a si mesmo, usando as afirmações – " eu consigo nadar com facilidade" ou " mesmo em esforço eu consigo nadar até completar a série". Deverá construir uma mentalidade de combate à adversidade, para isso sempre que o treino esteja "difícil" deve usar a visualização e ver-se a fazer aquilo que pretende executar, permitindo automaticamente focar-se no que é importante e não na dor. Ao desenvolver a sua resistência mental, aumenta largamente a capacidade de dar indicações a si próprio nos momentos difíceis, focando-se com discernimento naquilo que é importante para a obtenção de um bom resultado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3. EXTRAIR OS ASPECTOS POSITIVOS&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma das técnicas vulgarmente utilizadas por muitos atletas bem sucedidos é a revisão mental dos aspectos positivos no treino. Muitos utilizam a parte do treino dedicada à descontracção, outros fazem-no no caminho para casa. O que eu acho mais viável é o atleta fazer este exercício de forma sistematizada, e uma das formas eficazes de o realizar, é procurar um local calmo onde se possa sentar ou deitar de forma confortável, de preferência colocando-se num estado de relaxamento induzido e depois fazer o exercício mental. Isto faz com que o atleta crie um hábito de concentra-se nos aspectos positivos do seu treino e daquilo em que ele é eficaz.&lt;br&gt; Este exercício mental permite criar aquilo que em psicologia chamamos de "pistas" pequenas associações que se fazem, que permitem ligar os circuitos motores e neuronais da boa execução. As "pistas" (uma palavra, um gesto, uma imagem, uma sensação, ou outra coisa qualquer que o atleta escolha) são um estímulo muito poderoso que o atleta gravou na sua memória e que lhe associou um conjunto de movimentos, estratégias e emoções que o colocam no seu melhor estado para a realização das acções desportivas. Os bons hábitos diários criam vias poderosa que aumentam a auto-eficácia do atleta e consequentemente o seu sucesso. Por este motivo o atleta deve propor-se a este exercício mental de extrair os aspectos positivos do seu treino, e associar-lhe uma pista poderosa para poder voltar a utilizar numa próxima sessão de treino e/ou em competição, aumentando-lhe a percepção de auto-eficácia e a confiança e consequentemente a performance.&lt;br&gt; &lt;br&gt;4. DIMINUIR OS EFEITOS DA DOR&lt;br&gt;&lt;br&gt;Uma das maiores habilidades que a mente possui a favor do atleta é a sua capacidade de diminuir a dor. Todos nós possuímos no nosso corpo analgésicos naturais, como aqueles que estão disponíveis nas farmácias. É bastante comum ler nos jornais que, algumas pessoas que perderam membros num acidente grave, relatam não terem tido dores no momento do acidente, porque o sistema poderoso da mente, e o sistema imunitário, imediatamente libertam morfina e outros analgésicos para a área afectada, inibindo todas as sensações de dor da vítima.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Esta incrível capacidade da mente e do corpo pode ser facilmente utilizada por atletas, principalmente os que praticam desportos de resistência, eu tenho usado várias técnicas que têm tido um sucesso notável. Um dos aspectos mais fascinantes que eu descobri sobre os atletas é que a grande maioria já tem a sua mente preparada para sentir a dor! Por exemplo, praticamente todos os atletas têm a noção dos seus limites e das suas capacidades, isto é realmente bom, pois permiti-lhes continuarem a esforçar-se para tentar ultrapassa esses mesmos limites. No entanto, esta percepção de limites torna-se por si incapacitante em algumas situações, dado que o atleta já conhece a sua zona de sofrimento, ou seja, já sabe em que momento da sua prestação irá começar a instalar-se o desconforto e a dor. E isto é efectivamente incapacitante, pois mesmo que o atleta fosse capaz de continuar sem sensações desagradáveis, vai colocar-se num estado de incapacidade por indução, por auto-sugestão da dor, é como se a dor fosse virtual.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Perante isto o que poderá então o atleta fazer?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Eu tenho sido capaz de ajudar alguns atletas (especialmente nadadores) a conseguir treinar e competir, não sem a total inibição da dor, mas a reduzi-la de forma substancial ou a conseguir aguentar a dor sem sacrifício da performance. Isto é possível de diferentes formas, mas uma das que aplico é através da introdução de uma sugestão de auto-hipnose para que a sua mente atrase o aparecimento da dor 20 metros mais adiante que anteriormente. Vai-se assim condicionando o atleta a ir atrasando o aparecimento da dor através de um conjunto de estratégias de auto-sugestão de distracção e de dissociação da dor. Este método, tal como o treino físico necessitam de prática, e vai-se melhorando pouco a pouco até ao ponto de a dor não ser mais impeditiva de o atleta realizar performances para a qual o seu corpo é capaz.&lt;br&gt; &lt;br&gt;5. EVITAR O EXCESSO DE INFORMAÇÃO&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os atletas possuem a habilidade de selectivamente focarem-se naquilo que pretendem. Esta característica mental torna-se preponderante na realização do seu desporto, exercício ou disciplina técnica, mas apenas se conseguirem dirigir a atenção para as "pistas" ou "atalhos" que promovem a boa performance. Igualmente significativo é perceber o que é que não é relevante para a execução de uma boa performance, e assim conhecer o que é motivo de distracção e sabotagem de uma boa execução. Alguns dos atletas com que trabalhei na melhoria da sua preparação mental, apresentavam excesso de processamento de informação, sobrecarregando as suas mentes com estímulos com os quais não conseguiam lidar em tempo útil. A Informação em excesso, ou informação não significativa é envida em forma de sinal ou estímulo para o corpo, podendo gerar alguma confusão. Este processo pode promover um estado de indecisão, levando a que o corpo não execute os movimentos ou resultados desejados.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Assim que consiga perceber ou identificar as pistas ou atalhos de performance e consiga de forma clara reconhecer as distracções e pistas ou informação não relevante, coloca-se numa melhor posição para conseguir atingir um estado de total imersão no seu desempenho. Atingir este estado, leva o atleta a conseguir colocar-se na sua Zona de Óptimo Funcionamento ou atingir a sua Zona de Foco. Pistas sem importância ou distracções como por exemplo, poder estar a pensar num passe falhado, ou numa técnica falhada, assim como o que a equipa ou o treinador poderão dizer, afasta o atleta daquilo que é importante focar-se para obter um bom rendimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Aprender novas habilidades e desenvolver novas capacidades leva tempo. Não importa se você está a aprender habilidades físicas ou mentais, a repetição e aplicação são necessárias nas práticas diárias do treino. Por tudo o que aqui referi, acredito ser importante o desenvolvimento da tenacidade mental através do refinamento da capacidade de foco naquilo que o atleta reconhece como sendo as suas pistas para a boa performance. Os atletas que conseguem perceber e desenvolver esta capacidade ganham uma vantagem competitiva. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-831356628375264812?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/831356628375264812/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/potencializar-o-lado-mental-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/831356628375264812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/831356628375264812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/potencializar-o-lado-mental-no.html' title='Potencializar o lado mental no treinamento desportivo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-711917911876973868</id><published>2011-11-03T08:30:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T08:30:45.585-07:00</updated><title type='text'>Fundamentos do Treinamento de Força Muscular</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;" class="topBoxLine2"&gt; 					&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/231315/fundamentos+do+treinamento+de+forca+muscular/?franq=172965"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/231315_4.jpg" class="picimgbig" alt="Fundamentos do Treinamento de Força Muscular" height="241" width="204"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div class="ficheTechnique" id="C1" style=""&gt; 				 				&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Nesta edição atualizada, revisada e ampliada de &lt;b&gt;Fundamentos do Treinamento de Força Muscular&lt;/b&gt;,  dois dos maiores especialistas mundiais em treinamento de força  exploram a utilização do conhecimento científico no desenvolvimento de  programas de treinamento personalizados. Os autores cobrem o treinamento  de força, a bioenergética e as adaptações dos sistemas muscular,  nervoso e cardiovascular e discutem os sistemas básicos de treinamento e  as prescrições de programas com o objetivo de melhorar a força, a  potência e a resistência aeróbia. Este livro o auxiliará a: &lt;p&gt;    &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Elaborar, com base científica, programas de treinamento de força individualizados.    &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Modificar e adaptar programas para atender às necessidades de populações especiais.    &lt;/li&gt; &lt;li&gt;Compreender como a prescrição de exercício funciona na prática.&lt;p&gt;            Esta é uma ferramenta fundamental para treinadores,  professores e estudantes que desejam ampliar seu conhecimento e obter  sucesso na elaboração de programas de treinamento de força. 							&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Editora: &lt;/strong&gt;Artmed 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Autor: &lt;/strong&gt;STEVEN J. FLECK &amp;amp; WILLIAM J. KRAEMER 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;ISBN: &lt;/strong&gt;8536306459 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Origem: &lt;/strong&gt;Nacional 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Ano: &lt;/strong&gt;2006 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Edição: &lt;/strong&gt;3 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Número de páginas: &lt;/strong&gt;375 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Acabamento: &lt;/strong&gt;Brochura 							&lt;/li&gt;&lt;li&gt; 									&lt;strong&gt;Formato: &lt;/strong&gt;Grande 							&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/231315/fundamentos+do+treinamento+de+forca+muscular/?franq=172965"&gt;&lt;img alt="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif" src="http://img.submarino.com.br/img/btBigBuy.gif"&gt;&lt;/a&gt; 			&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; 				&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-711917911876973868?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/711917911876973868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/fundamentos-do-treinamento-de-forca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/711917911876973868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/711917911876973868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/11/fundamentos-do-treinamento-de-forca.html' title='Fundamentos do Treinamento de Força Muscular'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-7511723213440516088</id><published>2011-10-11T10:09:00.001-07:00</published><updated>2011-10-11T10:09:38.114-07:00</updated><title type='text'>A periodização do treinamento desportivo</title><content type='html'>&lt;font style="font-family: arial,helvetica,sans-serif;" size="2"&gt;&lt;p align="justify"&gt;     A forma geralmente concentrada da preparação dos atletas é a organização do treinamento através de períodos e etapas. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A periodização é um dos mais importantes  conceitos do planejamento do treinamento. Esse termo origina-se da  palabra período, que é uma porção ou divisão do tempo em pequenos  segmentos, mais fáceis de controlar denominados fases (Bompa, 2001). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Esta forma de estruturas o treinamento  desportivo tem como seu idealizador o russo Matveiev sendo criada nos  anos 60 durante até nossos dias. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Baseados nos ciclos de supercompensação,  criados pelo Austríaco Hans Seyle e modificado pelo grande bioquímico  esportivo o russo Yakolev, Matveiev idealizou a periodização do  treinamento apoiado em avaliações estatísticas do comportamento em  atletas de diversas modalidades esportivas da Ex. União Soviética nas  décadas dos anos 50 e 60. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Esta periodização fundamentava a premissa de  que o atleta tem que construir, manter e depois perder relativamente a  forma esportiva no largo dos grandes ciclos anuais de treinamento  (Matveiev, 1961, 1977, 1981, 1986). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Desta forma a periodização do treinamento  desportivo pode ser entendida como uma divisão organizada do treinamento  anual ou semestral dos atletas na busca de prepará-los para alcançar  certos objetivos estabelecidos previamente, obter um grande resultado  competitivo em determinado ponto culminante na temporada esportiva, ou  seja, obter a forma esportiva através da dinâmica das cargas de  treinamento ajustadas ao seu ponto máximo em esse momento (Dick, 1988,  Mc Farlane, 1986). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Estas três fases de aquisição, manutenção e  perda temporal da forma esportiva se transformou em um âmbito mais geral  nos três grandes períodos do treinamento desportivo ao saber: período  preparatório, competitivo e transitório (Ozolin, 1989) ou seja: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;O período preparatório é relativo a aquisição da forma esportiva. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;O período competitivo é relativo a manutenção da forma esportiva. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;O período transitório é responsável pela perda temporal da forma esportiva. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;p align="justify"&gt; &lt;b&gt;Gráfico 1&lt;/b&gt; - Esquema da  dinâmica do volume e intensidade da carga global no ciclo anual de  treino (uma das variantes típicas). As linhas tracejadas representam o  volume de cargas; as contínuas, a intensidade; I e Ia, as grandes  &amp;quot;ondas&amp;quot; da dinâmica de cargas; II e IIa, as &amp;quot;ondas médias&amp;quot;. Define-se  através das colunas o esquema modelo da variação da carga nos  microciclos por etapas de treino.  &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd48/trein01.gif"&gt; &lt;/center&gt;  &lt;p align="justify"&gt;    O esquema de Matveiev se tem demonstrado que é  muito rígido no que se diz respeito das diversas fases da preparação  esportiva, considerando-se que para diferentes modalidades esportivas e  diferentes atletas são as mesmas e possuem relativamente a mesma duração  (Tschiene, 1985). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Vários estudos se tem realizado, um de forma  complementaria e para aperfeiçoar a periodização de Matveiev (Platonov,  1988, Harre 1988, Ozolin, 1989, Forteza, 1990, Viru, 1991) e outros  tentando romper com esta forma tradicional de estruturação do  treinamento (Verjoshanky, 1990, Tschiene, 1986, 1988, Bondercsiek com  Tschiene, 1985). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Mc Farlane, 1986 e Dick, 1988 se pronunciaram  em seus estudos sobre o tema, estabelecem que a periodização do  treinamento desportivo pode ser entendida como uma divisão organizada do  treinamento anual ou semestral dos atletas na busca de prepará-los para  alcançar certos objetivos estabelecidos previamente e obter um grande  resultado competitivo em determinado ponto culminante da temporada  competitiva, exigindo que a forma obtida seja o ajuste da dinâmica das  cargas em seu ponto máximo para o momento competitivo. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Observe o quadro resumo sobre as características fundamentais da periodização de Matveiev (Forteza A., 1999).  &lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd48/trein02.gif"&gt; &lt;/center&gt; &lt;p align="justify"&gt;    A essência da periodização de Matveiev é a  relação temporal das fases da forma esportiva com a estruturação dos  períodos de treinamento (Forteza e Ranzola, 1988)&lt;/p&gt;&lt;/font&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-7511723213440516088?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/7511723213440516088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/10/periodizacao-do-treinamento-desportivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/7511723213440516088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/7511723213440516088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/10/periodizacao-do-treinamento-desportivo.html' title='A periodização do treinamento desportivo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-2713836550730844761</id><published>2011-10-05T07:05:00.001-07:00</published><updated>2011-11-30T03:16:52.789-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futebol'/><title type='text'>Treinamento de força no futebol atual</title><content type='html'>&lt;span id="Anthem_ctl00_ctl00_cphConteudo_cphConteudoE_litResumo__"&gt;&lt;span id="ctl00_ctl00_cphConteudo_cphConteudoE_litResumo"&gt;&lt;p&gt;Cada  vez mais o treinamento de força vem ganhando um maior espaço no futebol  e em todas as categorias. Sabemos que a força é uma capacidade física  básica para qualquer pessoa na execução das tarefas diárias e para  atletas de qualquer modalidade, e, quanto mais esta conseguir se  manifestar dentro do campo de jogo, mais em alto rendimento este atleta  competirá. Esta capacidade apresenta subdivisões que devem ser treinadas  de forma que atendam as necessidades da partida em suas respectivas  categorias, trabalhando com as cargas corretas de acordo com as faixas  etárias e com os exercícios ideais para formação e desenvolvimento do  atleta. Podemos encontrar vários nomes para estes subtipos, em que  precisamos saber quando, como, quanto, pra quem e onde realizar estes  trabalhos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Abaixo encontramos uma explicação resumida para estes subtipos de  acordo com Carvalho &amp;amp; Carvalho, apud Schmidtbleicher, 1985:&lt;/p&gt; &lt;p&gt;1)	Força máxima: é o valor mais elevado de força que o sistema neuromuscular pode produzir independente do tempo.&lt;br&gt; 2)	Força rápida: força condicionada pelo fator tempo. A maioria dos esportes depende das ações de força executadas com rapidez. &lt;br&gt; 3)	Força explosiva: é o resultado da relação entre a força produzida (manifestada ou aplicada) e o tempo necessário disponível.&lt;br&gt; 4)	Potência: razão entre um determinado trabalho mecânico e o tempo em que é efetuado, ou o produto da força pela velocidade.&lt;br&gt; 5)	Resistência de força: resistir à fadiga em solicitações de força.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na literatura encontramos inúmeros trabalhos relacionados ao  treinamento de força, porém, o problema está na sua realização. Aplicar  treinamentos em academias ou no próprio campo? Trabalhar a transferência  após uma ação tensional ou metabólica? Trabalhar com aparelhos ou pesos  livres? Treinar em cadeia cinética fechada ou aberta? Crianças  iniciando no esporte podem realizar treinamento de força ou não?  Trabalhar os atletas para desenvolver a hipertrofia ou apenas a  resistência muscular? São algumas perguntas frequentes que nos fazemos e  na maioria das situações a resposta está em apenas uma palavra:  depende. Depende da etapa em que se encontra o atleta, do nível de  coordenação dos seus movimentos para realização dos exercícios, do local  disponível para realizar os trabalhos de que o atleta está precisando  desenvolver naquele momento, entre outras tentativas de resposta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A periodização tem grande importância não só no treinamento de força,  mas de todas as capacidades e é nela que consultaremos as orientações  de carga e objetivos dos microciclos a partir de suas características.  Treinar a força requer acompanhamento severo, controle individual e  certeza de que os movimentos estão sendo executados corretamente pelos  atletas, pois seu aumento acarretará num aumento da condição atlética  desta capacidade e das outras, e sua má realização pode ocasionar sérias  lesões. Como para tudo, o sucesso deste tipo de trabalho está por trás  de um bom planejamento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Sabemos que quanto mais perto da realidade da competição forem  elaborados os treinamentos, maior será a transferência para a mesma.  Porém, sabemos também que o futebol é uma modalidade que envolve todas  as capacidades e torna-se difícil a montagem de alguns tipos de  trabalho. Conhecer as necessidades do jogo e como os atletas de cada  posição são exigidos durante uma partida com relação a todas as  capacidades é primordial aos preparadores físicos. Com isso, devemos  elaborar exercícios que estimulem estas exigências pra quando nossos  atletas forem requisitados, os mesmos não sintam dificuldade e se  sobressaiam aos adversários. Para isto, devemos trabalhar em  especificidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Manso, Valdivieso e Caballero (1996) acrescentam aos subtipos de  força muscular a força especial, que pode ser entendida como a  capacidade de tensão que cada grupo muscular pode gerar em uma  velocidade específica de execução. Assim, os treinamentos de força  especial para futebolistas devem ser realizados com movimentos  relacionados às ações motoras do jogo pela influência da adaptação  neural na produção de força, em que este elevado nível não poderá ser  utilizado efetivamente se o atleta não for capaz de coordenar a ativação  dos diferentes grupos musculares no movimento (Bangsbo, 1994).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Colocarei neste texto alguns pontos que podem virar discussões  futuras, mas serão de grande importância para nosso crescimento como  profissionais e discussão embasada na ciência e não no empirismo.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O treinamento da força máxima aumentará o recrutamento do número de  unidades motoras e futuramente trará para o atleta uma maior velocidade  se quando o mesmo estiver adaptado a este tipo de treinamento. Alguns  estudos colocam que se após a ação tensional realizarmos imediatamente  uma ação de potência, esta pode ser aumentada. Outros estudos comprovam  que a eficácia da transferência após 3 minutos da execução da ação  tensional consegue se aproximar mais de um aumento no número de unidades  motoras recrutadas. Aplicando este tipo de trabalho no futebol, fica a  seguinte dúvida. Necessito de muito peso para executar um treino de  força máxima, em que provavelmente numa equipe profissional fica  inviável levar para o campo esta grande quantidade de peso numa situação  de trabalho de um grupo entre 20 e 30 atletas, porém, não é impossível.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Apenas temos que ter uma boa equipe de apoio e correção, e estrutura  para dispor de uma boa quantidade de peso. Por outro lado, se a academia  oferecer um bom espaço, a aplicação deste trabalho torna-se ainda mais  viável, até porque a transferência pode ser feita para um trabalho  pliométrico. Em contrapartida, ao levarmos para o campo pouco peso,  podemos trabalhar a transferência com ações mais específicas e com maior  ênfase na potência. Contudo, ao realizar o exercício (com menos peso)  não estaremos recrutando o número necessário de unidades motoras para  aumentar esta velocidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com relação à cadeia cinética de realização dos exercícios, podemos  deixar as nossas cadeiras extensoras, mesas flexoras, entre outros  aparelhos, para a reabilitação de lesões. Isto se deve, pois os  exercícios em cadeia cinética fechada, além de trabalhar o equilíbrio do  atleta, ainda serão mais específicos por utilizarem mais articulações e  trabalharem de forma específica todos os músculos que serão solicitados  na competição, além da especificidade do próprio movimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt; Os exercícios de agachamento, avanço, afundo, levantamentos "clássicos"  do LPO (o arranco e o arremesso), possuem similaridade com as ações de  diversos esportes, principalmente aqueles que dependem de ações  horizontais e verticais com a extensão simultânea das articulações do  tornozelo, joelho e quadril (como no basquete, vôlei, futebol, handebol,  tênis, atletismo, entre outros), sendo considerados exercícios de força  específicos. O arranco e arremesso quando corretamente executados são o  mesmo que um "salto com pesos". Essa ação explosiva e coordenada pode  ser de grande auxílio para atletas de diversas modalidades. Várias  pesquisas demonstram uma grande correlação entre os exercícios de LPO e o  salto vertical. O salto vertical máximo é um teste amplamente utilizado  e reconhecido como medição de potência dos membros inferiores (Dantas  &amp;amp; Coutinho, 2009).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;br&gt; Qual a finalidade de se aplicar um treinamento de resistência de força  visando hipertrofia de um atleta profissional? Ele precisa de estímulos  específicos, pois o seu momento de base já passou, ou seja, aplicar este  tipo de trabalho neste atleta está tomando a oportunidade da realização  de um trabalho mais específico e que o traga mais resultados na  competição.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Enfocar uma periodização apenas no desenvolvimento desta capacidade  pode gerar várias discussões, mais em alto nível, o que determinará o  resultado será o trabalho das capacidades determinantes. Trabalhamos a  base nas categorias menores, como seu próprio nome já diz, "trabalho de  base", o atleta de alto nível tem que ser trabalhado visando o resultado  e a especificidade. Principalmente o treinamento de força tenta  aproximar as chances de isso acontecer, lógico que vários outros fatores  determinam o resultado no futebol.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Com o aumento de profissionais aplicando o treinamento funcional,  algumas idéias passadas estão ficando para trás. Com a evidência do  treinar em especificidade ser mais eficaz e com a renovação dos  preparadores físicos paralela à maior busca pelo conhecimento e a  tentativa de se errar menos, vamos aos poucos melhorando a qualidade dos  trabalhos físicos no futebol.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ficam aí vários pontos para serem estudados e discutidos!&lt;i&gt;&lt;br&gt; &lt;/i&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Carvalho &amp;amp; Carvalho, Revista Portuguesa de Ciência do desporto  6(2), Apud Schmidtbleicher D (1985). Klassifizierung des  Trainingsmethoden. In Krafttraining Lehre des Leichtathletik. Beilage  zur zeitschrift Leichathletik 35(50): 1785-1792.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;BANGSBO, J. The physiology demands of playing soccer. In: EKBLOM, B. (Ed.).&lt;br&gt; Football (soccer). London: Blackwell Scientific, 1994c. Cap.4, p. 43-58.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;MANSO, J.M.G; VALDIVIELSO, M. N; CABALLERO, J. A.R. Bases teóricas Del&lt;br&gt; entreinamiento desportivo: princípios y aplicaciones. Madrid: Gymnos, p.367,&lt;br&gt; 1996.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Dantas, E. &amp;amp; Coutinho, J. LPO System. Força e potência no esporte. 2009.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;* Rafael Martins Cotta é pós-graduado em Treinamento Desportivo  pela UGF e, atualmente, atua como preparador físico do E.C. Santo André  (Categorias de Base) /Centro de Formação e Treinamento de Futebol.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-2713836550730844761?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/2713836550730844761/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/10/treinamento-de-forca-no-futebol-atual.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2713836550730844761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2713836550730844761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/10/treinamento-de-forca-no-futebol-atual.html' title='Treinamento de força no futebol atual'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-3866475669522548587</id><published>2011-10-01T20:51:00.001-07:00</published><updated>2011-10-01T20:51:54.099-07:00</updated><title type='text'>Treinamento mental no esporte</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://www.myfacemybody.com/wp-content/uploads/2009/08/runing-282x300.jpg" src="http://www.myfacemybody.com/wp-content/uploads/2009/08/runing-282x300.jpg"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Treinadores e psicólogos do  esporte afirmam que os fatores mentais e o domínio psicológico são  variáveis de suma importância na busca da performance máxima, contudo  poucos são os atletas que participam desse tipo de intervenção com  regularidade e base cientificamente comprovada. A maioria dos  treinamentos mentais é confusa e pouco eficiente, nota-se a necessidade  da elaboração de um planejamento bem estruturado, que seja compreensível  e capaz de igualar o nível do treinamento metal ao físico. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;A  igualdade no desempenho entre os atletas de alto rendimento sugere que o  controle mental, o poder de concentração e as técnicas de relaxamento  têm determinado os grandes vencedores. Por esse e por outros motivos a  psicologia desportiva tem sido bastante valorizada, principalmente pelo  fato dos indivíduos já não mais associarem o treinamento mental à  "loucura". Na ex-Alemanha Oriental, por exemplo, os psicólogos do  esporte eram tidos como heróis nacionais assumindo um papel importante  desde o inicio do treinamento, elaborando métodos capazes de ajudar no  aperfeiçoamento mental e físico dos atletas. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;Experiência Prática:&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;O  pesquisador e levantador de peso nas horas vagas Charles Garfield conta  em seu livro &amp;quot;Rendimiento Máximo&amp;quot; uma experiência interessante que  sofreu com pesquisadores soviéticos. Naquela ocasião havia se passado  mais de oito anos desde a última vez que Garfield treinara seriamente,  quando era capaz de levantar 165Kg no supino, contudo nas últimas  tentativas raramente chegava à 125kg, e para voltar a erguer 165kg seria  necessário pelo menos um ano de treinamento. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Depois  de vários minutos de entrevistas os soviéticos perguntaram qual peso  máximo ele era capaz de levantar naquele exato momento. Garfield  respondeu que desejaria levantar 135kg, então os pesquisadores o  motivaram a tentar, e com grande dificuldade, mas devido a toda  excitação daquela situação, ele conseguiu. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Os  soviéticos usaram eletrocardiograma (ECG), eletroencefalogarama (EEG),  eletromiografia (EMG), dados da composição corporal e análises de sangue  para registrar todo comportamento fisiológico durante a experiência.  Após a análise dos dados registrados durante o primeiro levantamento  começaram a induzi-lo a um relaxamento profundo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Até  então, já haviam se passado quarenta minutos quando os soviéticos  pediram a Garfield que olhasse firmemente para barra, visualizasse  mentalmente o levantamento, se concentrasse na sua respiração e em seus  músculos e ficasse confiante de que poderia realizar o levantamento.  Durante esse tempo adicionaram 30kg aos 135kg que ele havia levantado.  As orientações fizeram-no sentir capaz de recuperar suas forças. Com  suas vozes seguras, porém suaves, os soviéticos conduziram o  levantamento e Garfield, se sentido autoconfiante e eufórico, conseguiu  fazer o que parecia impossível, ergueu 165kg. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Levado  pela emoção do triunfo sentia-se preparado para desafiar até mesmo o  recorde mundial. Depois da experiência os pesquisadores informaram que  pelos dados obtidos nas avaliações, Garfield seria capaz de levantar até  175kg, entretanto poderia lesionar um músculo ou tendão, pois apesar da  mente permitir, há limites físicos que devem ser respeitados. Esta  experiência demonstrou que os soviéticos haviam desenvolvido um sistema  capaz de buscar no mais profundo intimo forças, reservas aparentemente  escondidas, de forma segura e cientificamente comprovada, mostrando que a  performance máxima poderia ser "orquestrada". &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;Treinamento mental&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Por  volta de 1950 as investigações sobre o treinamento metal nos paises  comunistas deram origem a um programa de ensino que objetivava o alcance  da performance máxima com a utilização de técnicas de Ioga para ajudar  no controle dos processos psicológicos. Conhecido como auto-regulação  psíquica, o treinamento consistia em métodos capazes de controlar  determinadas funções autônomas (freqüência cardíaca, temperatura,  pressão arterial, tensão muscular e reações emocionais), ante uma  situação de nervosismo, o que até então parecia estar totalmente fora do  nosso controle consciente. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Tudo  indica que o resultado desse treinamento se refletiu nas Olimpíadas de  1976, na qual os atletas da União Soviética e Alemanha Oriental  obtiveram resultados extraordinários, o que levou à suspeita do uso de  farmacológicos, fato que foi desmentido logo após o Track and Field News  publicar os treinamentos usados pelos levantadores de peso soviéticos,  dando inicio a divulgação do treinamento mental usado por eles. Neste  ano, a União Soviética ganhou mais medalhas de ouro do que qualquer  outro país e a Alemanha Oriental conquistou 92 medalhas de ouro  olímpicas, 263 títulos europeus e 340 mundiais. A psicologia afirma que  atitudes positivas, vontade e autoconfiança (sensação de poder) estão  diretamente relacionadas com o sucesso e o êxito no esporte. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Desta  maneira, o objetivo do treinamento mental é fazer com que o atleta  elimine os pensamentos negativos (fracassos) através da concentração e  abra as portas para as reservas escondidas buscando nas experiências  positivas (triunfos, êxitos) o desenvolvimento da "vontade", do  auto-conhecimento e da descoberta dos mecanismos humanos que contribuam  para uma atuação ótima. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;Antigamente,  acreditava-se que a "vontade" não poderia ser treinada, entretanto  existem técnicas que ajudam a aceitar e exercitar a força de vontade  consciente, porém isso só poderá ser desenvolvido por indivíduos que  acreditam e são disciplinados e extremamente dedicados. Outro fator  interessante do treinamento mental é que os atletas são incentivados a  acreditarem que as competições não servem para provar que um é melhor  que o outro, mas que a vontade é essencial para desenvolver o melhor de  si mesmo. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;Características do atleta de rendimento máximo:&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;table class="contentpaneopen"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" valign="top"&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Conhece perfeita e claramente suas ações e como elas contribuem para seu êxito;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Sabe exercitar a vontade;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Concentra-se por completo em si mesmo;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Plenamente responsável;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Faz esforços conscientes;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Está sempre concentrado e mentalmente alerta;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Reluta em dizer que seu êxito é pura sorte;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;É um individuo positivo, porém realista;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;É capaz de controlar suas ações;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Consegue ficar calmo e relaxado;&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Confia em si mesmo;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Está sempre com muita energia e preparado para ação;&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Possuiu determinação. &lt;/font&gt;&lt;/li&gt; &lt;p align="justify"&gt; &lt;strong&gt;Sugestões de condutas para o sucesso:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Autodisciplina: ter capacidade de fazer qualquer sacrifício em busca do rendimento máximo.&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Autocontrole: a autodisciplina leva ao autocontrole do pensamento e das reações diante qualquer situação. &lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Autoconfiança: o autocontrole leva à autoconfiança e o atleta passa a acreditar em sim mesmo e em tudo que faz.&lt;br&gt;  &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;font class="content"&gt;Auto-realização: o atleta se sente capaz de desenvolver o melhor de si, consegue atingir o rendimento máximo.   &lt;/font&gt;&lt;/li&gt;&lt;p align="justify"&gt; As  propostas de treinamento mental consistem basicamente em realizar  varias lições com diferentes objetivos como: aprimorar as condutas  citadas acima, realizar tarefas que ajudam a desenvolver o poder da  vontade, relembrar experiências positivas e executar sessões de  relaxamento com diferentes finalidades. É importante ressaltar que após  cada fase são realizadas avaliações para determinar a evolução do  treinamento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Existem  fortes evidências que não somos totalmente guiados pela genética,  treinamento físico ou sorte, nosso corpo tende a fazer o que ordenamos,  se soubermos ordenar. Segundo alguns autores, as emoções podem afetam  cada célula do nosso corpo, incluindo os músculos. Assim torna-se muito  importante o treinamento mental, não somente para o esporte, mas na  vida. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;Referências Bibliográficas&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; LOEHR JE (1990). La excelência en los deportes, Planeta. México. 1990.&lt;br&gt; GARFIELD CA. &amp;amp; BENNETT HZ (1987). Rendimiento Máximo, Martínez Roca. Espanha.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;font class="content"&gt; &lt;/font&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;font class="content"&gt;&lt;strong&gt;Profª. Elke Oliveira&lt;/strong&gt; - Educadora Física&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-3866475669522548587?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/3866475669522548587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/10/treinamento-mental-no-esporte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3866475669522548587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3866475669522548587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/10/treinamento-mental-no-esporte.html' title='Treinamento mental no esporte'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-8249116618853933831</id><published>2011-09-23T10:39:00.001-07:00</published><updated>2011-09-23T10:39:46.616-07:00</updated><title type='text'>Exercícios pliométricos</title><content type='html'>A fisiologia do ciclo alongar-encurtar é baseada na combinação dos reflexos de estiramento muscular e nas propriedades mecânicas e, principalmente, elásticas do sistema músculotendíneo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Existe uma grande variedade de exercícios pliométricos, os quais devem ser combinados e aplicados de acordo com a necessidade de cada esporte, um exemplo é o basquetebol, no qual o atleta deverá realizar tanto exercícios para membros inferiores e superiores, pois esses atletas requerem força de impulsão para o salto e potência&lt;br&gt;  para o arremesso. Moura e Moura  afirmam que o atletismo é uma modalidade que abrange um grande espectro de atividades, como corrida, saltos e arremessos e os exercícios pliométricos são fundamentais na reabilitação desses atletas.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;A pliometria pode ser aplicada de forma simples, utilizando-se materiais de fácil aquisição, como caixas de madeira, cones, bolas e elásticos. É importante ressaltar a função do&lt;br&gt;aquecimento antes da aplicação dos exercícios pliométricos. O aquecimento pode ser dividido em geral e específico. O primeiro envolve atividades como corrida lenta, seguida de&lt;br&gt;  exercícios calestênicos e alongamentos. O segundo engloba atividades repetidas que preconizam os padrões neuromusculares da habilidade esportiva.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Após o aquecimento, o paciente deve ser exposto a atividades que visam a aprendizagem da técnica. Nessa fase, o terapeuta deverá ensinar pontos importantes, como a aterrissagem correta, respeitando a velocidade exigida pelo exercício e o alinhamento adequado do corpo. Exercícios de baixa intensidade ou impacto, como saltos&lt;br&gt;  bilaterais no lugar são usados nessa fase. Em seguida deve-se aumentar o nível de dificuldade e expor o sistema articular e miotendíneo a uma maior carga através de exercícios de nível moderado e finalmente, o programa evolui até o retorno do atleta ao esporte. A velocidade de progressão depende da gravidade de lesão. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;Os principais tipos de exercícios para membros inferiores são os saltos no lugar, ou seja, os membros inferiores aterrisam no mesmo lugar de onde saltaram, saltos com mudança de direção, nos quais os membros inferiores aterrisam em um ponto diferente de onde saltaram, que pode ser para o lado, para frente ou na diagonal e saltos&lt;br&gt;  em profundidade que utilizam caixas e requerem maior experiência, pois são mais agressivos, exigindo mais das qualidades reativas e de explosão muscular.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Nos exercícios para membros superiores são utilizados medicine balls, que são bolas de diferentes graduações de peso, elásticos ou push up na parede ou solo.&lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.unicentro.br/editora/revistas/salus/v1n1/13-p77-85.pdf" target="_blank"&gt;&lt;b&gt;Retirei desse artigo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-8249116618853933831?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/8249116618853933831/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/exercicios-pliometricos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8249116618853933831'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8249116618853933831'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/exercicios-pliometricos.html' title='Exercícios pliométricos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-767518779960491033</id><published>2011-09-14T15:37:00.001-07:00</published><updated>2011-11-30T03:15:50.834-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Voleibol'/><title type='text'>A musculação e seu benefício para o salto vertical no voleibol</title><content type='html'>   Segundo TEIXEIRA e GOMES (1998) o atleta de voleibol deve treinar a potência na musculação porque é uma das capacidades físicas predominantes no jogo de voleibol. A força máxima dinâmica também merecem ser exercitadas nas sessões de musculação do voleibol (CHIAPPA, 2001).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    MARQUES JUNIOR (2001) ensina que a musculação para o atleta de voleibol tem que ser praticada similar ao gesto desportivo da modalidade para proporcionar uma adequada transferência da força aos fundamentos executados pelo voleibolista.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    WELTMAN et al. (1986) afirmam que a musculação auxilia no aumento da impulsão do salto vertical. NAGANO e GERRITSEN (2000) evidenciaram em seu estudo que o exercício resistivo é responsável pela melhora do salto vertical. HOLLINGS e ROBSON (1991) informam que a modalidade do atleta influencia no desempenho do salto vertical, desportos onde predomina a força e a potência os atletas saltam mais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    SPILÄ et al. (1991) escrevem que as modalidades de força saltam mais porque possuem mais força isométrica nos músculos dos membros inferiores. A força isométrica correlaciona-se significativamente com o salto vertical do desportista (Häkkinen, 1991 em TRICOLI et al., 1994). Desportos de velocidade também conseguem boa performance no salto vertical por causa que esses eventos necessitam de potência .&lt;br&gt; &lt;br&gt;    EISENMAN (1978) observou no seu estudo que a pratica da musculação por 4 dias por semana com 8 a 12 repetições e possuindo exercícios para os membros inferiores, ombro, costas e braço, beneficia o desempenho do salto vertical. McKETHAN e MAYHEW (1974) informam que sessões de força isotônica-isométrica melhoram mais o salto vertical do que as de força máxima.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Para AUGUSTSSON et al. (1998) não é só o número de repetições, séries ou o objetivo da sessão de musculação que aumentam a impulsão do salto vertical, a especificidade é um fator determinante. Em sua pesquisa um grupo realizou treino de força na cadeira extensora e abdutora, enquanto que outro praticou agachamento com halter. Os melhores resultados no salto vertical foram do grupo do agachamento com halter porque ativa à ação excêntrica e concêntrica, similar o movimento muscular do salto vertical com contramovimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    FIGUEIRA JÚNIOR et al. (1996) constataram na seleção brasileira feminina de voleibol adulto que a força e a potência influenciam significativamente no salto vertical, isto é, na quantidade e nos níveis de fadiga.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A potência também propicia uma melhora na impulsão do salto vertical (KETTUNEN et al., 1999). Segundo BADILLO e AYESTARÁN (2001) sessões de potência devem ter uma duração máxima de 2 meses para mulheres e 4 meses em homens, mais do que este período a força explosiva tende a declinar. Mas estas informações não foram evidenciadas em voleibolistas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    SCHMIDTBLEICHER (1992) escreve que a força máxima dinâmica contribui na qualidade da potência do atleta, mas não explica o motivo. RODACKI et al. (1994) afirmam que a melhora da força sempre beneficiará a potência muscular. Enquanto que Newton &amp;amp; Kraemer (1994 em BADILLO e AYESTARÁN, 2001) indicam 5 fatores que se melhorados em conjunto beneficiaram a força de potência, eles são: força executada em velocidade lenta com cargas elevadas (força máxima dinâmica), força realizada com máxima velocidade portando pesos leves ou medianos (força de potência), habilidades específicas (ciclo excêntrico-concêntrico e índice de manifestação da força) e coordenação intermuscular.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A potência torna-se imprescindível para os desportos da atualidade por causa que auxilia no desempenho atlético, como no arremesso, golpe de uma arte marcial e no salto vertical (NEWTON e KRAEMER, 1994). Mas MANNIE (1995) chama atenção que sessões com peso de musculação que visem à melhora da força de potência possuem um alto risco de lesão, apesar de ser comprovado os seus benefícios para a performance. Observado no estudo de&lt;br&gt; &lt;br&gt;    HÄKKINEN (1993) em jogadoras de voleibol da liga finlandesa. As voleibolistas praticaram 2 a 3 sessões semanais de musculação de força máxima dinâmica e/ou força de potência no período preparatório, vindo reduzir a quantidade de treino de força no período competitivo, sendo praticado para manutenção. HÄKKINEN (1993) constatou que os valores do salto vertical do bloqueio e da cortada aumentaram significativamente por causa das sessões de força máxima dinâmica e de potência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    No período de transição e no segundo período competitivo, as voleibolistas finlandesas realizaram sessões de força máxima dinâmica e de potência num menor volume, vindo a cessar o treino de força máxima dinâmica na metade do período competitivo, influenciando num decréscimo do salto vertical das jogadoras.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Segundo HÄKKINEN (1989) a força máxima dinâmica e a força de potência são imprescindíveis para aumentar o salto vertical do atleta de voleibol. Embora YOUNG e BILBY (1993) presenciaram em seu estudo que os estudantes que treinavam potência obtiveram resultados inferiores no salto vertical (38,70 4,98 cm) quando comparados aos do grupo de hipertrofia máxima (41,59 4,74 cm), tornando difícil de explicar o motivo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd81/volei.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-767518779960491033?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/767518779960491033/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/musculacao-e-seu-beneficio-para-o-salto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/767518779960491033'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/767518779960491033'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/musculacao-e-seu-beneficio-para-o-salto.html' title='A musculação e seu benefício para o salto vertical no voleibol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-2950786812922142432</id><published>2011-09-14T09:31:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T09:31:33.682-07:00</updated><title type='text'>Pliometria aplicada na reabilitação de atletas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://1.bp.blogspot.com/--W58bPaHEOM/TY-0jPH_zYI/AAAAAAAAAUc/KFpfbrG-Q3s/s1600/18.jpg" src="http://1.bp.blogspot.com/--W58bPaHEOM/TY-0jPH_zYI/AAAAAAAAAUc/KFpfbrG-Q3s/s1600/18.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;A maioria das atividades desportivas, como saltar e arremessar, utiliza uma alternância de contrações musculares, denominada de ciclo alongamento-encurtamento, ou seja, um&lt;br&gt;mecanismo fisiológico cuja função é aumentar a eficiência mecânica dos movimentos, nos quais ocorre uma contração muscular excêntrica, seguida, imediatamente, por uma ação concêntrica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Um dos meios pelo qual se ativa o ciclo alongamento-encurtamento é a pliometria. Esse método é conhecido por desenvolver potência muscular em atletas. A potência representa o componente principal da boa forma física, que pode ser o parâmetro mais representativo do sucesso nos esportes que requerem força rápida e extrema.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O termo pliometria foi introduzido pelo treinador norte americano Fred Wilt em 1975. Essa técnica tornou-se popular nos anos 60 e 70 e foi responsabilizada pelo sucesso dos atletas do leste europeu na época. Os treinadores norteamericanos já usavam saltos com bancos o pular corda, porém não conheciam sua base fisiológica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Foi, então, o treinador soviético Yuri Verkhoshanski, durante o final da década de 60, quem começou a transformar o que eram apenas saltos aleatórios, em treinamento pliométrico organizado. Os exercícios pliométricos são definidos como aqueles que ativam o ciclo excêntricoconcêntrico do músculo esquelético, provocando sua potenciação elástica, mecânica e reflexa. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O propósito dos exercícios de ciclo alongarencurtar ou de contra movimento é melhorar a capacidade de reação do sistema neuromuscular e armazenar energia elástica durante o préalongamento, para que esta seja utilizada durante a fase concêntrica do movimento. Esses exercícios promovem a estimulação dos proprioceptores corporais para facilitar o aumento do recrutamento muscular numa mínima quantidade de tempo. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Além da importante contribuição desta técnica para o ganho de potência,de auxílio na melhora do desempenho de controle neuromuscular, porém, somente há pouco a sua importância na prevenção e reabilitação de lesões está sendo discutida. Dessa forma, este trabalho de revisão bibliográfica tem como objetivo descrever as bases mecânicas, elásticas e neurofisiológicas da pliometria, assim como, o seu papel na reabilitação e prevenção de lesões em atletas, haja visto que eles precisam retornar de forma precoce e segura ao esporte competitivo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.unicentro.br/editora/revistas/salus/v1n1/13-p77-85.pdf"&gt;&lt;b&gt;Veja por artigo completo&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-2950786812922142432?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/2950786812922142432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/pliometria-aplicada-na-reabilitacao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2950786812922142432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2950786812922142432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/pliometria-aplicada-na-reabilitacao-de.html' title='Pliometria aplicada na reabilitação de atletas'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/--W58bPaHEOM/TY-0jPH_zYI/AAAAAAAAAUc/KFpfbrG-Q3s/s72-c/18.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-4311205738946512062</id><published>2011-09-12T08:04:00.001-07:00</published><updated>2011-09-12T08:04:08.311-07:00</updated><title type='text'>Preparo psicológico é fundamental para todos os atletas</title><content type='html'>&lt;font face="Arial"&gt;&lt;font style="FONT-SIZE: 12px"&gt;Diversos corredores  confirmam a importância do preparo emocional nos momentos de  pré-competição e durante a competição, pois relatam ficar ansiosos,  desconcentrados e acabam não rendendo o que podiam, ou mesmo não chegam  perto daquilo que alcançam nos treinos. Este e outros exemplos comprovam  que o treinamento antes encarado apenas sob o ponto de vista físico, é  visto hoje como um conjunto de preparações: a preparação física e a  preparação mental. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Mesmo sabendo da necessidade do preparo  psicológico ainda restam muitas dúvidas à respeito da Psicologia do  Esporte. Afinal, para que ela serve? Que benefícios ela traz? Como e com  o quê o psicológo do esporte trabalha? Será que eu preciso de um  psicólogo&lt;br&gt;&lt;br&gt;do esporte ou posso fazer meu treinamento mental  sozinho? Para começarmos a responder as indagações acima precisamos  explicar que a Psicologia do Esporte é uma ciência que existe há muito  tempo. Na década de 80 ainda não existiam  &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;estudos  controlados que comprovassem sua eficácia, mas foi na década seguinte  que foram produzidos inúmeros estudos que deram credibilidade a área e  daí em diante a presença de psicólogos do esporte nas equipes  multidisciplinares que apoiam atletas tem sido cada vez maior. &lt;br&gt;&lt;br&gt;Apesar  de ser uma especialidade da Psicologia e, por isso carregar o estigma  de lidar com casos-problemas , a Psicologia do Esporte trabalha com o  comportamento esportivo, e tem o objetivo de potencializar e desenvolver  as habilidades psicológicas e cognitivas como por exemplo: concentração  e ansiedade, flexibilidade e capacidade de solução mental,  auto-motivação gerenciamento e enfrentamento de estresse.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A  maneira como lidamos com cada uma destas habilidades são aprendidas ao  longo de nossas experiências de vida, cada indivíduo responde a um mesmo  evento de uma maneira singular. Assim como as habilidades físicas devem  ser praticadas sistematicamente para melhorarmos nossa performance nos  treinos, nossas habilidades cognitivas e emocionais também funcionam  assim. Portanto o psicólogo do esporte muitas vezes trabalha na esfera  educativa, ajudando o corredor a identificar que comportamentos e  pensamentos que são eficazes na sua prática e quais comportamentos  atrapalham ou deveriam ser aprimorados. &lt;br&gt;&lt;br&gt;A partir destes dados  constrói junto com o atleta um plano de ação e em seguida utiliza  diversos recursos e técnicas específicas, como a reetruturação cognitiva  (reestruturar a maneira de pensar sobre um mesmo evento), técnicas de  relaxamento, visualização e auto-falas. É bom lembrar que nosso corpo é  governado pelos nossos pensamentos, sensações e vivências. É no cérebro  que sentimos dor e prazer, fome e satisfação. Sinto fome (sensação)  busco alimento (comportamento) eu não sou bom corredor (pensamento) não  me esforço pra sobrepujar as dificuldades nos treinos (comportamento).  Portanto para mudar comportamentos emocionais ou motores é preciso  treinar a mudança do pensamento. Eu tenho uma boa técnica de corrida  (Pensamento) me comprometo a realizar treinos com qualidade  (comportamento). &lt;br&gt;&lt;br&gt;O psicólogo do esporte é a pessoa habilitada  para avaliar, diagnosticar as habilidades mentais do atleta e  implementar um programa de treinamento mental. &lt;br&gt;&lt;br&gt;O treinamento  mental beneficia qualquer praticante de atividade física seja o atleta  profissional ou o iniciante porque amplia as competências psicológicas  que podem ser usadas em qualquer situação do cotidiano. Pense nisso e  observe como seus pensamentos influenciam em como você treina, avalie  seus pontos fortes e fracos e modifique seu pensamento para obter  melhora no seu rendimento e bem estar. Se precisar de ajuda, procure um  psicólogo do esporte! &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;Carla Di Pierro é especialista em  psicologia do esporte pelo Instituto Sedes Sapientiae, psicóloga do  Instituto Vita e triatleta amadora. Para saber mais, entre em &lt;a href="mailto:contato%3Acarla@vita.org.br"&gt;contato:carla@vita.org.br&lt;/a&gt; &lt;/b&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-4311205738946512062?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/4311205738946512062/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/preparo-psicologico-e-fundamental-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/4311205738946512062'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/4311205738946512062'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/preparo-psicologico-e-fundamental-para.html' title='Preparo psicológico é fundamental para todos os atletas'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-1104091820116679442</id><published>2011-09-09T06:30:00.001-07:00</published><updated>2011-09-09T06:30:55.537-07:00</updated><title type='text'>A importância do aquecimento</title><content type='html'>O aquecimento é tão essencial e benéfico para quem faz exercícios, que é indispensável encorporá-lo em nossas atividades físicas. Ele evita e previne lesões graves, atuando também contra as dores no corpo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O assunto é tão importante,  que recorremos a um profissional da área para nos informar sobre o assunto:&lt;br&gt; &lt;br&gt;O principal objetivo do aquecimento é preparar o organismo para o esporte,  seja em treinamento, na competição ou no lazer. Ele visa obter o estado ideal psíquico e físico, a preparação para os movimentos  e principalmente prevenir  as lesões.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Existem dois tipos de aquecimento: o geral e o específico. O aquecimento geral deve possibilitar um funcionamento ativo do organismo como um todo. Para isso devemos fazer exercícios que utilizam de grandes grupos musculares. Correr é um bom exemplo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Já o aquecimento específico utiliza exercícios específicos para uma determinada modalidade. Aqui, os exercícios devem utilizar a  musculatura exigida no esporte que será feito em seguida. Nota-se que o  aquecimento específico deve ser feito após o aquecimento geral.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;O aquecimento geral&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os principais objetivos fisiológicos do aquecimento geral são: obter um  aumento da  temperatura corporal, da temperatura da musculatura e preparação  do sistema cardiovascular e pulmonar para a atividade e o desempenho.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Devemos elevar a  temperatura corporal, pois ao atingir a temperatura ideal,  as reações fisiológicas importantes para o desempenho motor ocorrem nas  proporções adequadas para aquela determinada atividade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A velocidade do metabolismo aumenta em função da temperatura, aumentando 13% para cada grau de temperatura. O aumento da irrigação dos tecidos garante um melhor suprimento de oxigênio e substratos ao tecido. Quando o metabolismo está alto, torna as reações químicas mais rápidas e mais eficientes.&lt;br&gt; &lt;br&gt;No lado preventivo, o aumento da temperatura resulta em uma redução da  resistência elástica e da resistência do atrito. A musculatura, os ligamentos e os  tendões tornam-se mais elásticos tornando-se menos  suscetíveis a lesões ou rupturas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Há também modificações importantes nas  articulações, devido a uma série de mecanismos. As articulações aumentam a  produção de líquido sinovial -o líquido que fica dentro das articulações-,  tornando-se mais resistentes à pressão e a força.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Aquecimento específico&lt;br&gt;&lt;br&gt;O aquecimento específico deve ser realizado após o aquecimento geral. Este tipo de aquecimento é fundamental nas modalidades esportivas  coordenativas. Consiste em exercícios que se assemelham tecnicamente aos que serão executados na atividade posterior.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Deve conter exercícios de alongamento e relaxamento que funcionam como profilaxia de lesões, além de garantir um bom alongamento da musculatura que será trabalhada.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Com exercícios direcionados aos principais grupos musculares da atividade, há um redirecionamento sanguíneo para estas regiões, tornando-as  mais irrigadas e supridas de oxigênio. Isto porque o aumento da temperatura  corporal não é proporcional ao aumento da temperatura muscular. Existe uma diferença na velocidade de aumento destas temperaturas.&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Fatores que influenciam no aquecimento&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Idade&lt;br&gt;&lt;br&gt;  Variação do tempo e da intensidade de acordo com a idade. Quanto mais velha é a  pessoa, mais cuidadoso e gradual o aquecimento deve ser, ou seja, mais  longo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Estado de treinamento&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quanto mais treinada é a pessoa, mais intenso deve ser seu aquecimento.  Deve ser ajustado para cada pessoa e para cada modalidade. É indicado nunca fazer atividades ou exercícios os quais não se está acostumado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Disposição Psíquica&lt;br&gt;&lt;br&gt;A falta de motivação reduz os efeitos do aquecimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Período do dia&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pela manhã o aquecimento deve ser mais gradual e mais longo e durante à tarde o aquecimento pode ser mais curto. Já a noite deve ter características  similares ao da manhã.&lt;br&gt; &lt;br&gt;·        Modalidade esportiva&lt;br&gt;&lt;br&gt;Deve ser realizado de acordo com a modalidade praticada. Neste ponto ainda devemos prestar atenção nas características individuais do esporte.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Temperatura ambiente&lt;br&gt; &lt;br&gt;  Em tempos quentes o aquecimento deve ser reduzido, em dias frios ou chuvosos  o tempo do aquecimento deve ser alongado.&lt;br&gt;&lt;br&gt;·        Momento do Aquecimento&lt;br&gt;&lt;br&gt;  O intervalo ideal entre o final do aquecimento e o inicio da atividade é de  5 a 10  minutos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;O efeito do aquecimento perdura de 20 a 30 minutos. Após 45  minutos  temperatura corporal já retomou sua temperatura de repouso. &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-1104091820116679442?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/1104091820116679442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/importancia-do-aquecimento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1104091820116679442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1104091820116679442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/importancia-do-aquecimento.html' title='A importância do aquecimento'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-8340556563414458386</id><published>2011-09-07T13:05:00.001-07:00</published><updated>2011-09-07T13:05:41.490-07:00</updated><title type='text'>Como funciona o treinamento desportivo</title><content type='html'>O treinamento desportivo apresenta-se como uma atividade física de longa  duração, graduada de forma progressiva, individualizada, atuando  especificamente nas funções humanas, fisiológicas e psicológicas, com  objetivos de superar tarefas mais exigentes que as habituais. É assim  que Bompa (1983) define treinamento desportivo. Ele, como muitos outros  autores, apresenta definições baseadas em inúmeros estudos científicos  sobre o tema. &lt;br&gt; &lt;br&gt; O treinamento desportivo, quando aplicado adequadamente, provoca no  organismo humano, adaptações morfológicas e funcionais, elevando assim o  nível de forma física do indivíduo. Para tanto, alguns princípios devem  ser seguidos para que a aplicação desse treinamento seja eficaz. &lt;br&gt; &lt;br&gt; Vamos tratar daqueles considerados fundamentais em qualquer processo de treinamento:&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Individualidade Biológica&lt;/b&gt;: a aplicação de cargas de  treinamento respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo é  uma regra. Encontramos atletas que recebem a mesma sobrecarga de  trabalho e reagem, sofrem adaptações, completamente diferentes. Neste  caso, até as recuperações são diferentes. Para atletas jovens, é  importante considerar as fases de crescimento e desenvolvimento em que  se encontram. Para todos, o estilo de vida também conta;&lt;/li&gt;&lt;br&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Sobrecarga&lt;/b&gt;: o primeiro passo para acertarmos na determinação  da sobrecarga são os testes de avaliação. Eles nos indicam em que  patamar de forma o atleta se encontra e como poderemos estabelecer o  volume e a intensidade da sobrecarga aplicada. Conforme os objetivos do  atleta e seu nível de forma, devemos programar as cargas quanto aos  aspectos de qualidade (intensidade) e quantidade (volume) de forma  gradual e crescente;&lt;/li&gt;&lt;br&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Densidade&lt;/b&gt;: em todo treinamento existem dois parâmetros - a  carga ou estímulo e a pausa ou recuperação. Como já mencionado, a carga  produz um desajuste dos sistemas e durante a recuperação, por meio da  reação do organismo, ocorre a adaptação e supercompensação. Essa  recuperação demanda um tempo de repouso, ou diminuição da carga, para  produzir todos os efeitos regenerativos e supercompensatórios. Essa  relação temporal entre a aplicação da carga e a recuperação denomina-se  densidade. A correta utilização dessa relação determina a eficácia do  treinamento.&lt;/li&gt;&lt;br&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Especificidade&lt;/b&gt;: outra regra bastante clara: se aplicarmos  cargas de resistência, o atleta melhora a resistência. Neste caso,  considerando as características próprias do esporte trabalhado, o  planejamento deve conter elementos específicos (objetivos, métodos,  meios, etc) para desenvolvimento das capacidades deste esporte;&lt;/li&gt;&lt;br&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;Reversibilidade&lt;/b&gt;: a interrupção do processo de treinamento  provoca reversão dos efeitos obtidos ao longo do tempo. Essa perda  apresenta um ritmo mais rápido para os treinamentos baseados em  resistência e resistência de força, e mais lento para os treinamentos  baseados em força explosiva e força máxima.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; A orientação do planejamento do treinamento por estes princípios nos  leva a estabelecer uma aproximação enorme do treinamento chamado  científico e nos afasta, por outro lado, do empirismo que muitas vezes  põe em risco a saúde de indivíduos sãos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fonte: &lt;a href="http://Webrun.com.br"&gt;Webrun.com.br&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-8340556563414458386?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/8340556563414458386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/como-funciona-o-treinamento-desportivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8340556563414458386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8340556563414458386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/09/como-funciona-o-treinamento-desportivo.html' title='Como funciona o treinamento desportivo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-3056071831466828900</id><published>2011-08-31T09:53:00.001-07:00</published><updated>2011-08-31T09:53:37.572-07:00</updated><title type='text'>Ginástica olímpica não afeta o crescimento das atletas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align:center"&gt;  		  &lt;span&gt;  		  	&lt;a href="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/140f23040038d34f840b3bb9672ae194_XL.jpg" title="Clique para visualizar a imagem" target="_blank"&gt;  		  		&lt;img src="http://portaldocoracao.uol.com.br/media/k2/items/cache/140f23040038d34f840b3bb9672ae194_L.jpg" alt="Ginástica olímpica não afeta o crescimento das atletas" style="width:200px;min-height:auto"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;a style="text-decoration:none" name="131fbebb52455e2f_fb_share" type="" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http%3A%2F%2Fportaldocoracao.uol.com.br%2Ffitness%2Fginastica-olimpica-no-afeta-o-crescimento-das-atletas&amp;amp;t=Gin%C3%A1stica%20ol%C3%ADmpica%20n%C3%A3o%20afeta%20o%20crescimento%20das%20atletas%20-%20Portal%20do%20Cora%C3%A7%C3%A3o&amp;amp;src=sp" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;p style="text-align:justify"&gt;Na  ginástica artística existe um mito de que meninas que praticam o  esporte não crescem tudo que poderiam. No entanto, uma pesquisa da  Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) da USP realizada com 51  ginastas, ex-atletas de alto nível, revelou que a grande maioria  alcançou ou superou o potencial de estatura esperado.  &lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;O professor Raul Alves Ferreira Filho,  que também foi técnico de atletas de destaque durante 15 anos, colheu  dados de 51 ginastas e de seus familiares para verificar se elas haviam  atingido a altura prevista por parâmetros genéticos. Foi constatado que  70,58% igualaram ou superaram a estatura-alvo, sendo que a média de  superação foi de 2,4 cm.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;A ginasta que registrou maior diferença  apresentava 15,5 cm a mais do que a altura esperada; e a que apresentou  menor diferença tinha 0,5 cm a mais. As que não atingiram a  estatura-alvo (29,41%) ficaram em média 3,4% menores do que a estatura  prevista. A ex-atleta que ficou mais próxima do alvo tinha 0,02 cm a  menos; e a que ficou mais distante tinha 8,5 cm a menos do que o  resultado da fórmula.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Para demonstrar que a questão genética é  a mais importante na definição da altura final de uma pessoa, o  pesquisador mediu as ex-atletas com um estadiômetro (aparelho para medir  a estatura) de alta precisão. Ele colheu dados de familiares e aplicou a  Fórmula de Tanner (altura do pai mais altura da mãe divididas por dois,  menos 6,5 cm = altura da filha), criada pelo pediatra britânico James  Mourilyan Tanner, estudioso do crescimento e desenvolvimento de crianças  e adolescentes, para prever a altura final. Em seguida, comparou a  medida encontrada com a medida esperada.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Preocupação com a estatura&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Na literatura sobre ginástica artística,  também conhecida como ginástica olímpica, o professor afirma ter  encontrado relatos sobre esta preocupação com a estatura entre o público  leigo em todo o mundo, mas ressalta que no Brasil o mito é ainda mais  forte: "Em minha atuação como treinador, tive mais de um caso de pais  proibindo a menina de praticar o esporte baseados nesta crença, mesmo  quando ela apresentava um grande potencial para se tornar uma atleta de  alto nível, que pudesse atuar em competições internacionais e ser  convocada para a seleção".&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Não há ligação entre a modalidade e  problemas de crescimento. O que acontece é que as ginastas que são mais  baixas por uma característica própria apresentam um biotipo mais  favorável à execução dos movimentos. "Veja por exemplo o caso de Daiane  dos Santos, com 1,46 m: é a única ginasta do mundo a executar o duplo  twist estendido, que consiste em dois giros no ar com o corpo totalmente  estendido para frente.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;É impossível imaginar uma atleta com  1,80 fazendo isso. Um físico de menor porte atende melhor às exigências  da biomecânica para fazer alavancas e vencer a inércia", explica Alves  Ferreira. Também comprovando este argumento, cita a experiência que teve  no treinamento das irmãs Graziella (1,60 m) e Renata Guerra (1,70 m),  em que a mais baixa alcançou um desempenho bem melhor do que a mais  alta.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Maturação tardia&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Além da baixa estatura dos pais, em  geral as meninas que se destacam na ginástica artística apresentam  maturação tardia, tendo a primeira menstruação (menarca) após os 16  anos, quando a média entre as adolescentes brasileiras é que isso ocorra  com 12,3 anos. "As meninas que ainda não tiveram a menarca não passaram  pela fase de maior crescimento, e também possuem quadril estreito,  seios ainda não desenvolvidos e pouca gordura corporal, condição que  também favorece a execução dos movimentos exigidos" acrescenta o  professor.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Ele lembra o caso da romena Nadia  Comãneci, vencedora de cinco medalhas de ouro em olimpíadas e a primeira  a receber uma nota dez numa competição olímpica de ginástica artística.  &amp;quot;Aos treze anos, quando em atividade, a atleta media 1,54 m, e  atualmente tem 1,64 m.&amp;quot;&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Autora: Luiza Caires.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align:justify"&gt;Fonte:Agência USP de Notícias.&lt;/p&gt; 	  &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-3056071831466828900?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/3056071831466828900/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/ginastica-olimpica-nao-afeta-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3056071831466828900'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3056071831466828900'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/ginastica-olimpica-nao-afeta-o.html' title='Ginástica olímpica não afeta o crescimento das atletas'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-47867216264416123</id><published>2011-08-24T06:08:00.001-07:00</published><updated>2011-08-24T06:08:27.083-07:00</updated><title type='text'>O que é um Coaching de alta performance nos esportes?</title><content type='html'>&lt;br&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Coaching é a palavra inglesa que se  refere ao ato de treinar alguém.Inicialmente utilizada apenas em âmbito  esportivo e com grande difusão no meio empresarial, essa prática, hoje,  possui uma enorme variedade de aplicações.O Coaching de alta performance  é um processo dirigido para pessoas que estão decididas a obterem o  máximo de suas potencialidades em sua área de atuação: seja no meio  esportivo, na vida pessoal ou ainda corporativa.&lt;/p&gt;  &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Alta performance no esporte&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;No esporte de alta performance para se  obter grandes resultados é necessário um equilíbrio entre os aspectos  físicos e emocionais. Cada vez mais, grandes equipes buscam apoio de  outros profissionais que atuam com técnicas complementares ao  desenvolvimento técnico e tático.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre estas ferramentas destacam-se o  uso de Coaching, meditação, hipnose, Programação Neurolinguística,  Eneagrama e Psicobiologia.Diversas modalidades esportivas já utilizaram  ou ainda se beneficiam destes programas, no futebol destacam-se:  Manchester United, Milan, seleção italiana vencedora da copa do mundo em  2006, seleção brasileira e Cruzeiro.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Diferentemente das intervenções pontuais  que alguns clubes realizam, o coaching possui um caráter inovador pois  visa oferecer de uma forma constante ao atleta ferramentas para utilizar  o máximo de suas potencialidades técnicas e físicas sem a interferência  excessiva da mente auto-crítica racional.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como as neurociências nos mostram que o  corpo e a mente funcionam como uma via de mão dupla, pensamentos,  emoções e comportamentos influenciam-se um ao outro.A limitação da  performance pode acontecer, seja quando o atleta ou a equipe acessa  pensamentos derrotistas, falta de clareza sobre propósito, identidade e  valores ou traz lembranças recorrentes de fracassos, ou ainda ao assumir  comportamentos improdutivos e também ao mergulhar em estados emocionais  enfraquecedores.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desta forma podemos fortalecer nos  esportistas e na equipe técnica comportamentos, pensamentos, clareza de  propósito, identidade e valores, além de estados emocionais que lhes  impulsionarão a atingir a alta performance de uma forma natural,  permitindo que o talento possa se apresentar em sua totalidade.&lt;/p&gt; &lt;p style="text-align: justify;"&gt;Autor: Dr. Leandro de Oliveira - Medicina Comportamental e Coaching na Saúde.&lt;/p&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-47867216264416123?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/47867216264416123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/o-que-e-um-coaching-de-alta-performance.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/47867216264416123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/47867216264416123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/o-que-e-um-coaching-de-alta-performance.html' title='O que é um Coaching de alta performance nos esportes?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-5794181447343092090</id><published>2011-08-22T11:06:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T11:06:00.702-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Handebol'/><title type='text'>Princípios e recomendações básicas para o trabalho de desenvolvimento dos fundamentos técnicos do handebol no treinamento de base</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:-3;color:blue;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;1) Introdução&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;"Ainda se comete o erro de realizar um treinamento altamente  especializado - unilateral - precocemente em crianças e adolescentes"  (Ehret et al., 2002). No handebol, este erro é percebido principalmente  quando analisamos o treinamento dos fundamentos técnicos, já que a  maioria dos profissionais militantes na área se utiliza apenas do ensino  através da repetição mecânica do gesto técnico, sem colocá-lo no  contexto do jogo em si. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;As considerações realizadas no presente artigo objetivam  demonstrar quais são os principais fundamentos técnicos do handebol e  como estes podem ser trabalhados na iniciação esportiva com crianças e  adolescentes. Na proposta aqui apresentada consideramos o treinamento de  base como o período ideal para o início do ensino dos fundamentos  técnicos do handebol, sendo que o começo deste período de treinamento se  dá por volta dos 10 anos de idade, ou seja, adotamos como princípio  geral que todas as habilidades motoras básicas já estão bem  desenvolvidas, assim como também que o aluno já possui uma pequena  experiência motora esportiva adquirida com a prática lúdica de esportes  realizada anteriormente ao treinamento de base. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Inicialmente falaremos sobre o treinamento de base enfocando seus  objetivos e características, assim como também as fases que devem  compor uma sessão de treinamento. Em um segundo momento descreveremos os  principais fundamentos técnicos do handebol. Posteriormente serão  expostos alguns princípios que são recomendados na realização de um  trabalho que objetiva o desenvolvimento dos referidos fundamentos.  Finalmente, apontaremos algumas conclusões em relação ao que foi  descrito ao longo de todo este artigo de pesquisa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;2) Treinamento de base&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O treinamento de base tem início por volta dos 10 anos de idade e  em nossa opinião se constitui no período ideal para o início dos  trabalhos com os fundamentos técnicos da modalidade esportiva praticada,  no caso do presente estudo, o handebol. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Segundo Guerra (2003) os principais objetivos do treinamento de base são: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Apresentar os conteúdos técnicos e táticos do esporte, através da combinação de pequenos grupos (3 pessoas no máximo). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Desenvolver a capacidade tática individual do aluno no sentido  de enfatizar que o mesmo deve compreender a ação tática, independente do  seu nível de rendimento pessoal. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Desenvolver a capacidade de jogo básica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nesta etapa de sua vida esportiva o aluno executará uma resposta  motora que requer um plano motor parcialmente definido pelo professor. A  principal característica neste momento é que a ênfase do praticante  deve ser na correção da resposta motora. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Normalmente se afirma que uma sessão de treinamento de base é  dividida em 3 fases distintas: jogos motores, fase de fundamentos e jogo  de aplicação. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na fase de jogos motores, como o próprio nome indica, são  utilizados jogos que estimulem o desenvolvimento das habilidades motoras  específicas do esporte, através de um trabalho que priorize a  ludicidade e recreação no intuito de despertar a motivação dos alunos  para aquela sessão de treinamento. Esta fase contribui com o  aquecimento, com o exercício do pensamento cognitivo e com o exercício  dos comportamentos técnicos/táticos/normativos do esporte praticado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A fase de fundamentos é aquela onde são trabalhadas as técnicas  específicas do esporte. No caso do handebol, os passes, recepções,  progressões, arremessos e dribles são as técnicas básicas desenvolvidas.  Nesta fase tanto podem ser usados jogos como também exercícios. O  importante é que o aluno vivencie os fundamentos trabalhados. Também  deve se ressaltar a importância em desenvolver atividades que explorem  comportamentos ofensivos e defensivos, sempre respeitando as condutas  normativas do esporte, assim como também introduzindo paulatinamente os  principais elementos táticos da modalidade esportiva em questão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por último temos a fase do jogo de aplicação, cujo objetivo é  desenvolver jogos-teste no próprio treinamento, os quais deverão ser  construídos em função das técnicas básicas trabalhadas na fase de  fundamentos. Cada jogo deverá ser desenvolvido para que o praticante  crie suas próprias opções estratégicas de conduta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Distinguindo estas 3 fases durante a elaboração de sua aula,  existe grande possibilidade do professor desenvolver um trabalho de  excelente qualidade e que atingirá os objetivos propostos pelo processo  ensino-aprendizagem. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;3) Fundamentos técnicos do handebol&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vimos no tópico anterior que existe uma fase na sessão do  treinamento de base que objetiva desenvolver os fundamentos técnicos  básicos do esporte praticado. Também observamos que no handebol, estes  fundamentos são em número de 5: passes, recepções, progressões,  arremessos e dribles. A partir de agora descreveremos cada um destes  elementos de uma forma mais detalhada e específica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;3.1) Passes&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os passes são fundamentos técnicos que devem ser utilizados  sempre em progressão ao gol, cujo trabalho a ser desenvolvido pelo aluno  deve obedecer a algumas recomendações básicas por parte do professor.  São elas: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Passar e deslocar-se, sempre procurando os espaços vazios na quadra; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Sempre que for passar, entrar em contato visual com quem vai receber (observar a linha de passe); &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Sempre é interessante que se realize um trabalho onde exista  estimulação da mudança de sentido e do ritmo do passe (quebra de ritmo e  velocidade), dificultando assim a ação do adversário; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Estimular os alunos a observarem o momento do passe (tempo do passe); &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Basicamente existem 5 tipos de passes: passe de ombro, passe por  trás do quadril, passe por trás da cabeça, passe de pronação e passe  pendular. Quando o trabalho for de iniciação e visar o aprendizado deste  fundamento, 2 tipos de situações metodológicas podem ser adotadas: o  tipo simples, onde o trabalho inicial se realiza com pequenos grupos de  2-3 alunos, com uma bola e sem defensor; e o tipo complexo, onde também  se trabalha com grupos de 2-3 alunos, porém com maior número de bolas e  defensores em igualdade numérica. O tipo simples deve ser trabalhado  primeiro e o seu objetivo é que o aluno aprenda o fundamento sem ter que  se preocupar com ações defensivas. Já no tipo complexo o objetivo é que  o aluno aplique o fundamento que está sendo aprendido em situações de  pressão espaço-temporal (com defensores). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Também é importante dizer que não só o trabalho com passes, mas  também com os outros 4 fundamentos, deve ser realizado, sempre que  possível integrado a uma introdução de situações táticas que poderão vir  a ser utilizados futuramente na prática esportiva do handebol. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;3.2) Recepções&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A recepção é um fundamento técnico cujo principal objetivo é dar  ao jogador um inteiro domínio sobre a bola passada a ele. No handebol  existem 3 tipos de recepções: recepção alta, recepção média e recepção  baixa. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No processo de iniciação esportiva recomenda-se que os 3 tipos de  recepções sejam desenvolvidos em conjunto com os passes, sendo que a  ênfase inicial do trabalho deve ser no domínio correto sobre a bola de  modo que a mesma não saia da posse de sua equipe. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;3.3) Progressões&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A progressão, como o próprio nome indica, é um fundamento técnico  cujo principal objetivo é dar ao jogador a condição de progredir em  direção a quadra adversária no intuito de conseguir o melhor  posicionamento possível dentro das variantes ambientais que o jogo  oferece. No handebol existem 3 tipos de progressões: o drible, os 3  passos e os 3 passos + drible + 3passos. Mais adiante descreveremos o  drible de uma forma mais específica. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No trabalho para o desenvolvimento dos 3 tipos de progressões o  mais importante é conscientizar o jogador de que ele sempre deve estar  em um deslocamento progressivo procurando os espaços vazios em quadra,  tanto quando estiver com a posse da bola como também quando estiver sem a  posse da bola. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;3.4) Arremessos&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O arremesso é um fundamento técnico que possibilita ao jogador  fazer ou não o gol na equipe adversária. Basicamente, podemos afirmar  que existem 3 tipos de arremessos no handebol. São eles: arremesso  básico, arremesso com salto e arremesso com queda. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No trabalho de desenvolvimento do arremesso deve-se explorar uma  maior variabilidade possível dos 3 tipos de arremessos, sempre  respeitando os princípios da versatilidade e universalidade, sendo  também de fundamental importância que se oriente para o aproveitamento  ótimo do arremesso tanto em direção quanto em força. Algumas  recomendações importantes que devem ser dadas ao jogador são que o  arremesso deve preferencialmente ser realizado após uma condução de bola  com as duas mãos, somente levando a mesma para a mão que vai arremessar  durante a construção do arremesso. Também é interessante que o  arremesso seja realizado depois de uma finta, onde o jogador terá maior  facilidade em encontrar uma posição favorável dentro das condições que o  jogo oferece para a realização do arremesso em direção ao gol  adversário. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;3.5) Dribles&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O drible é um fundamento técnico utilizado como recurso que visa  primariamente progredir em direção ao gol adversário. No handebol  existem 2 tipos de dribles: o drible alto, utilizado para deslocamentos  em grande velocidade e fundamental para um bom contra-ataque; o drible  baixo, utilizado basicamente para a proteção de bola. Os principais  objetivos do drible, além de melhorar a proteção e o deslocamento com a  bola, são: fintar a defesa, sair da marcação e conquistar uma posição de  arremesso favorável. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No trabalho de desenvolvimento do drible 2 problemas devem ser  combinados na hora de elaborar e executar uma atividade: melhorar a  técnica do drible ao mesmo tempo que dotar este fundamento de uma função  tática dentro do contexto do jogo. É importante também conscientizar o  jogador de que o drible somente deve ser utilizado quando realmente for  necessário; isto é fato porque o drible no handebol não é a primeira  opção de progressão. O uso dos 3 passos se constitui em uma grande  vantagem para o jogador e por isso deve ser priorizado, sendo, portanto,  a primeira opção. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os principais erros observados na execução do drible e que devem  ser corrigidos são: driblar olhando para a bola, driblar sem progredir,  driblar sem uma função tática e driblar sem proteger a bola. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O processo ensino-aprendizagem que tem como objetivos desenvolver  o drible, e os 4 fundamentos técnicos descritos anteriormente, deve ser  prioritariamente realizado seguindo alguns princípios e recomendações  básicas. A seguir, detalharemos mais este assunto. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;4) Princípios e recomendações básicas para o trabalho de desenvolvimento dos fundamentos técnicos&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Basicamente existem 3 princípios que devem nortear um processo  que objetiva o desenvolvimento dos fundamentos técnicos do handebol. São  eles: delimitar objetivos concretos, trabalhar com persistência  temporal e realizar atividades que desafiem os jogadores a aplicar as  ações técnicas/táticas do fundamento dentro do contexto do jogo. Quando  falamos em objetivos concretos estamos nos referindo aos objetivos  claros e possíveis de serem alcançados, estabelecidos de acordo com os  princípios da progressividade e complexidade, devendo ser introduzidos  de um modo que os jogadores construam soluções para atingi-los. Neste  contexto, a persistência temporal entra como elemento fundamental, pois  as repetições disponibilizam tempo suficiente para que o aluno  compreenda o gesto técnico/tático que o exercício esteja propondo, assim  como também identifique diferentes formas de aplica-los dentro das  condições que a situação do ambiente oferece. Este ambiente deve ser  construído de uma maneira que os fundamentos técnicos trabalhados sejam  aplicados em situações semelhantes ao do jogo em si, e não somente  através de exercícios repetidos mecanicamente e que acabam isolando o  fundamento do contexto do jogo.   &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Guerra (2003) nos fala também que, aliados aos 3 princípios  descritos anteriormente, existem 4 recomendações que devem ser levadas  em consideração no momento de construção das atividades. São elas: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Razão bola/aluno:&lt;/b&gt; delimitar quantas bolas serão necessárias em decorrência do número de alunos que realizarão a atividade proposta. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Dinamismo e participação:&lt;/b&gt; trabalhando sempre em ataque  versus defesa, estimular que no treinamento haja a participação com o  mesmo comportamento do jogo esportivo em si, ou seja, com vontade,  empenho e concentração. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Normas:&lt;/b&gt; em função da maturação biológica/esportiva dos  jogadores, construir normas adequadas e seguindo condutas normativas  básicas do esporte praticado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;• Razão tempo/nº de jogadores:&lt;/b&gt; o trabalho deve ser realizado de uma maneira que todos os jogadores atuem o mesmo tempo durante o treinamento. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acreditamos que, seguindo estes princípios e recomendações, o  professor que trabalha com o handebol no treinamento de base será capaz  de elaborar e executar atividades que proporcionem aos seus alunos o  pleno aprendizado e desenvolvimento dos fundamentos técnicos deste  esporte. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;5) Considerações finais&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O presente artigo procurou de forma bastante clara e objetiva  apontar algumas diretrizes que o professor de handebol na escola pode  seguir, se assim desejar, no trabalho de desenvolvimento dos fundamentos  técnicos deste esporte com crianças e adolescentes. Em vista disso, 3  conclusões principais podem ser verificadas com o presente estudo. São  elas: &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Em uma sessão de treinamento de base existem 3 fases distintas:  a fase de jogos motores, a fase de fundamentos e a fase dos jogos de  aplicação. O ensino dos fundamentos técnicos do handebol deve  prioritariamente ser realizado nas 2º e 3º fases da sessão, enquanto que  a 1º fase pode explorar apenas atividades lúdicas que contribuam com o  aquecimento e com o despertar do interesse da criança pela atividade  praticada. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Os fundamentos técnicos do handebol que devem ser desenvolvidos  são em número de 5: passes, recepções, progressões, arremessos e  dribles. Cada um deles deve ser trabalhado de acordo com suas  especificidades, porém não devem ser desenvolvidos de forma isolada uns  dos outros e sim de forma conjunta e integrados, sempre praticando  atividades dentro do contexto do jogo esportivo em si e não através de  exercícios estanques repetidos mecanicamente até a exaustão. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;• Seguindo os princípios da persistência temporal, do desafio aos  alunos e da delimitação dos objetivos concretos durante a elaboração de  suas atividades, o professor terá grande chance de estabelecer um  processo de ensino-aprendizagem que trará sucesso e atingirá as metas  propostas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Referências bibliográficas&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;1) EHRET, Arno. et al. Manual de handebol: treinamento de base para crianças e adolescentes. São Paulo: phorte, 2002. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;2) GUERRA, João Bosco de Castro. Os jogos motores e os  fundamentos técnicos e táticos do handebol. Natal, UFRN, 31 out. 2003.  Registro de aula da disciplina Handebol I. Aula concedida aos alunos do  período 2003.2 &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:-3;color:blue;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Allan José Silva da Costa&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:-3;color:blue;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-5794181447343092090?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/5794181447343092090/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/principios-e-recomendacoes-basicas-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5794181447343092090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5794181447343092090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/principios-e-recomendacoes-basicas-para.html' title='Princípios e recomendações básicas para o trabalho de desenvolvimento dos fundamentos técnicos do handebol no treinamento de base'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-41693883875117594</id><published>2011-08-15T09:24:00.000-07:00</published><updated>2011-08-15T09:35:52.633-07:00</updated><title type='text'>Agentes ergogênicos no Exercício</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agentes ergogênicos têm sido usados por atletas de competição há mais de três décadas na expectativa de melhora da capacidade e desempenho físico. Atualmente, seu uso está mais popular, estendendo-se a atletas amadores, mulheres, adolescentes e até crianças. O uso, muitas vezes ilícito, vem sendo associado a comportamentos de risco, como uso de bebidas alcoólicas e outras drogas. Os esteróides anabolizantes são os classicamente utilizados. O modo de administração, diferente do recomendado para fins terapêuticos, com doses muito altas e associação de várias drogas, dificulta a realização de estudos para avaliação dos resultados. Embora ainda haja controvérsia sobre os reais ganhos em massa e força muscular, o efeito psicológico pode motivar os indivíduos a aumentar seu treinamento e rendimento esportivo. Os efeitos colaterais são freqüentes, podendo acometer mais de 50% dos usuários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos aos principais tipos de agente ergonênicos utilizados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Esteróides Anabolizantes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os esteróides anabolizantes (EA) são derivados do androgênio masculino natural, a testosterona, e são usados por atletas há mais de três décadas com o objetivo de aumentar massa e força muscular. Embora inicialmente essas drogas tenham sido utilizadas apenas por atletas profissionais, a partir da década de 1980 o uso se expandiu, de forma indiscriminada e abusiva, entre jovens que querem modelar o corpo e obter melhor desempenho físico e esportivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Hormônio de crescimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O hormônio de crescimento (GH) é um peptídeo secretado pela hipófise anterior que em conjunto com as somatomedinas ou IGFs, que são proteínas sintetizadas principalmente no fígado, têm o papel principal de estimular o crescimento ósseo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fisiologicamente, o GH estimula a síntese protéica, inibe a utilização de glicose, aumenta o transporte de aminoácidos pelos tecidos e estimula a lipólise. Seu uso está universalmente indicado na terapia de reposição em crianças portadoras de nanismo hipofisário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, tem sido identificado como “promotor da juventude” e ocupado lugar de destaque na mídia, com a divulgação dos supostos benefícios. Mesmo antes da forma recombinante do GH estar disponível comercialmente para uso terapêutico, uma publicação chamada “The Underground Steroid Handbook” já divulgava seus benefícios para os atletas e previa seu uso corrente em poucos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o GH tem sido procurado por atletas e esportistas amadores como droga coadjuvante ou substitutiva dos EA. O objetivo é aumentar o ganho de força e massa muscular, promover a fisioescultura, além de proporcionar a sensação de bem-estar. Acredita-se que seu uso preveniria o esgotamento muscular e dos ligamentos e tendões provocados pelo excesso de esteróides, aceleraria o ganho de peso, mas evitaria o acúmulo de tecido adiposo após sua interrupção. Outros motivos seriam: evitar os efeitos androgênicos dos esteróides e a não detecção laboratorial nos testes “anti-doping”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Efeitos adversos de doses supra-fisiológicas seriam: intolerância à glicose, desenvolvimento de osteoporose, sinais de acromegalia (crescimento exagerado das extremidades), além do aparecimento de dislipidemias, especialmente a redução do HDL-colesterol e a possibilidade de desencadeamento de insuficiência cardíaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo realizado em duas escolas de Chicago, em 1992, mostrou que 5% de 224 adolescentes do sexo masculino relatavam uso presente ou passado de GH, sem razões médicas; 25% conheciam alguém que usava e 50% desconheciam qualquer efeito adverso da droga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alto custo do GH e a disseminação de produtos sem informações precisas sobre a forma de obtenção e pureza das preparações representa um problema adicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Creatina&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A suplementação dietética com formulações contendo creatina também tornou-se popular recentemente, devido à crença no maior estímulo ao ganho de força e massa muscular magra.47 A fosfocreatina é um reservatório de fosfato de alto potencial no músculo. Durante os períodos de esforço muscular, a reação de transferência do grupamento fosfato para o ADP gera grande quantidade de ATP e energia, segundo o esquema: Creatina fosfato + ADP + H Û ATP + creatina. Contudo, a quantidade de fosfocreatina é pequena e muito mais ATP é gerado a partir do glicogênio muscular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns estudos sugerem que o uso de creatina promove a síntese protéica, a retenção hídrica e melhora a qualidade dos treinamentos de resistência dos atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora nenhum efeito adverso tenha sido relatado na literatura científica, estudos a longo prazo não foram realizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender o processo ocorrido com o organismo durante a atividade física é fundamental para entender os resultados que podem ser obtidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;center&gt;&lt;iframe width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/LOzmDKgpvVs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/center&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Dr. Turibio Leite de Barros Neto comenta aspectos relevantes no auxílio à melhora da performance, como genética e agentes ergogênicos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-41693883875117594?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/41693883875117594/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/agentes-ergogenicos-no-exercicio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/41693883875117594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/41693883875117594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/agentes-ergogenicos-no-exercicio.html' title='Agentes ergogênicos no Exercício'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/LOzmDKgpvVs/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-2037597770228607106</id><published>2011-08-12T15:41:00.001-07:00</published><updated>2011-08-12T15:41:43.703-07:00</updated><title type='text'>Análise das valências envolvidas no âmbito do treinamento desportivo de alto rendimento</title><content type='html'>&lt;br&gt;Este artigo visa refletir sobre os conhecimentos englobados no âmbito do treinamento desportivo de alto rendimento com o intuito de aprimorar suas valências, verificando de que maneira ocorre o processo de treinamento e como o professor de Educação Física pode atuar em tal vertente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;É comum a preocupação somente do alcançar do rendimento através do treino específico da modalidade. Pesquisas mostram que somente as habilidades decorrentes do treino específico não são suficientes para o rendimento máximo. É preciso que se use também o treinamento desportivo geral.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Outro aspecto importantíssimo e que deve fazer parte do treinamento de alto rendimento, é a preocupação com as vertentes fora do treinamento em si. A saúde cognitiva e&lt;br&gt;emocional do atleta tem influencia direta no resultado da competição. Ao invés desta preocupação, treinadores vêm cada dia mais exigindo dos corpos dos atletas, levando-os ao&lt;br&gt; Overtraining e a uma vida triste e desprazerosa no desporto. Temos como conseqüência a isto, o abandono freqüente de atletas devido ao desgosto adquirido pelo desporto e pelas repetitivas lesões causadas por um treino desproporcional a sua capacidade fisiológica e individual para o limiar de treino.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Palavras Chave: Educação Física, alto rendimento, Treinamento Desportivo, Overtraining e quantidade e qualidade do treinamento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/aFMXBDzm/A_anlise_das_valncias_envolvid.html"&gt;Faça o download do artigo completo&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;Autor: Rodrigo Silva Perfeito&lt;br&gt;&lt;br&gt;Revista EFDesportes (Revista de Educação Física da Argentina) | ISSN 1514-3465 |&lt;br&gt;&lt;br&gt;Link para acesso do original: &lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd154/valenciasenvolvidas-no-treinamento-desportivo.htm"&gt;http://www.efdeportes.com/efd154/valenciasenvolvidas-no-treinamento-desportivo.htm&lt;/a&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-2037597770228607106?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/2037597770228607106/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/analise-das-valencias-envolvidas-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2037597770228607106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/2037597770228607106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/analise-das-valencias-envolvidas-no.html' title='Análise das valências envolvidas no âmbito do treinamento desportivo de alto rendimento'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-3984292472288249493</id><published>2011-08-11T16:16:00.001-07:00</published><updated>2011-11-30T03:15:50.833-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Voleibol'/><title type='text'>Macrociclo de treinamento aplicado ao voleibol</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://2.bp.blogspot.com/_xGIMcUx1gB0/Rvv6Jn7y5WI/AAAAAAAAAGw/YCzfyfyeWJs/s320/Buritica%2520Voleibol%2520Abriaqui.jpg" src="http://2.bp.blogspot.com/_xGIMcUx1gB0/Rvv6Jn7y5WI/AAAAAAAAAGw/YCzfyfyeWJs/s320/Buritica%2520Voleibol%2520Abriaqui.jpg"&gt;&lt;br&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O trabalho teve como objetivo desenvolver um plano de periodização  esportiva baseada no modelo tradicional de Matveiev a ser aplicado na  modalidade voleibol, para atletas entre 15 e 16 anos que se encontram no  período de formação esportiva, com vistas a atingir o melhor desempenho  técnico, tático e físico durante a realização da sexta edição das  Olimpíadas Estudantis de Santa Catarina (OLESC), e posteriormente,  durante a realização da Etapa Final do Campeonato Catarinense de  Voleibol, categoria Infantil.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;a href="http://boletimef.org/biblioteca/1670/monografia/BoletimEF.org_Periodizacao-esportiva-macrociclo-de-treinamento-no-voleibol.pdf"&gt;Veja o trablho completo&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-3984292472288249493?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/3984292472288249493/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/macrociclo-de-treinamento-aplicado-ao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3984292472288249493'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/3984292472288249493'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/macrociclo-de-treinamento-aplicado-ao.html' title='Macrociclo de treinamento aplicado ao voleibol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_xGIMcUx1gB0/Rvv6Jn7y5WI/AAAAAAAAAGw/YCzfyfyeWJs/s72-c/Buritica%2520Voleibol%2520Abriaqui.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-8536234897151377181</id><published>2011-08-01T16:48:00.001-07:00</published><updated>2011-11-30T03:16:52.788-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futebol'/><title type='text'>O treinamento desportivo escolar e a revelação de jovens talentos</title><content type='html'>&lt;br&gt;O  professor  de  Educação  Física  é  o  responsável  pela  seleção  e  treinamento  de  jovens  talentos  na escola.  Um  dos  principais  objetivos  deste  profissional  ao  aplicar  o  treinamento  desportivo  escolar  é  o  de capacitar o aluno no reconhecimento de seu nível de aptidão física assim como seu desenvolvimento dentro do desporto treinado, respeitando, sobretudo, seus limites. Desta maneira, possibilitará a este estudante uma situação  de  autonomia  e  compreensão  dos  conhecimentos  do  dia-a dia,  do  treinamento  e  informações referentes  ao  próprio  desporto.  Contudo,  devese  objetivar  o  rendimento,  no  sentido  do  desenvolvimento não só das valências físicas, como também da capacitação técnica da modalidade praticada, além de outros aspectos como o chamado treinamento invisível, que leva em consideração a necessidade de um repouso e uma nutrição adequada, conciliados com o treinamento das valências desportivas. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;Seleção de Jovens Talentos na escola &lt;br&gt;&lt;/b&gt; &lt;br&gt;A  finalidade  principal  da  escola  não  é  a  descoberta  de  Jovens  Talentos,  mas  sim  a  possibilidade democrática  da  atividade  física  e  da  prática  desportiva  regular,  de  uma  forma  abrangente  e  inclusiva, ocorrendo assim uma preocupação menor na descoberta de talentos.  &lt;div&gt; &lt;br&gt;Quando  o  professor  de  Educação  Física,  mesmo  não  enfocando  tal  revelação,  percebe  que  um determinado  aluno  possui  aptidões  acima  das  consideradas  normais  para  um  estudante  que  nunca  havia treinado tal desporto e, sobretudo, um gosto pela participação e pela competição em jogos, deve convidar este jovem a realizar um treinamento diferenciado, fora do horário de aula, com exercícios voltados para o aprimoramento de suas técnicas.  &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;É muito comum o grave erro da seleção apenas dos jovens mais habilidosos para participarem deste treino  diferenciado,  como  por  exemplo,  a  treinar  na  equipe  da  escola.  Diversos  estudos  vêem  esta  ação como  negativa  e  mostram  que  ficar  de  fora  do  time  de  futebol  da  escola,  ou  o  simples  fato  de  não  ser escolhido, traz o sentimento de descrédito e episódios de Bullying por parte de seus amigos, chamando-o por apelidos que representam sua suposta falta de habilidade para o desporto em questão.  Refletindo sobre estes  e  outros  detalhes,  percebemos  que  esta  seleção  deve  ocorrer  naturalmente  ao  transcorrer  das  aulas, não havendo uma discriminação ou eliminação dos alunos que pretendem compor essas equipes. O horário de treinamento deve ser diferente do horário de aula e completamente inclusivo, de forma a se apresentar aberto a todos, não somente aos mais habilidosos. &lt;br&gt;  &lt;br&gt;&lt;b&gt;O treinamento e o Overtraining na escola &lt;br&gt;&lt;/b&gt; &lt;br&gt;Dificilmente o estado de Overtraining acontece no treinamento escolar, porém devemos nos atentar à  oferta,  ao  tipo  e  a  intensidade  do  estímulo,  pois  se  a  excitação  pós  treino  for  muito  débil,  provocará apenas uma pequena excitação no organismo, não sendo suficiente para gerar novos níveis de adaptação no corpo  e  nas  valências  do  desporto.  Já  um  estímulo  adequado,  gera  uma  adaptação  positiva  no desenvolvimento de diversas valências e um incremento fisiológico adequado no corpo do aluno.  &lt;div&gt; &lt;br&gt;O estímulo de intensidade acima do limiar ideal de treinamento agride o praticante de tal forma que pode causar um dano passageiro ou que pode se perpetuar, ou seja, uma lesão aguda ou crônica, ocorrendo o  que  chamamos  de  Overtraining.  Concomitantemente  ao  cuidado  referente  à  intensidade  de  treino,  o professor  deve  se  a  tentar  a  doenças  adquiridas  fora  ou  dentro  do  ambiente  de  treinamento,  vide  que  tal desconformidade pode prejudicar seus exercícios e levá-lo ao estado de Overtraining induzido.  &lt;div&gt; &lt;br&gt;Desta forma, devemos nos preocupar em perceber como o estudante se apresenta em relação a sua saúde, sendo passível de ocorrer, em função de um desequilíbrio momentâneo causado por algum tipo de adoecimento, lesões ou um Overtraining precoce. Por isso, é preciso estar atento à resposta física do aluno &lt;br&gt; e a diversos outros detalhes que fazem seu rendimento diminuir. Tais fatores podem variar desde o abuso  sexual  até  a  carência  de  repouso  ou  maus  hábitos  alimentares.  Assim,  entendemos  que  é  fundamental perceber e ouvir seu aluno durante e fora do horário de treino.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/document/a1NLqDMj/O_treinamento_desportivo_escol.html"&gt;Leia o resto do artigo clicando aqui!&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: &lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: &amp;#39;bookman old style&amp;#39;, &amp;#39;new york&amp;#39;, times, serif; font-size: 16px; "&gt;Rodrigo Silva Perfeito&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-8536234897151377181?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/8536234897151377181/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/o-treinamento-desportivo-escolar-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8536234897151377181'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/8536234897151377181'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/08/o-treinamento-desportivo-escolar-e.html' title='O treinamento desportivo escolar e a revelação de jovens talentos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-5167534054926796419</id><published>2011-07-19T11:05:00.001-07:00</published><updated>2011-07-19T11:05:00.982-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Handebol'/><title type='text'>Treinamento de Handebol pelo método parcial</title><content type='html'>&lt;span&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:tahoma;font-size:85%;"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os  conteúdos de quaisquer áreas do conhecimento podem ser transmitidos de  diversas maneiras que são denominadas em educação como métodos de  ensino.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     Este texto trata o handebol como um conteúdo  clássico da cultura corporal, portanto um conteúdo tradicional  principalmente da Educação Física escolar. Entendemos também que o  ensino dos esportes coletivos não se restringe ao âmbito escolar, pois  há várias instituições de educação não formal ou mesmo instituições de  outra natureza que se dedicam ao ensino de esportes. O texto tratará  especificamente do ensino do handebol utilizando-se do método parcial e  em qualquer ambiente, pois no que tange ao método de ensino este pode  ser aplicado em qualquer instituição que se proponha a ensinar o  handebol. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Os professores e os autores que optam pelo  ensino através do método parcial acreditam que os conteúdos esportivos  da Educação Física devem ser ensinados por etapas a partir do ensino  fragmentado dos fundamentos dos esportes - através da seriação de  exercícios, para após o domínio dos gestos técnicos específicos de cada  fundamento o jogo propriamente dito ser vivenciado (praticado). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A literatura específica da área&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;  até meados da década de 1990 não fazia menção a uma continuidade no  processo de ensino-aprendizagem do método parcial em direção a aquisição  de conhecimentos sobre as táticas individual, grupal e coletiva.  Normalmente a produção da área apresentava o ensino do esporte  específico mencionando os seus fundamentos e exemplificando com  exercícios de como ensiná-lo, além de apresentarem justificativas  limitadas e questináveis para os dias atuais, referente às restrições  orgânicas da pratica de determindadas atividades físicas para crianças e  adolescentes do sexo feminino, servindo apenas para a criação de mitos e  preconceitos&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;.  &lt;/p&gt;&lt;center&gt;&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;&lt;/center&gt;  &lt;p align="justify"&gt;    O objetivo desse trabalho é apresentar o método  parcial situar, alguns conceitos e diferenciar a nossa opção  metodológica no ensino do handebol, porque ainda hoje, a opção pelo  método parcial no ensino do handebol é predominante na maioria dos  cursos de licenciatura em Educação Física, o que nos permite deduzir que  possivelmente muitos profissionais continuam tendo apenas este modelo  de ensino para os esportes coletivos e especificamente para o handebol.  Todos os métodos de ensino têm vantagens e desvantagens em adotá-los, o  importante é ter consciência dos objetivos a atingir e conhecermos as  necessidades e características de cada faixa etária, e optarmos por um  método de ensino que leve nossos alunos a atingir os objetivos almejados  de forma eficiente e respeitando as características bio-psico-social de  cada grupo social. O fundamental para a boa docência é a consciência  através do conhecimento de qual método adotarmos em função dos objetivos  que temos. Porém, a opção de ensino de qualquer conteúdo através de um  determinado método está imbuída de uma determinada visão de educação e  de sociedade a qual nos dará elementos para a construção do projeto de  ensino que será sempre um projeto político-pedagógico. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Particularmente, apoiada nos estudos da  pedagogia do esporte referenciados no novo conceito de treinamento  esportivo sugerimos o ensino de handebol através de outro método de  ensino-aprendizagem-treinamento diferente do método parcial, porém este  trabalho irá abordar apenas o método parcial, porque o nosso objetivo é  contextualizá-lo na produção da área e apresentar alguns meios didáticos  para a utilização do mesmo, além de abordar os limites e as vantagens  deste método ainda hegemônico na área de Educação Física. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Alertamos os nossos leitores para a  necessidade de se ensinar os esportes coletivos em geral e  especificamente o handebol visando a aprendizagem do jogo propriamente  dito para que os indivíduos caso não optem por uma carreira de atleta  possam ter os conhecimentos necessários para a vivência dos jogos  coletivos esportivizados como possibilidades de suas atividades de  lazer, tanto no âmbito da vivência como da fruição (assistência), porém  que nesta última forma eles tenham conhecimentos específicos para que os  alunos tornem-se espectadores ativos&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;.     &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt; 1. Conteúdos do handebol &lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     Os conteúdos específicos do handebol podem  ser classificados em: progressões, fundamentos, táticas individuais  ofensivas, táticas individuais defensivas, táticas coletivas ofensivas,  táticas coletivas defensivas, os postos específicos ofensivos e os  postos específicos defensivos. Porém as propostas didáticas do método  parcial apresentam apenas os fundamentos e as progressões, como  conteúdos do handebol.   &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Progressões&lt;/i&gt; - são quase todos os  deslocamentos feitos com ou sem a posse da bola. Com a posse da bola ele  pode ser realizado através de um, dois ou no máximo três passos em  qualquer direção ou mesmo sem deslocamento. Lembramos que um passo no  handebol é dado toda vez que se levanta um dos pés do chão e se torna a  colocá-lo (apoiá-lo).  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt; 2. Os fundamentos do handebol &lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    São movimentos fundamentais do handebol que  são executados segundo um determinado gesto técnico que é a forma  "correta" de execução de um movimento específico, descrito  biomecanicamente. Por exemplo: O gesto técnico do passe de ombro no  handebol - é a execução desse tipo de passe com o menor desperdício de  energia, com a maior rapidez e velocidade, portanto com maior eficácia. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;     A seguir descreveremos os diversos fundamentos do handebol. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Empunhadura&lt;/i&gt; - é a forma de segurar a bola  de handebol com uma das mãos. A mesma deve ser segurada com as falanges  distais dos cinco dedos abertos e com a palma da mão em uma posição  ligeiramente côncava.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Observações: os dedos devem abarcar a maior  superfície possível da bola, os dedos devem exercer uma certa força  (pressão) na bola para que ela esteja bem segura. Sendo que a pressão  exercida pelos dedos polegar e mínimo é muito importante para o êxito da  empunhadura. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Recepção&lt;/i&gt; - Deve ser feita sempre com as  duas mãos paralelas e ligeiramente côncavas voltadas para frente.  Recentemente os atletas utilizam-se comumente também da recepção com uma  das mãos. Então, apesar da literatura específica sobre o método parcial  haver considerado esse uso habitual recente como um erro, a prática  atual e sua eficiência em diversas situações têm nos dado os elementos  necessários para indicarmos o ensino e treinamento da recepção com uma  das mãos como um elemento necessário para o jogo de handebol. A recepção  pode ser classificada em: alta, média e baixa dependendo da altura que a  bola seja recepcionada. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Passes&lt;/i&gt; - São movimentos que permitem a  bola ir de um jogador a outro, desta forma ele necessita sempre da  interdependência de no mínimo duas pessoas. Os tipos de passes podem ser  classificados da seguinte maneira:  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Passes acima do ombro: podem ser realizados em  função da trajetória da bola para frente ou oblíquo, sendo que ambos  podem ser: retificado ou bombeado. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Passes em pronação: lateral e para trás. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Passes por de trás da cabeça: lateral e diagonal. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Passes por de trás do corpo: lateral e diagonal. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Passe para trás: na altura da cabeça com extensão do pulso. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Passe quicado: quando a bola toca o  solo uma vez antes de ser recepcionado pelo companheiro, nesse tipo de  passe a bola é atirada ao solo em trajetória diagonal. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;p align="justify"&gt;    Greco &amp;amp; Ribas (1998) apresentam o passe em trajetória parabólica.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Nem todos os passes acima descritos foram  apresentados pela literatura específica do método parcial do ensino do  handebol. A literatura apresentava até meados de 1990 apenas os  seguintes tipos de passes no handebol: acima do ombro, por trás da  cabeça - sem as classificações em função de trajetórias, por trás do  corpo - também sem as classificações em função de trajetórias e o passes  quicado. A respeito do passe de ombro, a literatura não incluía os  passes retificado e bombeado como uma variação do passe de ombro.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Arremesso&lt;/i&gt; - É um fundamento realizado  sempre em direção ao gol. A maioria dos arremessos pode ser denominada  "de ombro" e seguem basicamente a mesma descrição de movimento a seguir -  a bola deve ser empunhada, palma da mão voltada para frente, cotovelo  ligeiramente acima da linha do ombro, a bola deve ser levada na linha  posterior a da cabeça e no momento do arremesso ser empurrada para  frente com um movimento de rotação do úmero.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Os arremessos podem ser classificados em função da forma de execução:  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Com apoio - significa que um dos pés do arremessador ou ambos esteja(m) em contato com o solo. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Em suspensão - significa que no momento do arremesso não há apoio de nenhum tipo do arremessador com o solo. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Com queda - significa que após a bola  ter deixado a mão do arremessador, o mesmo realiza uma queda,  normalmente a mesma se dá dentro da área adversária e de frente -  arremesso bastante comum entre os pivôs e eventualmente entre os pontas. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Com rolamento - significa que após a  bola ter deixado a mão do arremessador, o mesmo realiza um rolamento, na  maioria das vezes um rolamento de ombro. Este tipo de arremesso é mais  comum  entre os pontas&lt;sup&gt;4&lt;/sup&gt; e eventualmente por pivôs. &lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Drible &lt;/i&gt;- É o movimento de bater na bola contra o solo com uma das mãos estando o jogador parado ou em movimento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Ritmo Trifásico &lt;/i&gt;- (conhecido entre os  atletas como "3 passadas") é considerado pela literatura específica do  método parcial como um fundamento onde o jogador dá três passos à frente  e em direção a meta adversária com a posse da bola. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;i&gt;Duplo Ritmo Trifásico &lt;/i&gt;- (conhecido entre  os atletas como "dupla passada") é considerado pela literatura  específica do método parcial como um fundamento onde o jogador dá "sete"  passos com a posse da bola, sendo obrigatoriamente realizados à frente,  da seguinte forma: os três primeiros passos são dados com a posse da  bola imediatamente após ter recebido a mesma, e simultaneamente na  execução do quarto passo o jogador terá que quicar a bola no solo uma  vez, tornar a empunhá-la e dar mais três passos com a bola dominada. Ao  final do sétimo passo ele terá obrigatoriamente que passar ou arremessar  a bola. A literatura indica que o primeiro passo deverá ser executado  com a perna contrária ao braço que realizará o arremesso.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt; 3. O método parcial na fase inicial do procedo de ensino-aprendizagem-treinamento do handebol &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Até meados da década de 1990 a literatura  sobre os jogos coletivos esportivizados (esportes coletivos) era baseada  no princípio analítico-sintético que apresentava como seu principal  método de ensino dos esportes coletivos o método parcial. Este surgiu  das experiências positivas dos treinamentos de esportes individuais como  o atletismo e a natação. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Na época foi a principal proposta de ensino  dos jogos coletivos esportivizados, baseando-se no princípio  analítico-sintético os autores e estudiosos da área passaram a descrever  como deveria ser o ensino dos esportes coletivos. A lógica da proposta  partiu da fragmentação dos gestos técnicos do jogo, dividindo-os em  partes (fundamentos) e cada uma deles subdividos em movimentos mais  simples, desta forma um passe no handebol (por exemplo) deve ser  ensinado após o domínio da empunhadura e observando o posicionamento  correto de ombro, braço, ante-braço e mãos, assim como o posicionamento  das pernas no momento de execução do mesmo. Para que o aluno atingisse a  performance sugeriu-se um aprendizado por partes e etapas    &lt;/p&gt;&lt;blockquote&gt;  &lt;p align="justify"&gt;... com exercícios que apresentam uma divisão dos  gestos técnicos, das técnicas, da ação motora em seus mínimos  componentes. O aluno conhece, em primeiro lugar, os componentes técnicos  do jogo através da repetição de exercícios de cada fundamento técnico,  os quais são logo acoplados a séries de exercícios, cada vez mais  complexos e mais difíceis; à medida que a ajuda e a facilitação  diminuem, gradativamente aumenta a complexidade e a dificuldade das  ações. À medida que o aluno passa a dominar melhor cada exercício,  passa-se a praticar uma nova sequência. Estes movimentos já dominados  passam a ser integrados em um contexto maior, que logo permitirão o  domínio dos componentes básicos da técnica inerente ao jogo esportivo,  na sua situação do modelo ideal, orientado ao gesto do campeão,  realizando-se, desta forma, o processo de  ensino-aprendizagem-treinamento do esporte (Greco, 1998, p. 41).   &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;    &lt;p align="justify"&gt;    As aulas ou treinamentos baseados neste tipo de  método sempre começam com um aquecimento e na sequência é apresentado  normalmente pelo professor o exercício que deve ser feito e repetido até  o seu domínio, ao comando também do professor outras propostas de  exercícios vão sendo apresentadas por ele. A vivência do jogo  propriamente dito fica restrita a alguns minutos finais da aula ou  treino, onde são avaliados os gestos técnicos ensinados até o momento. O  jogo pode aparecer também em muitos casos como um momento de  descontração, pois as séries de exercícios muitas vezes são monótonas e  desmotivantes, e nesse caso o jogo livre seria uma forma de "premiação"  aos alunos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Na fase inicial do processo de  ensino-aprendizagem-treinamento do handebol não apontamos vantagens (de  um modo geral) do uso deste método porque ele não contribui para a  formação do "jogador inteligente" e restringe-se apenas a aquisição de  gestos técnicos específicos por meio da repetição de movimentos até  alcançar-se sua automatização, isso em uma idade em que as crianças  deveriam vivenciar o jogo tanto pelas características da infância como  pela possibilidade na aquisição de conhecimentos táticos do jogo  coletivo (ainda não específicos de um único esporte) que serão  importantíssimos nas fases subsequentes do processo de  ensino-aprendizagem-treinamento. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    O novo conceito de treinamento esportivo  prevê o aprimoramento da técnica específica apenas entre as fases de  direção e especialização (Greco, 1998, p. 77). Então, nesta fase, os  exercícios sugeridos no método parcial poderiam ser bons exemplos no  aperfeiçoamento da técnica específica do esporte ensinado. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Porém, é indiscutível que o método parcial:  1. aperfeiçoa a técnica; 2. facilita a aprendizagem das técnicas por  meio da fragmentação dos movimentos e pelos níveis de dificuldade; 3.  facilita o domínio dos fundamentos pela repetição e automatização dos  gestos. No entanto, ele também cria limites como: 1. inibe a  criatividade; 2. favorece a imitação; 3. determina as ações; 4. não  permite o aprendizado tático do jogo; 6. desmotiva a criança, que é  especialista em brincar e fica submetida desde muito cedo a exercícios  mecânicos.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:+1;"&gt; 4. Propostas de atividades para o ensino do handebol baseada no método parcial &lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    A seguir apresentaremos algumas sugestões de  exercícios para o ensino dos fundamentos do handebol seguindo o  princípio analítico-sintético do método parcial. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;    Para iniciar o desenvolvimento de qualquer  fundamento com os alunos, é necessário que o professor ou técnico  inicialmente explique o que é cada um deles e qual é a  forma correta  para realizá-lo.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Empunhadura&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 1:&lt;/b&gt; Empunhadura Individual &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Todos os jogadores, livres pela quadra, com bola na mão. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Segurar a bola de forma correta,  onde a superfície de contato é realizada pela superfície dos dedos e  pela face palmar média da mão. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Variações: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Para elevar o nível de complexidade, o aluno deve passar a bola de uma mão para a outra, sem que esta bola escape. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Utilizar duas bolas, uma em cada mão. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd93/handeb01.gif" /&gt; &lt;/center&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 2:&lt;/b&gt; Empunhadura em Duplas &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Em duplas, os jogadores  posicionados um frente para o outro, com os braços estendidos a frente  do ombro, a uma distância de no máximo 1 metro. Os dois jogadores  segurando a mesma bola, utilizando o exercício da empunhadura. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Cada jogador deve utilizar a força  na realização da empunhadura para conseguir puxar a bola. Caso algum  jogador consiga puxar, retornar ao início do exercício para realizá-lo  novamente. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Variações: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Utilizar o braço estendidos a frente do abdômen &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Criar nova posições para o braço que irá realizar a empunhadura. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Passes/recepção&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 1:&lt;/b&gt; Passe acima do ombro na parede &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; O exercício será realizado individualmente, ficando o jogador de frente para a parede, a qual realizará o passe. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Lançar a bola contra a parede e  recebê-la novamente. Neste momento o professor deve individualmente  realizar correções, principalmente sobre a posição do cotovelo, que deve  estar ligeiramente acima da linha do ombro. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Variações:   &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Realizar o passe com ambas as mãos, notando a diferença entre as duas. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Realizar neste mesmo exercício o passe  picado, onde a bola deve bater no solo, depois na parede e retornando à  mão do jogador logo em seguida. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Determinar alvos na parede (círculos desenhados) para treinar a precisão do passe. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd93/handeb02.gif" /&gt; &lt;/center&gt;     &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 2:&lt;/b&gt; Passe acima do ombro em duplas &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; O exercício será  realizado em duplas. Os jogadores devem se posicionar de frente, um para  o outro, à uma distância de aproximadamente quatro metros. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Realizar o passe para o outro  jogador e recebê-la novamente. Neste momento o professor deve  individualmente realizar correções, principalmente sobre a posição do  cotovelo, que deve estar ligeiramente acima da linha do ombro. Como o  passe ainda não estará sendo realizado com perfeição, é interessante  abordar as formas de recepção, para que o aluno a realize, independente  da posição em que ela for recebida(alta, média e baixa). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Variações: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;Realizar uma série de passes com a mão direita e outra série com a mão esquerda, notando a diferença entre as duas. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Realizar neste mesmo exercício o passe quicado, onde a bola deve bater no solo. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Aumentar a distância entre a dupla. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Determinar o local onde a bola deve ser recepcionada. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Arremesso&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 1:&lt;/b&gt; Arremesso com apoio parado &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Todos os jogadores parados e espalhados atrás da linha de seis metros, de frente para o gol, sem goleiro. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Um aluno de cada vez deve arremessar a bola para o gol. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Variações:  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Determinar o local para a realização do arremesso (exemplo: ângulo superior esquerdo). &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Cinco alunos com uma bola distribuídos  atrás da linha de seis metros (nos postos específicos ofensivos de  pontas e armadores), ao sinal do professor ou técnico, todos devem  arremessar a bola ao mesmo tempo.   &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Utilizar uma seqüência, onde cada jogador arremessa por vez, utilizando assim o goleiro. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd93/handeb03.gif" /&gt; &lt;/center&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 2:&lt;/b&gt; Arremesso com apoio com deslocamento  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Uma coluna de jogadores nas posições do armador central, cada jogador com uma bola. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Realizar o arremesso, de forma  livre, sem cobrar o ritmo trifásico. O arremesso pode ser realizado  entre os nove e seis metros. Neste momento o professor pode corrigir a  posição do cotovelo, bem como do pé de apoio no chão, que deve ser  contrário ao braço de arremesso.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Variações:   &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Realizar arremessos alternando os braços. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Determinar o local que a bola deve atingir o gol (determinado pela divisão do gol em partes) &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Aumentar a distância do arremesso, em relação ao gol. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd93/handeb04.gif" /&gt; &lt;/center&gt;        &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 3:&lt;/b&gt; Arremesso em suspensão  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição:&lt;/i&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Três filas nas posições de armador central, armador esquerdo e armador direito.   &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Cada jogador deve realizar o  arremesso em suspensão. Neste momento o professor não deve interferir na  forma de deslocamento do jogador (drible, ritmo trifásico). Ele apenas  deve realizar as correções no apoio do pé que irá impulsionar o jogador  para o arremesso em suspensão.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Variações:   &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Utilizar um cone (deitado) para o jogador pular durante a fase aérea do arremesso em suspensão.  &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Aumentar a distância do arremesso para o gol. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Variar as posições de arremesso, de acordo com a posição inicial. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Drible&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 1:&lt;/b&gt; Drible Individual &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Posição Inicial: &lt;/u&gt; Cada jogador com uma bola, espalhados pela quadra. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Realizar o drible numa seqüência  que será descrita pelo professor, ao mesmo tempo em que ele realiza as  correções necessárias sobre a posição da mão e do braço em relação a  bola.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; Variações: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  A seqüência das variações fará o nível de  complexidade crescer da seguinte forma: driblar parado em pé, driblar  abaixando-se até sentar, driblar deitado até erguer-se novamente,  deslocar-se andando, deslocar-se correndo, realizar paradas bruscas,  realizar mudanças de direção e realizar tudo isso com ambas as mãos. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 2:&lt;/b&gt; Drible utilizando cones &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Uma coluna no final da quadra de frente para uma coluna de cones colocados a diferentes distâncias um do outro.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; O jogador deve driblar  inicialmente andando e depois correndo, assim como com uma mão e depois  com a outra, realizando o deslocamento em zigue-zague  entre os cones. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; Variações: &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Diminuir o espaço entre os cones. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Fazer o retorno nestes mesmos cones, de costas. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Utilizar o contorno (giro em volta do cone) para alguns cones. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;  &lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd93/handeb05.gif" /&gt; &lt;/center&gt;  &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Progressão&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício:&lt;/b&gt; Progressão com 3 passos &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Vários tipos de  materiais posicionados entre a linha de seis metros e a linha de nove  metros, entre eles: 3 cordas esticadas, 3 arcos, 3 pés (formato)  desenhado no chão, etc. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Os atletas devem realizar uma  progressão com três passos para frente utilizando a posição correta dos  pés de acordo com os materiais e/ou as sinalizações feitas no chão.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; Variações:  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Realizar três passos andando. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Realizar três passos correndo. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Estimular um aumento progressivo da velocidade de execução; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Aumentar a amplitude das passadas &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Incluir um salto no final da realização do ritmo trifásico &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;center&gt; &lt;img src="http://www.efdeportes.com/efd93/handeb06.gif" /&gt; &lt;/center&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;Ritmo trifásico&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 1:&lt;/b&gt; Ritmo trifásico &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Idem ao exercício anterior, só que com a bola empunhada.  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Tarefa:&lt;/u&gt; Idem ao anterior, utilizando a bola e uma das mãos. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; Variações:  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Idênticas às do exercício anterior.  &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exercício 2:&lt;/b&gt; Ritmo trifásico com finalização  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Descrição: &lt;/i&gt;  &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Posição Inicial:&lt;/u&gt; Idem ao exercício  anterior, porém cada jogador com a bola empunhada de frente para o gol,  próximo da linha de 9 metros, para realizar o arremesso. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;u&gt;Tarefa: &lt;/u&gt; Idem ao anterior e arremessar para o gol. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; Variações:  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Aumentar a velocidade de execução. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;  Aumentar a distância do gol. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;   &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Notas&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;ol type="1"&gt;&lt;span style="font-size:-2;"&gt;  &lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;   Sobre o tema consultar Reis (1994). &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;   Sobre o tema dos mitos e preconceitos em relação a pratica esportiva feminina ver Reis (1996) e Lessa (2003). &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;   Conceito de Dumazedier. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt;   Por alguns profissionais denominados de alas. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;  &lt;p align="justify"&gt;  Observamos no Campeonado Mundial  Juniores Masculino de 2003, realizado em Foz do Iguaçu, o desuso deste  tipo de arremesso. Em âmbito de campeonatos internacionais houve nas  últimas décadas um incremento nos arremessos com apoio. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/span&gt;&lt;/ol&gt;    &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Referências bibliográficas&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Greco, Pablo Juan. In: Greco, P.J. &amp;amp; Benda, (orgs.) Iniciação Esportiva Universal: v.1, 1998, pp.  &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Greco, Pablo Juan. Revisão da  metodologia aplicada ao ensino-aprendizagem dos jogos esportivos  coletivos. In: Greco, Pablo Juan.  Iniciação Esportiva Universal: v.2,  1998, pp. 39-56. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Lessa, Eriberto de Moura. As relações  entre futebol, lazer e gênero. Campinas: 2003 (Mestrado em Educação  Física) - Faculdade de Educação Física, Unicamp. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; Reis, Heloisa Helena Baldy dos. O  ensino dos jogos coletivos esportivizados. Santa Maria: 1994 (Mestrado  em Ciência do Movimento Humano) - Centro de Educação Física e Desportos,  UFSM. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt; &lt;p align="justify"&gt; ________. Fútbol feminino en el país  del fútbol: mitos, preconceptos y desafíos: un abordaje cultural.  Nexosport, n. 164, nov. 1996. &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-5167534054926796419?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/5167534054926796419/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/treinamento-de-handebol-pelo-metodo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5167534054926796419'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/5167534054926796419'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/treinamento-de-handebol-pelo-metodo.html' title='Treinamento de Handebol pelo método parcial'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-6694217961192072666</id><published>2011-07-16T07:22:00.000-07:00</published><updated>2011-07-16T07:22:00.246-07:00</updated><title type='text'>7 benefícios do Muay Thai</title><content type='html'>&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;Muay Thai&lt;/strong&gt;, conhecido também como &lt;strong&gt;Boxe Tailandês&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Kickboxing Tailandês&lt;/strong&gt;,  é um dos estilos de artes marciais mais procurados de hoje em dia. Essa  arte marcial brutal que é originária da Tailândia de mais de mil anos  atrás atrai a atenção e o interesse de muitos entusiastas das artes  marciais e fanáticos por fitness através do mundo todo. O Muay Thai pode  ser um tanto intimidador para alguém tentar praticar porque é um  esporte físico muito intenso, em todos os sentidos. Ele demanda alto  desempenho físico e psicológico por conta de todos os socos, chutes e a  pressão da luta envolvida. Embora tudo isso, o Muay Thai é  definitivamente uma arte marcial que vale a pena tentar. Existem muitos  benefícios que você terá da prática dessa arte marcial além da mais  óbvia que é sua aplicação para a autodefesa.&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Uma estrutura muscula bem tonificada&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O  treino do Muay Thai ativa o metabolismo do seu corpo que faz você  queimar as calorias e as gordurinhas indesejadas. Com apenas alguns  meses de treinamento você já se sentirá muito mais flexível, leve e sua  silhueta estará visivelmente mais definida. Além de tonificar os  músculos do seu corpo todo, o &lt;strong&gt;Muay Thai&lt;/strong&gt; também é eficaz em fortalecer o seu sistema imunológico, tornando-o menos suscetível às doenças.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Maior flexibilidade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Com o treino regular seu corpo se tornará mais flexível e condicionado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Aumento da força e agilidade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O treino  regular ajuda a aumentar a resistência e faz seu corpo ficar em ótima  forma. Conforme seu corpo estiver em exposição às intensas rotinas de  exercício físico, seu corpo se tornará mais forte e mais resiliente  através do tempo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Maior coordenação física e mental&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O  treino constante habilita sua mente e corpo a se conectarem  instantaneamente e eficientemente enquanto você treina a defesa contra  os ataques desferidos do seu parceiro de treino. Esse tipo de treino  também aumenta significativamente seu tempo de resposta.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Menor tempo de resposta e maior foco&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O  Muay Thai envolve muita estratégia nas suas lutas, então sua mente  também será treinada para desenvolver novas táticas para ajuda-lo a  atacar e defender-se do seu oponente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Valores de espirito desportivo e disciplina&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.  O Muay Thai é realmente um esporte muito competitivo, então você irá  aprender como controlar-se e como respeitar seus semelhantes mesmo  quando eles são seus oponentes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Expande e fortalece os laços sociais&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. O  treino regular trará a você a oportunidade de conhecer novas pessoas e  de socializar com diferentes tipos de gente. Essa também é uma ótima  forma de aumentar sua confiança e autoestima.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-6694217961192072666?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/6694217961192072666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/7-beneficios-do-muay-thai.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/6694217961192072666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/6694217961192072666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/7-beneficios-do-muay-thai.html' title='7 benefícios do Muay Thai'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-1676848543801596922</id><published>2011-07-13T07:19:00.000-07:00</published><updated>2011-07-13T07:19:00.199-07:00</updated><title type='text'>O treino da velocidade no contexto desportivo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img alt="http://4.bp.blogspot.com/-MrzRnkiG63A/TZT0QbabvXI/AAAAAAAAAHo/sYBbzcC3Gl8/s1600/velocidade.jpg" src="http://4.bp.blogspot.com/-MrzRnkiG63A/TZT0QbabvXI/AAAAAAAAAHo/sYBbzcC3Gl8/s1600/velocidade.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se perguntarmos a uma criança ou até a um adulto o que é a velocidade ouviremos muitas vezes a resposta “correr depressa”, tal resposta não está errada mas velocidade não pode ser só definida por um deslocamento rápido e continuo como é o caso de “correr depressa”, pois um remate numa bola também está relacionado com velocidade. Neste artigo procuraremos mostrar quais os tipos de velocidade que conseguimos identificar nas várias modalidades e como melhorá-la para um melhor desempenho. Através do testemunho de vários autores veremos as suas divergências e convergências sobre esta capacidade física que é estudada desde, há várias décadas, procurando achar uma resposta válida às nossas dúvidas. Sendo esta capacidade física (velocidade) de extrema importância para chegar ao êxito, será em conjunto com a coordenação aconselhada a ser trabalhada precocemente, cabendo a todos nós, intervenientes na área do desporto, criar os estímulos que proporcionem aos nossos jovens o seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que é a velocidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Para começar a falar do treino da velocidade temos antes de mais de relembrar várias definições de velocidade que nos foram transmitidas por especialistas na área do treino desportivo ao longo dos tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Bompa (2002) fala-nos da velocidade como sendo a capacidade de se transportar ou se mover rapidamente, em que mecanicamente a velocidade é demonstrada por meio da relação entre espaço e tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Já Raposo (2000), na perspectiva da metodologia do treino define a velocidade como sendo a capacidade de o atleta realizar acções motoras (movimentar) no mínimo tempo para determinadas condições (desportos cíclicos ou acíclicos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Garganta (1999) também nos diz que a velocidade não decorre apenas na brevidade de reacção aos estímulos ou da velocidade gestual, mas também do tempo necessário à identificação, ao tratamento rápido da informação e ao reconhecimento e avaliação das situações complexas de jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Podemos dizer então de uma forma abreviada que a velocidade é a capacidade de produzir um movimento/deslocamento, de uma parte do corpo ou o seu todo, mas também de pensar e encontrar uma resposta para resolver determinada tarefa, no mais curto espaço de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diferentes tipos de velocidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Existem vários tipos de velocidade em que uns são mais frequentes numas modalidades do que outras e cada um com a sua importância para um bom desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Encontramos então vários autores a falar-nos de dois tipos de velocidade, velocidade simples e velocidade complexa. De referir que vários autores se referem à primeira de várias designações, em que Matvéiev (1986) se refere como velocidade simples, já Carvalho (2000) de “velocidade pura” e Adelino, J.; Vieira, J,; Coelho, O,; (2000) como velocidade elementar, pode-se dizer que os autores se referem a uma velocidade base onde não existe complexidade nas suas formas de velocidade. Em relação à velocidade complexa existe um maior consenso entre os autores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Matvéiev (1986) fala-nos da velocidade de reacção motora simples que exige uma constante atenção na especialização em modalidades que, na fase inicial da competição, ou durante esta, exijam resposta imediata a sinais ou situações previamente determinados como é o caso do tiro de partida, o apito do árbitro, o aparecimento do alvo nas provas de tiro rápido, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Este mesmo autor dá-nos a conhecer também a velocidade de reacção motora complexa, em que os requisitos são mais elevados nas modalidades que se caracterizam por uma constante e súbita mudança da acção como acontece nos jogos ou num slalom em que um atleta tem de escolher de várias acções possíveis aquela que se adapte à situação em que se encontra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Podemos então dizer que na velocidade de reacção simples existe a reacção a um estímulo já conhecido (tiro de partida) e que já é conhecida a resposta a dar a esse mesmo estímulo (arrancar o mais rápido possível).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No caso da velocidade de reacção complexa existe a reacção a um estímulo desconhecido (golpe rápido de um adversário) e é desconhecida a resposta a dar a esse mesmo estímulo (com esquiva em defesa ou com contra ataque).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A velocidade de reacção simples pode ainda subdividir-se em velocidade de reacção simples acíclica ou seja a velocidade de realizar movimentos únicos como é o caso do lançamento do dardo e velocidade de reacção simples cíclica, o mesmo é dizer, realizar movimentos repetidos como acontece num sprint.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Segundo Adelino et al. (2000) a velocidade complexa manifesta-se em associação com outras capacidades, como por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Velocidade associada com força (força de impulsão, força de remate, força de aceleração)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Velocidade associada com a resistência (velocidade resistência)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Velocidade associada à tomada de decisão e à actuação táctica (acções colectivas (rápidas) nos jogos desportivos colectivos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Velocidade associada ao gesto técnico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Podemos também acrescentar o que nos diz Garganta (1999) que a capacidade de previsão, por exemplo, permite que um jogador, mesmo sendo ”mais lento” do que outro, do ponto de vista neuromuscular, possa chegar mais depressa a um determinado lugar do terreno de jogo, porque previu e antecipou a resposta. (Velocidade de percepção e de antecipação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Factores que influenciam a velocidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A complexidade de um movimento/deslocamento rápido seja ele cíclico ou acíclico tem sempre a presença de todas as capacidades motoras (velocidade, força, resistência, flexibilidade e coordenação) ora seja na conjugação de velocidade com força como é o caso do lançamento do martelo, ou na corrida dos 200 metros onde podemos encontrar a velocidade e a resistência de manter o mesmo nível até o final do percurso. A flexibilidade também tem a sua importância ao facilitar a amplitude de movimentos e impedindo a sua rigidez resultando num equilíbrio entre as diferentes capacidades motoras. Mas mais importante ainda encontramos no sistema nervoso central o papel de regular e mobilizar todos os sistemas necessários para a realização de movimentos, que através do rápido envio de impulsos nervosos provocam a contracção dos músculos sinérgicos e relaxamento dos antagonistas, também a coordenação e concentração, factores importantes para uma boa performance estão dependentes de um bom funcionamento do sistema nervoso central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Por essa razão o factor hereditário ou genético torna-se na principal causa de sucesso nas provas de velocidade, ou não encontrássemos nós em vários estudos sobre a velocidade a célebre frase “os sprinters nascem não se fazem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância das fibras musculares na velocidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No músculo humano podemos identificar três tipos de fibras, lentas de tipo I e dois tipos de fibras rápidas, tipos IIa e IIb (Correia 2007) este autor continua dizendo que as fibras de contracção lenta do tipo I dependem sobretudo do metabolismo oxidativo, possuindo características adaptadas a este tipo de perfil metabólico tais como o abundante número de mitocôndrias e o número de capilares circundantes mais elevados. No outro extremo temos as fibras de contracção rápida tipo IIb com um metabolismo energético sobretudo glicolítico, quase desprovidas de mitocôndrias e com abundante quantidade de enzimas da via glicolítica. Colocadas em posição intermédia situam-se as fibras IIa, que combinam uma contracção rápida a um perfil metabólico misto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A grande diferença das fibras lentas, (também chamadas de fibras vermelhas devido à maior presença de capilares), e das fibras rápidas, (também chamadas de fibras brancas devido a uma mais baixa percentagem de capilares), é segundo Correia (2007) na diferença manifestada na velocidade com que se encurtam, sendo que as fibras rápidas ou brancas existem em maior predominância em atletas de velocidade levando a produzir uma elevada potência mecânica, mas que entram rapidamente em fadiga devido à baixa presença de oxigénio. Por sua vez as fibras lentas ou vermelhas como nos diz Vieira (2000), contém uma percentagem elevada de mioglobina, o que permite grande acumulação de oxigénio, e estão, por isso, aptas a realizar “performances” de resistência; todavia, contraem-se mais lentamente que as fibras brancas, ou fásicas, que têm percentagem elevada de miofibrilhas, aptas pois à velocidade, mas de resistência relativamente fraca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   De realçar também as fibras intermédias que como nos diz Weineck (1999) existem em maior quantidade nas crianças em comparação com os adultos, sendo que crianças precocemente treinadas em velocidade apresentam um aumento de fibras rápidas, pois as fibras intermédias transformam-se em fibras rápidas, atingindo um potencial para a velocidade melhor do que aquele herdado geneticamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos para o aumento da velocidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O treino da velocidade deve começar ainda na infância, altura em que o sistema nervoso central ainda está em desenvolvimento, sendo esta fase de grande importância para melhorar o que a genética nos deu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Um treino para a força muscular pode aumentar 300%, para aumentar a velocidade apenas 10%, pois não se consegue obter tantos resultados, e de forma tão rápida e acessível como no treino da força ou resistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Os exercícios devem ser de curta duração mas de alta intensidade, os resultados estão dependentes da qualidade e não da quantidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Os exercícios devem ser executados com rapidez e não com lentidão dai os exercícios com pesos nos tornozelos ou correr na areia não serem os exercícios mais adequados pois terão o efeito contrário ao pretendido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No treino de exercícios de velocidade simples utiliza-se muito o método competitivo em que os atletas se servem da própria competição para treinar utilizando a emoção e motivação gerada à volta da competição para melhorar a sua prestação. Isto só é possível devido à curta duração das provas de velocidade, o que permite ao atleta participar num grande número de provas oficiais ao longo do ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Um dos métodos do treino da velocidade é a execução de exercícios com a redução de carga externa, no entanto é encontrado um problema, onde o peso do corpo do atleta é a carga adicional. Matvéiev (1986) fala-nos de vários métodos para procurar facilitar a obtenção de maior velocidade nesses exercícios onde o peso do atleta é «reduzido» por meio da aplicação de forças exteriores, com o auxílio de um parceiro, do treinador ou de dispositivos de suspensão e transporte, em que o atleta é suspenso no ar permitindo a aplicação de uma força de tracção, dirigida para cima e regulada com precisão, a fim de realizar os diversos valores de aligeiramento doseado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   A resistência do meio natural é diminuída como acontece na natação em que o atleta nada com corrente a favor ou em água do mar, a utilização das condições exteriores é usada em corrida com a pista inclinada ou em descida no ciclismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Estes métodos também nos são relatados por Bompa (2002) em que a repetição é o método básico usado no treino da velocidade, podendo também serem realizados exercícios de velocidade máxima sob condições de uma resistência crescente, como patinar, nadar ou correr enquanto são segurados por uma corda de borracha. A velocidade de execução de um exercício é superior se antes dela, por um curto período, o atleta faz treino com pesos (Florescu et al. 1969) citado por Bompa (2002), ou o executa contra uma resistência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Ozolin (1971) afirma que o atleta deveria direccionar pensamentos, vontades e concentrações na direcção da execução de uma repetição à máxima velocidade, porque tal preocupação psicológica e mental ajuda-o a alcançar a velocidade superior e a coordenação neuromuscular. Um atleta enquanto corre em curtas distâncias deverá concentrar-se em acelerar o movimento dos braços, o que, baseado na coordenação entre eles e as pernas, resultará em movimento de pernas mais rápido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O método da desvantagem proporciona um bom treino e com atletas de vários níveis resolvendo também ao treinador o problema da individualidade em que é dada uma desvantagem inicial aos atletas mais rápidos em comparação com outros, de maneira a que no final todos cheguem ao mesmo tempo, dando também assim motivação aos atletas para realizarem o exercício na velocidade máxima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Também a redução do espaço e do tempo são utilizados para melhorar a velocidade como acontece nos exercícios cíclicos em que se reduz a distância a percorrer em comparação à competição, nos jogos é reduzido o espaço onde se realiza o exercício de forma a acelerar a resposta motora e psíquica como acontece nos jogos colectivos como o futebol o andebol ou mesmo nos jogos de luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Deverá existir a atenção de em todas as idades mas principalmente no treino dos jovens, a utilização do princípio da variabilidade, não devendo para isso serem sempre utilizados os mesmos métodos de treino, pois acabarão por criar uma rotina nos movimentos, além da desmotivação, tendo como resultado o difícil desenvolvimento da velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Weineck (1999) diz-nos que a constante repetição de um movimento num mesmo ritmo pode consolidar o mesmo, induzindo uma estagnação do desenvolvimento da velocidade e a formação de uma barreira de velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Sendo portanto de evitar que no treino de velocidade precoce se trabalhe muito com carga máxima ou estímulos muito fortes que acabarão por criar a barreira de velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Zaciorskij (1972) citado por Weineck (1999), mostrou que o melhor atleta mundial de sprint apenas treinava uma vez por semana com a carga máxima e que a parte principal da preparação de força rápida consistia de exercícios especiais, treino com cargas adicionais, saltos múltiplos e corridas em baixa velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Vieira (2000), também nos alerta para que o volume da carga no treino da velocidade de ser tal que não permita o aparecimento de fadiga, pois a intensidade elevada da carga é um factor fundamental no treino de velocidade. Para que esta se mantenha em níveis elevados é fundamental que o treino seja executado na ausência de fadiga, já que esta é considerada como um factor inibidor, senão não estaremos a trabalhar para o objectivo que pretendemos mas sim outro, como a velocidade resistente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Sob estado de fadiga não se atinge a velocidade máxima, pois há uma inibição dos processos coordenativos do sistema nervoso central, exigidos para o desenvolvimento da velocidade, que tem o seu desempenho prejudicado (Weineck 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Matvéiev (1986) diz-nos que o intervalo de repouso entre series deve ser o suficiente para que se possa executar o exercício seguinte a uma velocidade idêntica à anterior e dá-nos como exemplo exercícios de velocidade até 100 metros em que se o atleta for bem treinado precisará de 5 a 8 minutos para se restabelecer. Nos intervalos entre os exercícios além do repouso passivo recomenda-se a realização de movimentos ligeiros semelhantes ao exercício principal de forma a manter a afinação psicomotora para a acção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Já Bompa (2002), refere que os intervalos de descanso devem facilitar uma recuperação óptima, durante a qual o ácido láctico é reduzido e o débito de oxigénio é restaurado quase inteiramente. Considerando as características individuais, o intervalo de descanso entre estímulos intensivos pode estar por volta de 4 a 6 minutos. Se são usados intervalos mais longos, como 12 minutos, recomenda-se um curto aquecimento para elevar o nível de excitabilidade do sistema nervoso central. Durante os intervalos aconselha-se um descanso activo com corrida leve ou caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Podemos concluir que a velocidade está presente nos mais variados jogos ou modalidades e que a sua utilização está associada ao êxito da execução de uma tarefa, seja ela individual ou colectiva, com movimentos cíclicos ou acíclicos, que poderão ir de um simples sprint, à capacidade que um jogador tem de se antecipar a um adversário para ficar na posse da bola (velocidade de antecipação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   É de notar também que a velocidade é uma capacidade física que é herdada geneticamente, por essa razão o seu aperfeiçoamento comparado com outras capacidades físicas é mais difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   São encontrados no entanto métodos que podem aprimorar a velocidade de um atleta, devendo o seu treino começar em idade precoce, altura em que o seu sistema nervoso central ainda está em desenvolvimento e altura também que o seu elevado número de fibras intermédias pode ser transformado em fibras rápidas do tipo II, fibras que são predominantes em velocistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O treino do atleta deve ser realizado de preferência sem carga exterhttp://www.blogger.com/img/blank.gifna, ou quando com carga externa que seja por curtos períodos, de maneira a que o exercicio seja sempre realizado à maior velocidade possível, para isso teremos que estar perante a ausência de fadiga, devendo para isso respeitar sempre os períodos de descanso, senão já estaremos a treinar para outro objectivo que não a velocidade. Deverá no entanto ser dada atenção às constantes repetições e utilizações de cargas máximas de maneira a evitar criar a barreira de velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Também a redução do espaço e do tempo são excelentes métodos para melhorar a velocidade motora e psíquica, tão importante nos dias de hoje em que é necessário encontrar uma resposta ao problema no mais curto espaço de tempo e de seguida colocá-la em prática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd157/o-treino-da-velocidade-no-contexto-desportivo.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-1676848543801596922?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/1676848543801596922/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/o-treino-da-velocidade-no-contexto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1676848543801596922'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1676848543801596922'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/o-treino-da-velocidade-no-contexto.html' title='O treino da velocidade no contexto desportivo'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-MrzRnkiG63A/TZT0QbabvXI/AAAAAAAAAHo/sYBbzcC3Gl8/s72-c/velocidade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-9170061464697070176</id><published>2011-07-11T07:17:00.000-07:00</published><updated>2011-11-30T03:16:52.787-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Futebol'/><title type='text'>Estruturação das categorias de base no futebol</title><content type='html'>O processo de formação da cultura organizacional do futebol brasileiro teve início através de Charles Miller em 1895, com o surgimento dos clubes, o São Paulo Atletic Club; a Associação Atlética Mackenzie; o Sport Club Germânia, todos no Estado de São Paulo De acordo com Carravetta (2006) nessa época, o futebol era amador e, ao mesmo tempo, elitista, excludente e racista, representando na época um mecanismo de distinção da elite brasileira, a começar pelo material utilizado na prática do esporte, pois esse era importado de renomadas lojas inglesas. No início do século XX, as fábricas e indústrias começaram a implantar a prática do futebol com a classe operária, deu-se ai início a proliferação de novos clubes de futebol em toda a extensão do território brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Com a proliferação dos campeonatos, a massificação e popularização do futebol, os clubes de elite começaram a se desligar do esporte e as ligas começaram a aceitar os times oriundos das várzeas. Com essas mudanças aumentaram as disputas, a busca por melhores resultados, o sentimento de rivalidade, melhor qualificação das equipes e o aumento de torcedores, é o início da profissionalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Desde sua criação até os dias atuais muitas transformações ocorreram no futebol, o que vem configurando como o esporte mais praticado do país. Hoje o futebol tornou-se um fenômeno de massa e não fica limitado aos jogadores, mas “transborda” do campo para as arquibancadas e, graças ao rádio e a TV, chega às imensas multidões. Provavelmente, é o fato social que envolve o maior público de todas as condições sociais e de todas as idades, em qualquer parte do mundo, em especial no Brasil (PAIM &amp; STREY, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Atualmente o futebol é visto como processo e sistema, onde compreende aspectos humanos, sociais, culturais, comunicativos, relacionado entre si em uma grande engrenagem, com regulamento, normas e valores. De acordo com Carravetta (2006) a Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), serve de mecanismos formais e informais para introduzir objetivos, valores, normas, estabelecendo um equilíbrio para a criação coletiva e a capacidade de regulação da prática do futebol em seus diferentes aspectos e contextos. A FIFA transformou o futebol contemporâneo em uma atividade economicamente ativa, a qual movimenta em média US$ 225 bilhões por ano. É constituída por 204 federações nacionais, milhares de federações estaduais ou regionais e cerca de 300 mil clubes filiados e 1,5 milhão de equipes. Sendo no Brasil a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a entidade com representatividade perante a FIFA. Compete a CBF administrar a prática do futebol profissional e não-profissional em todos os níveis, bem como a promoção de campeonatos, entre outras. Além dessa estrutura há a estrutura interna dos clubes, sendo essa responsável pelo processo comunicativo-relacional que sustenta intercâmbios informativos, culturais, educativos, normativos, técnicos, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Sem dúvida o futebol ocupa atualmente um espaço privilegiado no mundo global dos negócios e na indústria do entretenimento, e como vimos grandes mudanças foram ocorrendo no futebol ao longo dos anos, no mundo e em especial, no Brasil, foi ocasionada após a Lei Pelé, a qual modificou a relação dos jogadores com os clubes, e vários deles estão se transformando em empresas que movimentam somas astronômicas. Esta não é a primeira mudança pela qual o futebol passa e certamente não será a última. As circunstâncias mudam, mas a paixão dos torcedores permanece inalterada. Ao contrário de outras paixões, a do futebol é eterna. De acordo com Carravetta (2006) joga-se futebol em mais de 200 países, e no Brasil atrai e mobiliza a atenção de milhões de pessoas. É então perfeitamente normal que um esporte que atinge proporções dessa magnitude, e com este nível de aceitação pública seduza as crianças, levando-as a procurar um clube onde possam buscar o sonho de um dia atingir o sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O futebol, dentre os esportes coletivos, talvez seja o que mais precocemente inicia seu processo formativo de forma sistemática e organizada. Entretanto, curiosamente é uma modalidade que carece de pesquisa científica sobre os efeitos das atividades aplicadas a milhares de crianças e jovens em suas escolas de formação, sejam de clubes ou particulares (FRISELLI &amp; MONTOVANI, 1999). Percebe-se que o futebol vem se caracterizando pelo salto qualitativo na área do treinamento e, conseqüentemente, na performance dos atletas e das equipes. Concepções táticas variadas, didáticas e modelos de treinos diferenciados e a interdisciplinaridade de tratamento dos atletas são algumas mudanças no futebol atual. Muitos ainda acreditam que um bom jogador de futebol nasce pronto, porém dados comprovam que o “dom natural” de um jogador precisa ser direcionado e desenvolvido corretamente (MELO, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A busca de atletas para as categorias de base é um processo permanente de seleção, em especial no futebol que vêm se solidificando como o esporte mais popular do mundo, atraindo inúmeros espectadores. Durante muito tempo a formação de jovens talentos para a prática do futebol em nosso país se deu de forma quase espontânea, germinando nos quintais das casas, ruas, campinhos, praias, entre outros lugares mais inusitados. Aquela seleção que surgia de forma quase espontânea, às vezes com a ajuda de alguns adultos com alguma dose de bom senso (pais, professores de Educação Física, treinadores), hoje necessita de uma estimulação cada vez mais consciente e mesmo profissional. De acordo com Kunz (2003), o processo de formação de jogadores no Brasil teve seu grande marco na década de 60. As categorias de base surgiram neste período com o intuito de formar jogadores para os clubes. A necessidade de formar o jovem dentro do clube começou seqüencialmente ligada à crise futebolística instalada na Copa de 1966 à necessidade do nascimento de novos jogadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Atualmente as chamadas categorias de base ou categorias formativas ganham importância na visão dos dirigentes futebolísticos. O alto preço dos passes de futebolistas já consagrados, juntamente com uma maior concorrência das equipes mais poderosas na busca de bons jogadores jovens e desconhecidos, fez com que nos últimos anos os investimentos na formação do atleta de futebol profissional aumentassem de forma significativa. As categorias de base dos clubes brasileiros vêm ganhando destaque cada vez maior nos últimos anos. Além de importantes na conquista de títulos, como aconteceu com a geração de Robinho e Diego do Santos, que foram na sua época, fundamentais para a arrecadação de recursos com negociações para o exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Percebe-se que dentre os objetivos das categorias de base dos clubes de futebol, pode salientar: a correção de “vícios”, iniciação do trabalho físico mais pesado, adequação do jogador às normas do clube e conseqüentemente as do mercado de trabalho. Carravetta (2003) destaca que para os jovens deve-se elaborar um sistema de treinamento e competição de grande exigência para obter um rendimento pleno de todos os fundamentos. Enfatiza também que não se deve ter apenas um objetivo didático a análise do movimento, mas buscar um comportamento competitivo por meio de movimentos sempre renovados e adaptados às situações de estresse que surgem nas diferentes etapas do jogo. Tudo isso só vem provar que a velha frase “jogador brasileiro já nasce pronto” não passa apenas de um mito. Mesmo habilidades e técnicas podem ser aperfeiçoadas com treinamento desde o início de sua carreira. Com as novas exigências, direcionamentos e ordenamentos do futebol, tornam-se imprescindível a passagem do futuro atleta pelas escolinhas de futebol, administradas e operacionalizadas por especialistas, que podem ser ex-jogadores ou ex-treinadores do profissional ou professores de educação física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd158/estruturacao-das-categorias-de-base-no-futebol.htm"&gt;Leia mais clicando aqui&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-9170061464697070176?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/9170061464697070176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/estruturacao-das-categorias-de-base-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/9170061464697070176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/9170061464697070176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/estruturacao-das-categorias-de-base-no.html' title='Estruturação das categorias de base no futebol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-9002782280879259324</id><published>2011-07-08T09:16:00.000-07:00</published><updated>2011-07-08T09:16:00.648-07:00</updated><title type='text'>Treinamento mental na performance dos atletas</title><content type='html'>O treinamento mental sendo originário da psicologia cognitivista, busca influenciar os pensamentos e as representações mentais dos atletas objetivando a melhoria da sua performance. No que diz respeito à aprendizagem de habilidades motoras segundo Magill (1998) a primeira etapa da aprendizagem motora envolve um alto grau de atividade cognitiva e muito dessa atividade está relacionada à questão sobre o que fazer com essa nova tarefa, assim o treinamento mental pode ajudar nas respostas referentes à performance sem a pressão que acompanha o desempenho físico da habilidade, além de ser benéfico na consolidação das estratégias e na correção de erros nas etapas finais da aprendizagem, que seriam as fases associativa e autônoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    As demandas cognitivas vividas pelos atletas durante as situações de competição e a busca pelo domínio das emoções e sentimentos dentro desse contexto fazem do treinamento mental uma variável significativa que o faz estar incluso nos programas de treinamento de grandes atletas de alto rendimento, conforme pode - se observar dentro da bibliográfica científica atual, porém, aqui no Brasil ainda é bem pouco utilizado. Dessa forma torna-se importante o conhecimento teórico, bem como, o conhecimento da aplicabilidade de um programa de treinamento mental, para que possamos o inserir na qualificação do desporto brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conceito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um trabalho dirigido ao condicionamento tanto da mente que pensa quanto da mente que sente, é parte do Treinamento de Capacidades Psíquicas, utilizado principalmente para incrementar a performance de atletas e se baseia no princípio de que podemos exercer domínio maior dos nossos pensamentos, dos sentimentos e conseqüentemente, do nosso comportamento (FLEURY,1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A imaginação de realizar uma ação em movimento denomina-se ação imaginada, ensaio mental ou visualização (GONZÁLEZ, 1996).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Recapitulação cognitiva de uma habilidade física na ausência dos movimentos físicos e explícitos (MAGILL, 1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Imaginação de forma planejada, repetida e consciente das habilidades motoras e técnicas esportivas (SAMULSKI apud FRANCO, 2000)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Procedimento na qual os indivíduos pensam sobre a realização da habilidade motora, na ausência de movimento observável. (SCHMIDT e WRISBERG, 2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A Prática Mental conforme Schmidt e Wrisberg (2001), é um procedimento de treinamento mental no qual os executantes pensam sobre os aspectos cognitivos, simbólicos ou processuais da habilidade motora, na ausência de movimento observável. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Breve histórico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo Tzachou-Alexandri apud Becker (1996) no período clássico, cinco séculos AC, em Atenas, nos ginásios existiam zonas com todas as facilidades para que treinadores e atletas realizassem " o treinamento, tanto do corpo quanto da mente " e segundo Santos apud Becker (1996) os filósofos Platão e Descartes davam grande importância à utilização de técnicas mentais, como recursos de aprendizagem e memorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O início do estudo científico das práticas mentais segundo Becker (1996) foi em 1892 com Jastrow que estudou os movimentos involuntários produzidos durante várias operações mentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Conforme Rúbio et al (2000) a Psicologia do Esporte Americana foi marcada nos anos 80 por uma produção voltada para o enfoque cognitivista, com especial atenção para as questões relacionadas com pensamentos e representações mentais em atletas, como eles mentalizam sua ação e qual a influência dessa mentalização no seu desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O trabalho realizado pela psicologia cognitiva do esporte fomentou um grande interesse pela representação mental de imagens, daí a chegar a conclusões como atletas que de forma natural se imaginam rendendo o máximo ou se estão treinados em se imaginar triunfando aprendem, em ambos os casos, como responder melhor às demandas vividas em situações competitivas. A conseqüência desse desenvolvimento é que a sugestão e as técnicas cognitivas converteram-se em uma parte substancial da maioria dos programas de treinamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teorias explicativas sobre Treinamento Mental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Franco (2000) afirma que é comprovado cientificamente, que um movimento imaginado e exercitado mentalmente produz microcontrações e conseqüentemente uma melhoria da coordenação neuromuscular, há um efeito fisiológico significativo, pois uma maior irrigação de sangue é constatada na musculatura envolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo Fleury (1998) a Teoria Psiconeuromuscular (PNM) afirma que existe relação neurofisiológica direta entre a experiência artificial imaginada e o desempenho real, quando uma pessoa imagina estar desempenhando determinada atividade pequenas quantidades de atividade neural podem ser medidas por todo o nosso corpo, em outras palavras, ao imaginar fortemente uma situação específica, pode-se criar marcas neurológicas que atuam como se o atleta estivesse vivendo realmente aquela experiência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Conforme a autora acima citada a Teoria Simbólica do Aprendizado, que está intimamente relacionada à Teoria Psiconeuromuscular, parte do princípio que a imaginação pertence a um sistema de códigos que pode ajudar atletas a entender e aperfeiçoar seus movimentos, isso significa que os movimentos realizados pelo atleta, influenciados diretamente pela mente, são compostos de uma seqüência de atividades que pode ser desmembrada, observada e aprimorada. A grande maioria dos fundamentos de desportos em geral, podem ser aperfeiçoados através dessa teoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Utilização e vantagens do Treinamento Mental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Utilização segundo Magill (1998) :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Aquisição de habilidades motoras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Reaprendizagem de habilidades motoras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Melhoria no desempenho de uma habilidade motora bem aprendida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Programas de reabilitação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Vantagens segundo Franco (2000) :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Diminui a carga física - menos cansaço;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Diminui a carga psíquica - situação sob total controle;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Eliminação de lesões físicas - sem risco;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Menor gasto de tempo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Sem exigência de espaço adequado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Sem exigências de condições físicas - casos de contusões;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Maior chance de concentração - não há estímulos perturbadores externos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Benefícios do Treinamento Mental na aprendizagem de habilidades motoras (SCHMIDT e WRISBERG, 2001)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pode envolver a prática de aspectos cognitivos, simbólicos e de tomada de decisão da habilidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pode permitir ao aprendiz imaginar ações possíveis e estratégias, estimulando os resultados prováveis na situação real;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pode ser acompanhado por atividade muscular mínima, muito longe da necessária para produzir a ação, que envolve os músculos que são utilizados durante o movimento real;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pode auxiliar na focalização da atenção dos executantes nas dicas relevantes da tarefa, o que pode ser útil para a performance física subseqüente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sistemas sensoriais e o treinamento mental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo Suinn apud Becker (1996) durante uma sessão de treinamento mental é possível atuar sobre os sistemas sensoriais, em quatro dimensões distintas: visual, cinestésica, auditiva e emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dimensão visual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Para Becker (1996) na dimensão visual o atleta imagina-se realizando a ação desportiva e pode produzir diferenças na perspectiva (interna X externa), isto significa que além das informações externas, a imaginação visual pela sua característica de colocar a atenção em todos os detalhes possíveis da ação (posição corporal, seqüência motora, etc) pode proporcionar ao praticante informação interna sobre modelos de ação motora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dimensão cinestésica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo Hall, Rodgers &amp; Bar; Suinn apud Becker (1996) esta dimensão trata da imaginação da percepção interna que o atleta vivência, antes, durante e depois da ação motora, e que juntamente com a dimensão visual é a mais utilizada pelos atletas. Os mecanismos proprioceptivos recebem informações importantes dos músculos, ossos e do sistema responsável pelo equilíbrio e os mecanismos interoceptivos recebem também informações das vísceras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dimensão Auditiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Durante a execução real das ações motoras, segundo Becker (1996), os atletas registram ruídos que ocorrem tanto em si mesmo, como no objeto ou objetos que maneja e no ambiente desportivo que o rodeia. A utilização da imaginação auditiva, somada às dimensões visual e cinestésica contribui para o aumento do rendimento dos atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dimensão emocional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Conforme Becker (1996) por mais que um atleta esteja preparado para uma competição, é impossível deixar de sentir a emoção relacionada ao movimento. A visualização das emoções que podem ocorrer em situações cruciais de uma competição, é uma técnica de imaginação, também utilizada na psicologia clínica chamada de Coping Imagery que significa imaginação pela superação, que pode levar a um melhor controle destes fatores por parte do atleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A posição corporal do praticante de treinamento mental (BECKER, 1996):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A posição corporal do praticante para a execução do treinamento mental pode ser de três maneiras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Para que o atleta fique mais acomodado é recomendada a posição deitada em decúbito dorsal, frontal ou, se preferir, na posição lateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentada&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Esta posição pode facilitar que a execução da técnica realizasse uns momentos antes de entrar em quadra, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em pé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A posição em pé permite ao praticante efetuar o treinamento mental dentro da competição, uns instantes antes que o atleta execute uma ação de grande responsabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Segundo o autor, as posições corporais dos praticantes de treinamento mental, que são utilizadas durante as sessões, são as que têm sido citadas pela literatura internacional porém, não vem sendo realizadas investigações científicas que possam determinar as possíveis vantagens de uma das posições em relação as demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Programa de treinamento mental (GONZÁLEZ, 1996):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A visualização psicológica é uma das técnicas mais eficazes que existe para a melhora das atuações de desportistas, muitos desportistas antes de uma competição imaginam mentalmente as ações e movimentos que deverão ser realizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Antes do ensaio mental se tornar um treinamento mental utilizado conscientemente, as pessoas o utilizam de forma natural (inconsciente) sem poder evitá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A diferença individual no nível de habilidade de desportistas é muito grande, e normalmente cada um adapta as instruções conforme a sua maneira de ser, já que este procedimento é mais efetivo que seguir ao pé da letra as instruções gerais da psicologia. Outra advertência importante a ser considerada é o nível de habilidade individual e o desporto praticado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Existem algumas evidências de que os desportistas de maior habilidade beneficiam-se mais da visualização do que desportistas com menos habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Um grande número de técnicas psicológicas desenvolvem o emprego da combinação relaxamento - visualização, por estimar serem mais efetivas ambas as técnicas juntas, do que aplicadas separadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A influência da forma de pensar do desportista na sua performance&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Muitos desportistas e treinadores são convencidos de que a maneira de atuar do jogador é diretamente dependente da sua forma de pensar. Em outras palavras, existe uma continuidade necessária entre a maneira de mentalizar um movimento e a forma de realizá-lo. Se a mentalização de uma ação for realizada erroneamente, a execução desta mesma ação será realizada também erroneamente ou de forma inadequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     As relações entre a mentalização e execução têm fundamento na investigação psicológica. Praticamente todos as fundamentações da orientação cognitiva da psicologia indicam que uma mentalização inadequada produz resultado desfavorável na sua execução da ação. O comportamento poderá ser modificado se houver alterações na conduta (pensamentos e cognições) do indivíduo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     As pesquisas têm corroborado amplamente que, um sujeito ao imaginar um movimento, produz algum tipo de atividade muscular, principalmente dos músculos envolvidos na realização do mesmo. A representação mental de um movimento tem repercussões musculares, porém o registro da atividade muscular que resulta da imaginação de um movimento é mais intensa em indivíduos que possuem hábito de exercitar este movimento. A imaginação, portanto, é o principal fator que inicia a ação muscular para preparar o desportista para a competição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A utilização de biofeedbacks confirma de forma convincente a relação estreita entre os pensamentos e emoções relativos a uma atividade particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Para que a prática mental consiga os efeitos desejados, deve cumprir algumas condições. Consequentemente deve ser investigado quais variáveis asseguram o emprego positivo da visualização de imagens na execução, evitando aquelas condições onde a visualização pode ser menos efetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Características das imagens para serem efetivas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Orientação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Uma característica da mentalização que se considera importante é " a orientação da imagem" ". A orientação da imagem divide-se em imagem interna e imagem externa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Imagem interna: é aquela produzida pelo próprio aspecto da mentalização e também é chamada de imagem cinestésica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Imagem externa: ocorre quando uma pessoa vê a si mesma, como um observador, como se estivesse vendo-se em uma televisão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Os estudos realizados não apresentam conclusões que possam ser confirmadas, parece que ambas, a imagem interna e a externa, podem melhorar a atuação e que sua efetividade depende do nível de habilidade do desportista e do tipo de tarefa a ser realizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Claridade (nitidez)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Outra característica importante da efetividade das imagens refere-se a claridade ou nitidez da imagem. A nitidez se refere à claridade da imagem produzida. Uma mentalização confusa do que se quer fazer, dificilmente trará uma execução satisfatória. Por exemplo: um jogador de basquete que visualiza um tiro livre sem ver claramente o aro da cesta, conseqüentemente na execução do movimento irá falhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Controlabilidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Controlabilidade refere-se à capacidade da pessoa em alterar a imagem: aumentando-a, diminuindo-a ou vê-la em movimento. Trata-se de um fator decisivo para determinar a efetividade da imagem. O controle se refere a mudar a imagem conforme a vontade do desportista. Aprender a controlar as imagens de acordo com os desejos e necessidades, se não houver controle das imagens, haverá repetição de erros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convencer os desportistas da utilidade do treinamento mental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência de grandes campeões:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Existe uma ampla evidência de desportistas que se serviram eficazmente do treinamento mental na melhora do seu rendimento. O melhor será oferecer exemplos do próprio desporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer algumas demonstrações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Demonstrar através de biofeedbacks que as imagens processadas no nosso cérebro influenciam na tensão muscular, na sudorese, na respiração, na temperatura e na freqüência cardíaca, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar expressões positivas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Deve-se se expressar aos desportistas de forma positiva, o mais concretamente possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     A expressão "não pode ficar nervoso " é recordar o nervosismo, enquanto que a frase "conserve a calma" sugere a imagem contrária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendações para a efetividade dos objetivos do treinamento mental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O relaxamento, se preceder a prática do treinamento mental, poderá ser mais efetivo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Imaginar os movimentos ou tarefas de forma real, para conseguir uma imagem clara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Focalizar a atenção em uma execução perfeita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Utilizar a imagem para aprender diferentes estratégias para serem utilizadas ao decorrer do jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Usar todas as modalidades sensoriais (visão, olfato, audição, tato e degustação) no treinamento mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Praticar o treinamento mental dentro de bases realistas, isto é, adaptando aos níveis do rendimento para melhorá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Avaliar a habilidade de imaginar, qualquer procedimento é bom quando se consegue demonstrar os progressos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Métodos de treinamento mental&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     O treinamento mental pode ser realizado através de exercícios, questionários e biofeedbacks, onde o local mais apropriado é o local dos treinamentos e o das competições. A prática deve ser individual e ter uma duração média de 15 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Conclui-se que o treinamento mental é uma variável importante a ser considerada tanto para melhoria da performance atlética, quanto para a aquisição de habilidades motoras, mas que, deve ser como qualquer outro treinamento, planificado e planejado considerando, além das suas peculiaridades próprias para a sua eficiência a individualidade biológica e a especificidade do desporto ou habilidade motora objetivados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd75/mental.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-9002782280879259324?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/9002782280879259324/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/treinamento-mental-na-performance-dos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/9002782280879259324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/9002782280879259324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/treinamento-mental-na-performance-dos.html' title='Treinamento mental na performance dos atletas'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-7363431606790513747</id><published>2011-07-05T11:02:00.001-07:00</published><updated>2011-11-30T03:15:50.832-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Voleibol'/><title type='text'>Treinamento de recepção Voleibol</title><content type='html'>&lt;br&gt;    O voleibol no Brasil sofreu com a distância dos grandes centros desenvolvidos do Voleibol mundial, Europa e Ásia. As informações chegavam com atrasos e até mesmo, ocorreu de o Brasil chegar a uma competição mundial sem conhecer o fundamento técnico da recepção, denominado de Manchete, isto aconteceu no Campeonato Mundial adulto masculino de 1964.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A equipe brasileira comandada na época pelo professor Sami Melinski, treinador que conquistou todos os títulos para o Brasil a nível mundial na época, conheceu e treinou pela primeira vez a Manchete um dia antes do campeonato mundial (RIZOLA, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A recepção do saque nos tempos inicias do Voleibol era feita apenas com o toque por cima da cabeça, pois na época o saque não tinha tanta força e precisão, mas tomou outra proporção, quando este fundamento passou a ser trabalhado com o objetivo de maximização da técnica e da tática. Surge então a manchete, devido a necessidade de dominar a recepção (RIZOLA, 2003).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Segundo Alberta (1998) e Murpy (1991) o sucesso do ataque no voleibol esta interligado com a qualidade da recepção. Assim o levantador terá uma gama maior de opções para distribuir o jogo e dificultar a ação do bloqueio adversário. Todavia a obtenção de eficácia esta dependente da qualidade de execução das habilidades técnicas neste momento do jogo, nomeadamente da manchete (MESQUITA, 1998).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A aprendizagem dos esportes tem acontecido, na sua grande maioria, pela repetição de gestos técnicos e cópias de treinamento de equipes adultas. Báfero (1996, p.26) diz que: &amp;quot;A maioria das &amp;quot;escolas&amp;quot; de voleibol, fundamentadas na cultura do voleibol brasileiro, proclamam que &amp;quot;saber voleibol&amp;quot; é jogar como se joga no alto nível.&amp;quot; No trabalho desenvolvido visou-se a adaptação dos exercícios para cada situação de jogo, e não com a repetição dos gestos isolados, a variedade de estímulos deve ser feita durante cada sessão de treinamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Kaplan (1974) relembra, uma nova etapa para o Voleibol mundial se abriu, justamente antes da Olimpíada de Tóquio quando a defesa baixa (manchete) passou a ser uma forma fundamental do jogo. Isto causado pelo efeito do saque.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Fiedler (1976), divide a recepção em 3 fases, os movimentos de que antecedem o contato com a bola, movimentos no momento do contato com a bola e os movimentos após o contato com a bola, valorizando todos na mesma proporção e importância.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Slaymaker e Brown citados por Báfero (1990), quando mencionam as habilidades do Voleibol, dividem em dois grupos: os de habilidades iniciais e os de habilidades avançadas. As primeiras compreendem o toque, a manchete, o recurso (dig-pass), o saque por baixo, o saque por cima, a cortada e o bloqueio. O segundo grupo compreende o saque flutuante, o levantamento para trás, o levantamento em suspensão, o mergulho, o rolamento, a manchete invertida, a largada e as mudanças do ritmo das cortadas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Especialistas em Voleibol concordam, que a habilidade da Manchete é responsável pela maior consistência de jogo atualmente, isto é, maior tempo de disputa do ponto com a bola no ar (SCATES, 1972; GUILHERME, 1978; VELASCO, 1996, MESQUITA, 2002).&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Sobre o uso da manchete, Cherebetiu (1969), Writehall (1964) citado por Báfero (1996) e Bizzocchi (2000) colocam que o uso original era apenas com propósitos defensivos, usados como recurso emergencial. Hoje é um fundamento básico e específico, que merece estudo diferenciado em função da sua constante solicitação, sendo parte integrante do repertório motor do atleta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O que é específico é exclusivamente próprio a alguma finalidade, e a finalidade do movimento da manchete no Voleibol é receber e passar a bola para um lugar pré-fixado (BÁFERO, 1996).&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Segundo Velasco (1996), o recebedor deve ter como principal característica uma superfície de apoio, a maior possível, colocando e enfatizando a habilidade espaço-temporal: o problema não é tanto pelo deslocamento, mas sim entender ou avaliar bem, aonde vai a bola.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O mesmo autor lembra que, na correção da técnica não se deve treinar todos os jogadores da mesma maneira, e como exemplo cita que em recepção x saque ao invés de trabalhar 40´ de forma analítica, trabalha-se 10&amp;#39; a 15&amp;#39; analítico para que o jogador fixe o movimento técnico e imediatamente após, o saque x recepção em situação de jogo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A analise da trajetória da bola é ponto fundamental na qualidade e eficiência de uma boa recepção. A antecipação da ação de receber o saque possibilita a atleta definir a velocidade de sua ação e com melhor equilíbrio, uma precisão melhor.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Paolini (2001), cita que a posição de expectativa deve ser baixa, mas não definida para receber somente um tipo de saque, para receber é necessário deslocar-se rapidamente e, sobretudo em antecipação, para poder avaliar previamente a trajetória do saque adversária atleta deve ser capaz de estabelecer a profundidade e a força da bola, e isto está relacionado com uma boa visão.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Estabelecendo que, os elementos que distinguem uma correta execução técnica de recepção de saque flutuante (floating) podem ser sistematizadas em 4 pontos essenciais (PAOLINI, 2001):&lt;br&gt;&lt;br&gt;a predisposição morfológica;&lt;br&gt; &lt;br&gt;o deslocamento;&lt;br&gt;&lt;br&gt;o contato com a bola;&lt;br&gt;&lt;br&gt;o modo de empurrar a bola.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Objetivo&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A proposta deste trabalho é propor uma metodologia de treinamento para o fundamento de recepção de saque no voleibol para jovens atletas.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;Treinamento da recepção&lt;br&gt;&lt;br&gt;    O jogo é elemento central na aprendizagem, deverá por isso estar sempre presente em cada faixa etária no treinamento e ser organizado de modo tal, que todos os que participam devem tocar na bola o maior número possível de vezes. A recepção do saque é durante o treinamento um dos pontos de maior atenção. O Voleibol do Brasil é carente de atletas que o executem a recepção permanecendo em boas condições de equilíbrio para realizar um ataque, também pela representação que tem o fundamento na continuidade e na organização do jogo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A aplicação do método global no treinamento objetiva recriar situações de forma semelhante àquelas dos jogos, não para treinar a equipe na sua coletividade e sim visando treinar melhor e de forma mais veloz todas as técnicas do voleibol. Desta forma o jogador se adaptará imediatamente durante o jogo, as situações treinadas durante a semana. De outra forma a passagem da situação treinada àquela que se apresenta no jogo, solicitaria muito tempo de treinamento. A teoria do treinamento global, todavia apresenta problemas, isto é, se começa a treinar uma situação de jogo e se transgride nos problemas técnicos. Sobretudo na sua correção, ou quando se corrigi, se arrisca de faze-lo somente em situação analítica.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Treinamento da técnica&lt;br&gt;&lt;br&gt;    O recebedor deve ter como característica uma boa superfície de apoio, a maior possível, executa-se trabalhos utilizando como recurso a parede. A atleta se posiciona diante de uma parede de superfície plana e realiza a manchete, com alternância de altura da bola, distancia da parede e velocidade da bola. No programa aplicado estes trabalhos eram realizados em uma freqüência semanal de três vezes no primeiro mês, e duas vezes por semana na continuidade do treinamento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O problema na recepção de saque não é tanto pelo deslocamento, mas sim, entender ou avaliar bem, aonde vai e como é a trajetória da bola. Desta forma dedicou-se um trabalho específico para a avaliação de trajetória de saque. As variações são executadas primeiro com o saque dos treinadores, em distancias alternadas, em planos superiores e em velocidade alternadas, e em outro momento com o saque das próprias atletas. No procedimento de correção da técnica não se deve treinar todos os jogadores da mesma maneira. A individualização do treinamento fez-se necessária e os exercícios devem apresentar graus de dificuldades diferentes para cada atleta.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Treinamento tático&lt;br&gt;&lt;br&gt;    As novas táticas de saque (saque partindo de qualquer ponto de fundo quadra) a partir de 1994 promoveram uma grande alteração no sistema de recepção.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A proposta apresentada consiste em empregar a estrutura de três passadoras nas seis posições. As passadoras foram as jogadoras atacantes de ponta e a líbero, tendo como opção a jogadora oposta para algumas situações de jogo. A recepção com quatro atletas foi utilizada quando, nosso adversário utilizasse um saque em salto (tipo viagem) com força e eficiência.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Nos treinamentos técnico-táticos foram treinadas além da parte técnica a relação entre as jogadoras da posição 6 e 1 e das posições 6 e 5, alternando as atletas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    Numa mesma sessão de treinamento a recepção deve ser treinada de forma variada, para que haja uma boa adaptação das atletas as situações solicitadas no jogo. A atleta deve realizar gestos que serão aplicados no jogo, na cronologia da partida, tomando decisões conforme a situação solicitada. Os treinamentos devem ser realizados prevendo estas situações, tais como jogos de 1 x 1, atacante de fundo contra atacante de fundo após a recepção, obrigando a efetivação do ataque, independente do tipo de saque aplicado pelo adversário.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    A qualidade da recepção definirá a possibilidade do primeiro ataque da equipe e a velocidade do jogo. No período da tarde os treinamentos foram dirigidos para esta relação, ou seja, o treinamento das situações de jogo, com &amp;quot;jogos combinados&amp;quot;, exercícios que proporcionam situações imprevistas e situações preestabelecidas de jogo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    O ajuste da recepção dependendo da colocação do sacador adversário, e do tipo de saque, deve ser treinada em situações de continuidade de jogo. Uma das formas que podem ser utilizadas são os exercícios competitivos. Exemplo: Saque e Recepção 3 contra 3; duas equipes sendo uma em recepção e outra em saque. A equipe que saca efetua 20 saques, a pontuação para a equipe que recebe é feita a cada recepção perfeita ou a cada erro de saque do adversário, perdendo um ponto a cada &amp;quot;ace&amp;quot; do adversário. Após os 20 saques, troca-se de função, passando a equipe que sacou a receber e vice e verso. Vence o jogo, aquele que realizar maior numero de pontos em melhor de 5 sets.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Nas partidas do Campeonato Mundial Juvenil, apresentaram-se situações de jogo, onde a tática de recepção foi modificada em função da eficiência do saque adversário. Optou-se pela inclusão da jogadora de saída de rede (oposta a levantadora) para receber o saque da equipe da República Tcheca, pois estas estavam dirigindo o saque nas jogadoras de ponta. Esta tática de saque estava atrasando o ataque e com nossa mudança a seleção brasileira retomou o controle do jogo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Conclusão&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A base de uma boa recepção do saque, muitas vezes não está na qualidade técnica das atletas que fazem parte da recepção, mas de uma boa estrutura tática.&lt;br&gt;&lt;br&gt;    A perfeição do gesto técnico não esta na biomecânica perfeita para a ação, mas na sua adaptação ao momento e às variações do jogo, ou seja, para cada situação existirá o gesto certo. Sendo o Voleibol um esporte de &amp;quot;situação&amp;quot;, a manchete para recepção do saque, representa exatamente o que foi dito anteriormente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;     Um treinador de jovens atletas deve ter e dar o maior número e a qualidade de informações possíveis, para propiciar que a atleta desenvolva uma gama cada vez maior de atitudes motoras, representando assim uma forma de evolução.&lt;br&gt; &lt;br&gt;    Na recepção, deve-se em primeiro lugar, definir as atletas que farão parte desta estrutura tática, observando os seguintes aspectos: qualidade técnica da execução da manchete, condições de adaptação ao esquema tático proposto, coragem, qualidade de deslocamentos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd95/recep.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-7363431606790513747?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/7363431606790513747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/treinamento-de-recepcao-voleibol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/7363431606790513747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/7363431606790513747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/treinamento-de-recepcao-voleibol.html' title='Treinamento de recepção Voleibol'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-4007124452173491890</id><published>2011-07-02T10:05:00.000-07:00</published><updated>2011-07-02T10:05:00.698-07:00</updated><title type='text'>Você sabe o que está treinando no treinamento funcional?</title><content type='html'>Segundo duas definições do dicionário, a palavra funcional significa: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 Relativo às funções vitais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Em cuja execução ou fabricação se procura atender, antes de tudo, à função, ao fim prático. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se refere em nenhum momento em treinamento em desequilíbrio, movimentos proprioceptivos ou corridas em zig-zag.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia é muito comum vermos o termo “treinamento funcional”, onde as pessoas fazem movimentos não convencionais, que necessitam muitas das vezes de coordenação motora e equilíbrio, controle da musculatura da região do CORE e muito esquema e controle corporal. Exercícios excelentes muitas das vezes e que nos tiram na monotonia do treinamento convencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos desses exercícios são indicados para tratamento de algumas lesões e recuperação pós-trauma, pois trabalham além da musculatura principal a musculatura mais intrínseca (interna), velocidade de contração e reação do músculo (por usarem superfícies instáveis), e o sistema nervoso central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E onde entra a luta nisso? Se usarmos os conceitos descritos acima, na fase de inicial do macrociclo, ou de recuperação pós-trauma, o uso desses movimentos é de muita importância para os praticantes de artes marciais, mais só! Da forma que são feitos e executados esses exercícios são na sua grande maioria, movimentos lentos e com isso que acabam nos deixando lentos, e se ao final de um macrociclo de treino procuramos estar fortes e rápidos, estaríamos contradizendo os princípios do treinamento. Mesmo que o movimento pareça rápido, a musculatura necessária para controlá-la é uma musculatura de mais resistência, de movimentos estabilizadores, de movimentos lentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo assim, seguindo a linha de definição do dicionário, o treinamento funcional é aquele que diz respeito a função de alguma coisa, treinamento funcional para algo, ou seja, treinamento funcional para Jiu-Jitsu, treinamento funcional para MMA, e assim por diante. Se o treino é funcional para MMA ele não serve para o vôlei. E muitos dos exercícios que são ditos funcionais hoje em dia são para todos os esportes. É comum ver academias e estúdios de “treinamento funcional” onde todo mundo treina igual, seja o lutador, o surfista ou a dona de casa que busca um corpo mais delineado, onde esta a especificidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo: O movimento de remada aberta apoiado no banco, não esta em desequilíbrio, e é totalmente funcional para remadores, pois reproduzem o movimento real do desporto. Os exercícios funcionais para Jiu-Jitsu devem reproduzir movimentos específicos da luta, trabalho de guarda com caneleira, puxadas na polia, e por ai vai, e não rosca bíceps em um pé só, remada alta em cima do bozu, ou deslocamento em zig-zag através de cones. A própria corrida se descaracteriza do “funcional” por trazer uma especificidade zero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao montar um programa de treinamento, saiba o que você esta fazendo, exercícios e movimentos bonitos e diferentes ficam legais no vídeo, mais na hora da competição o importante é que tenhamos treinado exatamente aquilo que vamos fazer, e nem tudo aquilo que é difícil de executar ou nos deixam cansados pode ser bom para nos fazermos evoluir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não caia na moda, não se deixe ser enganado, procure o que é funcional para você e para a modalidade que você pratica, e não aquilo que te deixa cansado ou é difícil de fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.tatame.com.br/2011/04/05/Treinamento-funcional,-voce-sabe-o-que-esta-treinando"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-4007124452173491890?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/4007124452173491890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/voce-sabe-o-que-esta-treinando-no.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/4007124452173491890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/4007124452173491890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/07/voce-sabe-o-que-esta-treinando-no.html' title='Você sabe o que está treinando no treinamento funcional?'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-1579877282247095116</id><published>2011-06-27T11:36:00.000-07:00</published><updated>2011-11-30T03:15:50.831-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Voleibol'/><title type='text'>Metodologia para iniciação de voleibol para crianças de 7 a 14 anos</title><content type='html'>Em tempos hodiernos, onde a competição impera na sociedade, e a espera por resultados rápidos é enorme, a iniciação esportiva vem sofrendo várias situações que vão contra os princípios básicos da pedagogia da iniciação desportiva, entre eles, especialização precoce, estabilização da aprendizagem, entre outros inúmeros fatores. Sendo assim é de suma importância a utilização de uma metodologia de ensino adequada para cada faixa etária, respeitando-se a questão motora, cognitiva, social, e afetiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Na iniciação esportiva existem inúmeros fatores que a tornam altamente complexa, pois além de se trabalhar com seres humanos, o que por si só já é complexo, ela trabalha também com aprendizagem. Sendo assim é de suma importância estudos que dêem um norte para os professores e treinadores, haja vista as inúmeras mudanças que ocorrem com crianças em idade de iniciação esportiva. Inúmeros enfoques metodológicos já foram formulados por estudiosos, cada um com suas particularidades. Sendo assim fica a pergunta no ar, quais as metodologias de ensino dos esportes são mais adequadas? Quais as diferenças entre as faixas etárias? Qual a idade ideal para o início da prática do vôlei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Identificar quais as metodologias mais cabíveis na iniciação é o objeto de nosso estudo, sendo assim foi necessário verificar quais as metodologias existentes, verificar se essas metodologias seguem os princípios básicos da aprendizagem motora, e também verificar a existência dos pequenos jogos utilizados na iniciação esportiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Sendo o ensino dos esportes coletivos um processo na busca pela aprendizagem, é de suma importância uma metodologia de ensino coerente com o público-alvo. Baseada em conhecimentos técnicos e científicos e não apenas em conhecimentos empíricos e em repetições de sistemas que deram certo com alguns públicos, mais que podem não dar certo em alguma população diferente. A importância desta pesquisa se apresenta na possibilidade de dar um maior embasamento teórico aos professores e técnicos que lecionam na modalidade de voleibol, visando que este assunto deve ser debatido freqüentemente, sem jamais se tomar uma metodologia como verdade científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Diversos autores corroboram com diferentes metodologias de ensino dos jogos esportivos coletivos, entre eles destacamos: Bayer (1994), Oliveira &amp; Paes (2004), Greco (1998), Paes (2001), entre muitos outros mais. Em todas as metodologias existem falhas e acertos, que segundo Greco (1998) a idéia básica consiste em não ter uma receita e sim um conjunto de alternativas didáticas e metodológicas que combinadas na forma de um quebra-cabeça permitam as crianças e adolescentes à construção do conhecimento do jogo na fase de iniciação ao esporte. Jogar se aprende jogando, através de jogos pode-se construir o conhecimento e a inteligência motora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Nossa pesquisa se caracteriza por uma revisão de literatura que segundo Belo (1999) é a localização e a obtenção de documentos para avaliar a disponibilidade de material que subsidiará o tema do trabalho de pesquisa. Buscando definições sobre metodologia de ensino dos esportes coletivos, focando-se no voleibol, buscando compreender as mais coerentes para a iniciação. Para o levantamento de literatura serão utilizadas as palavras chaves: metodologia de ensino, iniciação de voleibol, aprendizagem motora, processo de ensino aprendizagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.     Revisão de literatura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Nos dias atuais tem se observado um aumento considerável nas discussões acerca das metodologias de ensino-aprendizagem-treinamento dos jogos esportivos coletivos (JEC). Por estas razões se fazem necessárias uma seqüência de estudos e debates sobre o tema, considerando-se a complexidade do mesmo, já que o mesmo engloba aspecto morfo-funcionais, psicológicos cognitivos e sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Nosso objetivo neste estudo foi avaliar as diferentes metodologias de ensino do voleibol, focado na iniciação. Segundo Muller (2009) o voleibol ocupa um lugar proeminente no cenário esportivo nacional e internacional. Uma grande quantidade de participantes faz do voleibol um dos três esportes mais praticados em todo o mundo. Sendo assim se faz necessário que o planejamento do voleibol, tanto de alto rendimento, como na iniciação sejam baseados em conhecimentos científicos e não apenas em conhecimentos empíricos, ou em cópias de sistemas que deram certo em algum tipo de população.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Metodologia de ensino dos esportes coletivos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Vários autores apresentam propostas de ensino dos esportes coletivos, buscando novos conhecimentos e procedimentos acerca de novos procedimentos pedagógicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Mertens &amp; Musch apud Oliveira &amp; Paes (2004) apresentam uma proposta para o ensino dos jogos coletivos, tomando como referência a idéia do jogo, no qual as situações de exercícios da técnica aparecem claramente nas situações táticas, simplificando o jogo formal para jogos reduzidos e relacionando situações de jogo com o jogo propriamente dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Bayer (1994) afirma coexistir duas correntes pedagógicas de ensino para os jogos desportivos coletivos: uma utiliza métodos tradicionais ou didáticos, decompondo os elementos (fragmentação), na qual a memorização e a repetição permitem moldar a criança e o adolescente à modelo adulto. A outra corrente destaca os métodos ativos, que levam encontra os interesses dos jovens e que a partir de situações vivenciadas, iniciativa, reflexão, possa favorecer a aquisição de um saber adaptado às situações causadas pela imprevisibilidade. Esta abordagem é chamada de pedagogia das situações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Já para Galão e Osmum apud Oliveira &amp; Paes (2004) apregoam que uma abordagem desenvolvimentista que, ao ensinar as habilidades motoras (técnicas) para a faixa etária de 7-10 anos, a aprendizagem deve ser totalmente aberta, ou seja, os conteúdos do ensino são aplicados pelo professor e praticados pelos alunos, sem interferência e correção dos gestos motores. Para a faixa etária de 11-12 anos, o ensino é parcialmente aberto, isto é há breves correções na técnica dos movimentos. Na faixa de 13-14 anos, o ensino é parcialmente fechado, pois inicia-se o processo de especificidade dos gestos de cada modalidade na procura da especialização esportiva e somente após os 14 anos de idade deve acontecer o ensino totalmente fechado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Greco (1998) sugere o ensino através do método situacional, em situações 1x0- 1x1-2x1, em que situações, isoladas dos jogos, são aprendidas com número reduzidos de praticantes. A técnica desportiva é praticada na iniciação aos conceitos da tática, ou seja, aliando o “como fazer” à “razão de fazer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Em relação a pedagogia da iniciação esportiva Paes (2001) define experiências práticas em situações de jogo, também em 1x1, 2x2, 3x3, e ainda o “jogo possível” como uma possibilidade de ensinar jogos desportivos coletivos, pois o mesmo pode propiciar aos alunos o conhecimento e a aprendizagem dos fundamentos básicos das modalidades coletivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.     Fases da iniciação esportiva&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo Paes &amp; Oliveira (2004) a etapa de iniciação esportiva é um período que abrange desde o momento em que as crianças iniciam-se nos esportes até a decisão por praticarem uma modalidade. Segundo os mesmos autores a iniciação esportiva é dividida em três fases, I, II, III.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fase de Iniciação Esportiva I&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Esta fase corresponde da 1ª a 4ª séries do ensino fundamental, atendendo crianças da primeira e da segunda infância, com idades entre 7 e 10 anos. O envolvimento destas crianças nas atividades desportivas deve ter caráter lúdico, participativo e alegre, a fim de oportunizar o ensino das técnicas desportivas, estimulando o pensamento tático, Paes &amp; Oliveira (2004). Ainda segundo Müller (2009) antes de aprender a jogar voleibol ou qualquer outro esporte, a criança deve trabalhar com habilidades motoras e capacidades físicas gerais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Paes (1989) pontua que, no processo evolutivo, essa fase- participação de atividades variadas de caráter recreativo- visa à educação do movimento, buscando-se o aprimoramento dos padrões motores e do ritmo geral por meio das atividades lúdicas ou recreativas. Ainda segundo Paes &amp; Oliveira (2004) as crianças encontram-se favorecidas, aproximadamente entre os 7 e os 10 anos, em função da plasticidade do sistema nervoso central, e as atividades devem ser desenvolvidas sob diversos ângulos: complexidade, variabilidade, diversidade e continuidade durante todo o processo de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A educação física escolar tem função primordial nesta fase, pois através da mesma se tem um aumento da quantidade e das qualidades das atividades, onde o foco e o melhoramento das capacidades motoras e físicas, auxiliando no aprendizado das demais fases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fase da Iniciação Esportiva II&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Esta fase é marcada por oportunizar os jovens o aprendizado de várias modalidades esportivas, atendendo as crianças e adolescentes da 5ª a 7ª séries do ensino fundamental, com aproximadamente de 11 a 13 anos, correspondendo a primeira idade puberal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Segundo Paes &amp; Oliveira (2004) a importância da diversificação, ou seja, da prática de varias modalidades esportivas contribui para futuras especializações. Ainda segundo os autores supramencionados, a diversificação dos conteúdos de ensino de uma modalidade, evitando todavia, a repetição dos mesmos, repetição esta que leva à estabilização da aprendizagem, empobrecendo o repertório motor dos praticantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        De acordo com a literatura os iniciantes devem participar de jogos e exercícios advindos de esportes específicos e de outros, que auxiliem a melhora de sua base multilateral e no preparo com base diversificada pára o esporte escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Para Weineck (1991) Esta fase além de ser ótima para aprender, no qual as diferenças em relação à fase anterior são graduais e as transições são contínuas, as capacidades coordenativas dão base para futuros desempenhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Nesta fase o tempo dedicado ao treinamento segundo Gomes (1997) gira em torno de 300 a 600 horas anuais, dos quais apenas 25 % do tempo é dedicado a conteúdos específicos e 75% aos conteúdos da preparação geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Segundo Paes &amp; Oliveira (2004) nesta fase a escola é o melhor local para a aprendizagem, pois são inúmeros os motivos no qual crianças e adolescentes procuram o desporto, entre eles: encontrar e jogar com outras pessoas da mesma idade, diversão, aprender a jogar, e na escola ainda o professor terá o controle da freqüência e da idade dos alunos, facilitando as intervenções pedagógicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fase da Iniciação esportiva III&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Segundo os autores neste momento do processo, esta fase corresponde à faixa etária de 13 a 14 anos, ás 7ª e 8ª séries do ensino fundamental, passando os atletas-alunos pela pubescência, nesta fase ocorrem o refinamento das habilidades aprendidas até então.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Automatização e refinamento da aprendizagem anterior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    De acordo com Gallahue apud Paes &amp; Oliveira (2004) nesta fase acontece a passagem do estágio de aplicação para estabilização, a qual ficará o resto da vida. De acordo com Stallings apud Paes &amp; Oliveira (2004) a automatização se refere a persistência da proficiência em uma habilidade depois de um período sem prática, sendo assim a habilidade motora pode ser considerada aprendida quando ela é incorporada ao acervo motor da criança. Para Weineck (1999) a automatização de uma habilidade motora permite ao aluno se concentrar não no mecanismo da execução da mesma, mais sim nas situações onde elas deverão ser executadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Nesta fase é comum iniciar-se a especialização em uma modalidade, sendo importante que os jovens decidam por conta própria este momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especificidades de cada fase&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo Müller (2009) cada fase tem suas especificidades no processo de ensino aprendizagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fase I. Desenvolvimento básico segundo Müller (2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-motivar as crianças a gostarem de voleibol;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-adquirir habilidades básicas dos fundamentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-iniciação as táticas coletivas e individuais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-desenvolver espírito de equipe e respeito pelos colegas, árbitros e adversários;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-diversão e participação são o que mais importa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-jogar uma grande variedade de jogos modificados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Reconhecer as regras básicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ensinar a mecânica das técnicas básicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-processo evolutivo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-posição expectativa/ deslocamentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-toque;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-recepção/Manchete;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-saque por baixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ataque (passada e movimentos de braços).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tática&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-introdução ás táticas básicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-postura e movimentação dentro da quadra;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-formação básica (6x0)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-tática de equipe (sistemas básicos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-recepção, ataque e defesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-regras básicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habilidades de jogo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-jogos pré-desportivos: mini vôlei, 1x1, 2x2, peteca, etc.;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-participar em competições (objetivos educacionais);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-experimentar a alegria de jogar dentro dos fundamentos e situações de jogo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-usar as habilidades dos fundamentos aprendidos de forma bem executada;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-transição ao voleibol regular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Físico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-coordenação motora geral;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-desenvolver velocidade, agilidade e tempo de reação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-corrigir e aprimorar deslocamentos e saltos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicológico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-introduzir técnicas de treinamento mental;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Motivação&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concentração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percepção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ensinar/preparar o jogador para vencer e perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geral&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Definição do “espírito de equipe”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-comunicação eficiente entre colegas e técnico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sessões&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-3 vezes por semana;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treinos de no máximo 90 minutos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinos de deslocamento e coordenação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fase II. Aperfeiçoamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-aperfeiçoamento das técnicas simples e aprendizado das técnicas mais complexas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-desenvolvimento da condição física geral;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ensinar táticas fundamentais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-polimento dos fundamentos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-adicionar algumas habilidades complementares;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Individualizar o treinamento técnico, físico e treino continuado para todas as posições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-aperfeiçoamento das técnicas básicas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-introduzir novas técnicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-saque por cima;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-levantamento, todas as posições, saltando;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-bloqueio simples e duplo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-defesa em queda e em extensão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-ataque: variações de ataques e alvos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tática&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-individual;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-analise e percepção da ação do oponente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-equipe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-formação básica de ataque e defesa;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-formação de percepção do saque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habilidades de jogo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-principais sistemas de jogo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-apitar para aprender as regras;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-participação em competições (objetivos formativos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Físico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-desenvolvimento das capacidades aeróbicas e anaeróbicas, velocidade, agilidade, tempo de reação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treinos de resistência, pliometria e flexibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicológico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-melhorar as habilidades psíquicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-concentração;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-motivação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-percepção;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geral&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-cooperação e responsabilidade com a equipe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sessões&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-3 a 5 treinos por semana;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treinos de 90 a 120 minutos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treinos específicos de tática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fase III. Especialização&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-aperfeiçoamento das técnicas e táticas individuais;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treinamento em posição específica, dentro da técnica, tática e preparação física exigida para a posição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-individualizar o treinamento técnico e tático;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Condicionamento físico específico para cada posição/jogador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Técnicas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-refinamento dos detalhes técnicos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-consolidação das técnicas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-variações: saque/viagem&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-novas técnicas coletivas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-bloqueio duplo e triplo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-variações e combinações de ataque;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-levantadores: habilidades e criatividade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- determinar funções&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-passadores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-levantadores;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-atacantes: pontas, meios, saídas/opostos, fundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-bloqueadores: extremas e meio;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-especialistas em defesa e passe;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-líbero;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-passadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Táticas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-melhor escolha de uma resposta motora;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treino tático avançado;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-formação de equipe e combinações táticas;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-sistema de jogo completo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema de ataque e contra-ataque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema de cobertura de ataque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema de recepção&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema de bloqueio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sistema de defesa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Habilidades de Jogo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-voleibol com aplicações técnicas e táticas de maneira correta;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-participação em competições (objetivos competitivos)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-identificação/entendimento pelos jogadores dos sistemas de jogo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-conhecimento geral das regras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Físico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-desenvolver capacidades físicas específicas ao voleibol e à posição;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-pliometria e velocidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-grande flexibilidade, braço rápido e força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Psicológico&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-desenvolver e manter uma atitude positiva;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-concentração;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-motivação, percepção e imaginação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-traçar objetivos de carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Geral&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dinâmicas sociais de grupo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sessões&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-4 a 8 treinos por semana;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treinos de 60 a 180 minutos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-treinos físicos em separado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Esta não é uma fórmula pronta a ser seguida, mais sim um norte para onde conduzir e sistematizar o planejamento da iniciação ao voleibol levando em conta os vários aspectos apresentados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seqüência pedagógica&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo Bojikian (2005) seqüência pedagógica é um procedimento metodológico pelo qual um determinado movimento é ensinado em partes e estas vão sendo associadas entre si progressivamente. Ensina-se um fragmento de habilidade motora, que uma vez aprendido, a ele será conectado um outro elemento, depois outro, até que se tenha a execução completa. Stallings apud Bojikian (2005) afirma que : a cada estágio sucessivo da habilidade motora, a nova habilidade é construída sobre aprendizagens anteriores. Magill (1998) chama este processo de transferência de aprendizagem, aonde a influência da experiência anterior no desempenho de uma nova habilidade num novo contexto ou na aprendizagem de uma nova habilidade. Esta transferência pode ser positiva, quando melhora a qualidade de desempenho de uma habilidade devido a experiência anterior, ou negativa, quando a experiência prévia foi negativa de modo que a pessoa apresenta um desempenho pior do que teria sem a experiência prévia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Jogos Pré-desportivos e a iniciação do voleibol&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Os jogos pré-desportivos são muito importantes na iniciação do voleibol, principalmente na fase I da iniciação, aonde o principal objetivo é desenvolver além das capacidades físicas e coordenativas, o gosto pela prática do esporte em questão. Segundo Müller (2009) o gosto pelo jogo é fundamental para a manutenção do atleta no esporte, sendo a maior motivação para o aprimoramento das exigências técnicas, táticas, e físicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Existem diversos jogos pré-desportivos, como por exemplo: mini-volei, peteca, câmbio, jogo dos quatro cantos. Iremos tratar mais a fundo do mini-volei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Segundo Gotsch apud Konnor Quadros &amp; Gordia (2007) o mini-volei é um método simples e adaptado ás necessidades das crianças de 8 à 14 anos, para o aprendizado do voleibol, jogando em duas equipes compostas de menos de 6 jogadores em cada time, resultante de reflexões didáticas onde as ações complexas se reduzem a situações de jogos simplificados, correspondente ao estado de desenvolvimento dos jogadores. Ainda segundo Konnor Quadros &amp; Gordia (2007) apesar das vantagens do mini-volei para o desenvolvimento das crianças de 8 a 14 anos são poucas as escolas que utilizam esta prática esportiva, fato este que acare ta tanto em prejuízos ao desenvolvimento dos alunos/atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fases do mini-volei&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fase um, 1x1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Nesta fase a criança se familiariza com a bola, a quadra , a rede, ensinando as posturas básicas e movimentação na quadra; segurando, arremessando, lançando e rolando diferentes tipos de bola (plástico, borracha, vôlei, futebol, etc.) praticando diferentes tipos de pequenos jogos para desenvolver qualidades físicas como velocidade, agilidade, força e reação (Santos, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fase dois, 2x2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        São ensinados os princípios de formação inicial, movimentos de acordo com as situações de jogo, cooperação com o colega, observação do oponente e posicionamento da quadra, bem como contínuo desenvolvimento de preparação física básica, através de movimentos rápidos em direção a bola saltos e deslocamentos de diferentes formas (Santos, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fase 3, 3x3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Nesta fase o objetivo é a aquisição de gestos técnicos básicos: toque, manchete, saque por baixo, ataque em toque, bem como estimular situações que são exigidas no voleibol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fase 4, 4x4&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Introdução do bloqueio e da defesa, melhora dos fundamentos e habilidades técnicas e táticas, aperfeiçoamento em todos os fundamentos, novas variações. Na preparação física, continuação da preparação física geral e o aperfeiçoamento de todas as habilidades relativas aos fundamentos. (Santos, 1999).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        No mini-volei todos os jogadores atacam, defendem, levantam, evitando assim uma especialização precoce, algo que deve ser evitado ao máximo tendo em vista que a mesma acarreta em estabilização do desenvolvimento motor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerações finais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fica claro ao fim deste estudo que inúmeras perguntas continuam sem resposta e que novos estudos desta natureza devem ser feitos sob diversos enfoques, e que debates acerca deste tema devem acontecer sempre que plausível. Fica claro porém que algumas metodologias devem ser seguidas, como por exemplo jogos pré-desportivos na fase I (7 a 10 anos) com uma aprendizagem aberta, na fase 2, a aprendizagem deve ser parcialmente aberta, proporcionando aos jovens o maior número possível de vivências motoras, buscando uma base multilateral para a fase III, onde ocorre o refinamento das aprendizagens anteriores. Também fica claro ao fim deste estudo que o técnico ou professor, devem ter um conhecimento contextual, sempre priorizando por conhecimentos técnicos e científicos, tanto em sua prática de ensino como em seu planejamento e estruturação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.efdeportes.com/efd156/metodologia-para-iniciacao-de-voleibol.htm"&gt;Fonte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2265381043825572411-1579877282247095116?l=treinamento.educacaofisicaa.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/feeds/1579877282247095116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/06/metodologia-para-iniciacao-de-voleibol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1579877282247095116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2265381043825572411/posts/default/1579877282247095116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://treinamento.educacaofisicaa.net/2011/06/metodologia-para-iniciacao-de-voleibol.html' title='Metodologia para iniciação de voleibol para crianças de 7 a 14 anos'/><author><name>Admin EF</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://1.bp.blogspot.com/-UH65gk9p_ek/TcQzZQoBsWI/AAAAAAAAAAM/9ojIU6-G71M/s220/ef.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2265381043825572411.post-6206952052243912026</id><published>2011-06-23T11:22:00.000-07:00</published><updated>2011-06-23T11:22:00.142-07:00</updated><title type='text'>O que acontece com o ácido lático e como é o processo de sua remoção?</title><content type='html'>O ácido lático é removido do sangue e dos músculos durante a recuperação após um exercício exaustivo. Em geral, são necessários 25 minutos de repouso para remover a metade do ácido lático acumulado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fadiga surge após os exercícios nos quais se acumularam quantidades máximas de ácido lático, a recuperação plena implica na remoção desse ácido tanto do sangue quanto dos músculos esqueléticos que estiverem ativos durante o período precedente de exercícios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral pode-se dizer que são necessários 25 minutos de repouso-recuperação após um exercício máximo para se processar a remoção de metade do ácido lático acumulado, isso significa que cerca de 95% do ácido serão removido em 1 hora e 15minutos de repouso, após um exercício máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo repouso-recuperação se dá pelo fato que o ácido lático é mais velozmente removido se a recuperação ativa em baixa intensidade for empregada após o exercício, do que se o individuo permanecer em repouso (inativo) logo após o exercício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante um exercício submáximo, porém árduo, no qual o acúmulo de ácido lático não é tão grande, será necessário menos tempo para sua remoção durante a recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em condições aeróbias, o ritmo de remoção do lactato por outros tecidos correspondentes ao seu ritmo de formação, resultando na ausência de qualquer acúmulo efetivo de lactato, isto é, a concentração sanguínea de lactato se mantêm estável. Somente quando a remoção não mantém parelismo a produção, o lactato acumula-se no sangue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem 3 destinos possíveis para o ácido lático&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Excreção na urina no suor - sabe-se que o ácido lático é excretado na urina e no suor. Entretanto, a quantidade de ácido lático assim removido durante a recuperação após um exercício é negligencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Conversão em glicose e/ou glicogênio - já que o ácido lático é um produto da desintegração dos carboidratos (glicose e glicogênio), pode ser transformado de novo em qualquer um desses compostos no fígado, na presença de energia ATP necessária, contudo, e como já dissemos, a ressintese do glicogênionos músculos e no fígado é extremamente lento, quando comparado com a remoção do ácido lático. Além disso, a magnitude das alterações nos sanguíneos de glicose durante a recuperação também é mínima, portanto, a conversão do ácido lático em glicose e glicogênio é responsável apenas por uma pequena fração do ácido lático removido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oxidação / conversão em Co2 e H2o, o ácido lático pode ser usado como combustível metabólico para o sistema do oxigênio, predominantemente pelo músculo, porém o músculo cardíaco, o cérebro, o fígado e o rim também são capazes dessa função. Na presença de oxigênio o ácido lático é transformado primeiro em ácido pirúvico, e a seguir em Co2 e H2o  no ciclo de krebs e no sistema de transporte de elétrons, respectivamente. É evidente que o ATP é ressintetizado em reações acopladas no sistema de transporte de elétrons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 250px; height: 225px;" alt="http://www.jefersonporto.com.br/wp-content/uploads/2008/05/exercise.gif" src="http://www.jefersonporto.com.br/wp-content/uploads/2008/05/exercise.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O uso de ácido lático como combustível metabólico para o sistema aeróbio é responsável pela maior parte do ácido lático. É fornecida pelo oxigênio consumido durante a fase de recuperação lenta (intensidade de trabalho abaixo de 60% do Vo2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos lidar com o ácido atiço e o que fazer para sustentar a intensidade do exercício na presença dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capacidade de gerar altos níveis sanguíneos de lactato durante um exercício máximo aumenta com o treinamento anaeróbio especifico de velocidade-potência e, subseqüentemente, diminui com um mau condicionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A manutenção de um baixo nível de lactato conserva também as reservas de glicogênio, o que permite prolongar a duração de um esforço aeróbio de alta intensidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi observado em pesquisas que, a elevação dos níveis de lactato nos indivíduos treinados quando exercitados agudamente foi significativamente menor que a observada nos sedentários. Tais resultados reproduzem os achados clássicos descritos na literatura, o que nos permite avaliar como eficazes, tanto na intensidade do exercício agudo na determinação de modificações n
